A paz de Deus vem à mente quieta - UCEM

A paz de Deus vem à mente quieta - UCEM

"Não busque mudar o mundo, mas escolhe mudar a tua mente sobre o mundo" (UCEM)

"Não busque mudar o mundo, mas escolhe mudar a tua mente sobre o mundo" (UCEM)
O Perdão é a chave para a Felicidade... Nada real pode ser ameaçado. Nada irreal existe. Nisso está a Paz de Deus.

Um Curso em Milagres

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sábado, 18 de setembro de 2010

A Alegria de Viver



Já alguma vez cogitasses no por que muitas pessoas, ao se tornarem mais velhas, parecem perder toda a alegria de viver? No momento, a maioria de vós, que sois jovens, é relativamente feliz; tendes vossos pequenos problemas, vossas preocupações sobre os exames, mas, apesar dessas perturbações, há, em vossa vida, uma certa alegria, não é verdade? Há uma espontânea e natural aceitação da vida, uma visão das coisas despreocupada e feliz.



Mas, por que razão, ao nos tornarmos mais velhos, parecemos perder aquele ditoso pressentimento de algo transcendental, algo de mais significativo? Por que tantos de nós, ao alcançarmos a chamada maturidade, nos tornamos embotados, insensíveis à alegria, à beleza, ao céu sereno e às maravilhas da terra?



Quando urna pessoa faz a si própria esta pergunta, muitas explicações acodem-lhe ao espírito. Temos muito interesse em nós mesmos - esta é uma delas. Lutamos para nos tornarmos alguém, para alcançarmos e conservarmos uma certa posição; temos filhos e outras responsabilidades, e temos de ganhar dinheiro. Todas essas coisas que se agitam em nosso interior não tardam a deprimir-nos, e perdemos assim a alegria de viver. Vede os rostos dos mais velhos, de vosso círculo de conhecimentos, tristes que são, em maioria, e gastos, adoentados, reservados, alheados, não raro neuróticos, sem um sorriso. Não perguntais a vós mesmos por que são assim? E mesmo quando indagamos o porquê disso, a maioria de nós parece satisfazer-se com meras explicações.



Ontem de tarde vi um barco que subia o rio, de velas pandas, impelido pelo vento oeste. Era um barco grande e transportava pesada carga de lenha destinada à cidade. O sol se punha e a embarcação, desenhada contra o céu, mostrava singular beleza. O barqueiro só tinha de guiá-la; nenhum esforço era necessário, pois o vento fazia todo o trabalho. Analogamente, se cada um de nós compreendesse o problema da luta e do conflito, penso que poderíamos viver sem esforço, felizes, de rosto sorridente.



Para mim, é o esforço que nos destrói, esse lutar em que despendemos quase todos os momentos de nossa vida, Se observardes, ao redor de vós, as pessoas mais velhas, podereis ver que para quase todos a vida é uma série de batalhas consigo mesmos, com suas mulheres ou maridos, com seu próximo, com a sociedade; e essa luta incessante dissipa energia. O homem que vive alegre, verdadeiramente feliz, está livre de todo esforço. Viver sem esforço não significa tornar-se estagnado, embotado, estúpido; ao contrário, só os homens sensatos, altamente inteligentes, estão verdadeiramente livres do esforço e da luta.



Mas, quando ouvimos falar em viver sem esforço, queremos viver assim, desejamos alcançar um estado em que não haja luta nem conflito; tornamo-lo, pois, esse estado, nosso alvo, nosso ideal, e por ele lutamos; e desde esse momento perdemos a alegria de viver. Estamos de novo empenhados em esforço, luta. O objeto da luta varia, mas toda luta é essencialmente a mesma. Um luta pela promoção de reformas sociais, ou para achar Deus, ou para criar melhores relações no lar ou com o próximo; outro senta-se à margem do Ganges ou se prostra devotamente aos pés de um guru - etc. etc. Tudo isso representa esforço, luta. O importante, por conseguinte, não é o objeto da luta, porém, sim, compreender a própria luta.



Ora, é possível a mente não apenas perceber ocasionalmente que não está a lutar, porém estar a todas as horas completamente livre de esforço, de modo que possa descobrir um estado de alegria em que não haja nenhuma idéia de superioridade e inferioridade?



O caso é que a mente se sente inferior e por esta razão luta para "vir a ser" alguma coisa, ou conciliar seus vários desejos contraditórios. Mas, não estejamos a dar explicações sobre por que a mente tanto luta. Todo homem que pensa sabe por que há luta, interior e exteriormente. Nossa inveja, avidez, ambição, nosso espírito de competição, que nos impele à mais impiedosa eficiência - são obviamente estes os fatores que nos fazem lutar, no mundo atual ou no mundo do futuro. Por tanto, não temos necessidade de estudar livros de psicologia para sabermos por que lutamos; e o que certamente, tem importância é que descubramos se a mente pode ficar totalmente livre de luta.



Afinal de contas, quando lutamos, o conflito é entre o que somos e o que deveríamos ou desejamos ser. Pois bem; sem se procurarem explicações, pode-se compreender todo esse processo de luta, de modo que ele termine? Como aquele barco levado pelo vento, pode a mente existir sem luta? A questão é esta, sem dúvida, é não como alcançar um estado em que não haja luta. O próprio esforço para alcançar tal estado é, em si, um processo de luta e, por conseguinte, aquele estado nunca pode ser alcançado. Mas, se observardes, momento por momento, como a mente se deixa colher nesse torvelinho de incessante luta - se observardes simplesmente o fato, sem tentar alterá-lo, sem impor à mente um certo estado que chamais "de paz" - vereis que, espontaneamente, a mente deixará de lutar; e nesse estado ela é capaz de aprender infinitamente. Aprender já não é, então, mero processo de acumular conhecimentos, porém de descobrimento de extraordinárias riquezas existentes além do alcance da mente; e para a mente que faz tal descobrimento, há grande alegria.



Observai a vós mesmo, para verdes como lutais da manhã à noite, e como vossa energia se dissipa nessa luta. Se tratardes apenas de explicar por que lutais, ficareis perdido numa floresta de explicações e a luta prosseguirá; mas se, ao contrário, observardes vossa mente, com serenidade e sem dardes explicações; se deixardes simplesmente que vossa mente esteja cônscia de sua própria luta, vereis que muito depressa surgirá um estado no qual nenhuma luta haverá, um estado de extraordinária vigilância. Nessa vigilância, não há idéia de "superior" e "inferior", não há homem importante nem homem insignificante, não há guru. Todos esses absurdos desapareceram, por que a mente está inteiramente desperta; e a mente de todo desperta está cheia de alegria...



...Afinal de contas, que é "contentamento" e o que é "descontentamento"? "Descontentamento" é a luta pela consecução de mais, e o "contentamento" a cessação dessa luta; mas, não se chega ao contentamento, se se não compreende todo o "processo" relativo ao mais, e por que razão a mente o exige.



Se sois mal sucedido num exame, por exemplo, tereis de repeti-lo, não é verdade? Os exames, em qualquer circunstância, são uma coisa sumamente deplorável, porquanto nada representam de significativo, já que não revelaria o verdadeiro valor de vossa inteligência. Passar num exame é, em grande parte, um "golpe" de memória ou, também, de sorte; mas, vós lutais para passardes em vossos exames e, quando sois mal sucedidos, perseverais nessa luta. O mesmo "processo" se verifica diariamente, na vida da maioria de nós. Estamos lutando por alguma coisa e nunca nos detivemos para investigar se essa coisa é digna de lutarmos por ela. Nunca perguntamos a nós mesmos se ela merece nossos esforços e, portanto, ainda não descobrimos que não os merece e que devemos contrariar a opinião de nossos pais, da sociedade, de todos os mestres e gurus. É só quando temos compreendido inteiramente o significado do mais, que deixamos de pensar em termos de fracasso e de êxito.



Temos sempre medo de falhar, de cometer erros, não só nos exames, mas também na vida. Cometer um erro é coisa terrível, porque seremos criticados, censurados, por causa dele. Mas, afinal, por que não se devem cometer erros? Toda gente, neste mundo, não vive cometendo erros? E o mundo sairia da horrível confusão em que se encontra, se vós e eu nunca cometêssemos um erro? Se tendes medo de cometer erros, nunca aprendereis coisa alguma. Os mais velhos estão continuamente cometendo erros, mas não querem que vós os cometais e, com isso vos sufocam toda a iniciativa. Por quê? Porque temem que, pelo observar e investigar todas as coisas, pelo experimentar e errar, acabeis descobrindo algo por vós mesmo e trateis de emancipar-vos da autoridade de vossos pais, da sociedade, da tradição. É por essa razão que vos acenam com o ideal do êxito; e o êxito, como deveis ter notado, sempre se traduz em termos de respeitabilidade. O próprio santo, em seus progressos para a chamada perfeição espiritual, tem de tornar-se respeitável, porque, do contrário, não encontrará "aceitação", não terá seguidores.



Estamos, pois, sempre pensando em termos de êxito, em termos de mais; e o mais é encarecido pela sociedade respeitável. Por outras palavras, a sociedade estabeleceu, com todo o esmero, um certo padrão, pelo qual mede o vosso sucesso ou o vosso insucesso. Mas, se amais uma coisa e a fazeis com todo o vosso ser, então já não vos importa o êxito nem o fracasso. Nenhum homem inteligente se importa com isso. Mas, infelizmente, são raros os homens inteligentes, e ninguém vos aponta essas coisas. Tudo o que importa ao homem inteligente é perceber os fatos e compreender o problema - e isso não significa pensar em termos de êxito ou de fracasso. Só quando não amamos o que fazemos, pensamos nesses termos.

Krishnamurti

Imagem enviada pela amiga Enia

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Solitude





Solitude significa simplesmente completude. Você é íntegro; não há necessidade de ninguém mais para lhe completar.

Portanto tente encontrar seu próprio centro interior onde você está sempre só, tem estado sempre só. Na vida, na morte - onde quer que você esteja - você estará só.

Mas isso é tão completo, não é vazio; é tão pleno e tão completo e tão transbordante com todos os sumos da vida, com todas as belezas e bênçãos da existência, que uma vez que você tenha provado de sua solitude, a dor no coração irá desaparecer.

Em seu lugar, um novo ritmo de tremenda doçura, paz, alegria, deleite, estará presente.


Osho, em "The Fire Of Truth"


http://www.palavrasdeosho.com/2010/08/solitude.html

quinta-feira, 17 de junho de 2010

O encontro com Deus



"A busca de Deus é a busca da alegria.
O encontro com Deus é a própria alegria."


(Santo Agostinho )

Compartilhado pela amiga Solange
Imagem c/ o carinho da Denise

quinta-feira, 6 de maio de 2010




O medo se situa ao nível da personalidade.

A Alegria se situa ao nível do Espírito.

A.M

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Desenvolver nosso potencial espiritual e criativo



"As palavras 'prazer' e 'alegria', tradicionalmente definem dois tipos distintos de felicidade disponíveis para o ser humano. O prazer descreve a felicidade alcançada mediante objetos físicos, materiais e emocionais, objetivos e metas. A alegria descreve a felicidade alcançada por intermédio da espiritualidade e da auto-realização. O prazer é momentâneo; a alegria transcende todos os momentos e dura para sempre.

Desenvolver nosso potencial espiritual e criativo é uma das tarefas mais difíceis. A alegria é o objetivo e também o segredo para realizá-la. Espiritualidade sem sentimento, sem divertimento e sem riso é como o paraíso sem anjos ou como a Terra sem a luz do sol. As grandes tradições espirituais nos proporcionam maneiras de se que nos permitem receber e irradiar alegria.

Não procurar o benefício do riso, e muito menos procurar ampliá-lo, é um dos principais motivos para o declínio das grandes religiões, as quais são áridas e estéreis demais para despertar algo no coração de muitos seres humanos.

No fundo de todos os ensinamentos espirituais, há um pouco de lição de alegria, que hoje está sendo redescoberta e reexaminada. Esse evangelho tem lugar garantido no estudo espiritual, pois inclui diversão, humor e muito riso".


Roberto Holden - "Rir ainda é o melhor remédio"

Texto compartilhado pela amiga Eliane
Imagem: Internet

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Não seja razoável




"Eis um pensamento excêntrico e divino, e que um dia pode salvar a sua vida: a felicidade não precisa de motivo ou razão!
A felicidade imotivada é natural em bebês que sorriem sem motivo, riem porque é divertido e brincam por brincar. A felicidade imotivada também é natural para seu Eu incondicionado. A verdadeira felicidade não precisa de razão, de equipamentos especiais (como dinheiro, por exemplo), de momento perfeito, de permissão, de justificativa e de circunstância ideal. Ser feliz é valer-se de algo que já é inato em você.
Você ainda consegue fazer isso? Consegue relaxar e permitir-se rir sem motivo algum? Você sorri um sorriso sem razão alguma? Você se permite ser surpreendido pela satisfação? Você consegue ser espontâneo, sem inibições? Você ainda ama incondicionalmente sem razão, expectativa ou demanda? Consegue ser alegre porque sim? Experimente!
Silencie um instante e medite sobre a alegria imotivada. Veja se consegue faze sua alegria inata aflorar sem um bom motivo. Entre em contato direto com seu Eu incondicionado e entregue-se ao pensamento da alegria imotivada - nada de esforço, de mérito, de busca, de razão necessária. Razões, condições e regras ão, na verdade, a resistência natural à alegria, à inocência e a voltar a ser incondicional.
Hoje, tente ser mais irracional que de costume. Lembre-se de que é fácil optar pela alegria, pelo amor e pela bondade. Eis algumas sugestões:
* Seja incondicionalmente bom para consigo mesmo hoje.* Dê um beijo em seu parceiro sem qualquer motivo.* Sorria no trabalho, sem razão alguma.* Dê um telefonema para um amigo só para dizer alô.* Opte por ter um excelente dia, independente do que aconteça.* Vista-se bem, coma fora, trate-se bem, sem qualquer razão.* Não perita que a razão o impeça de ser você mesmo hoje.
Quanto mais incondicional você for consigo mesmo e com os outros, mais fácil será lembrar-se de que, na verdade, não há um bom motivo para não ser amável, para não ser bom e para não ser alegre. Não seja razoável!"
Robert Holden, "Mudanças acontecem".


Texto enviado p/ Eliane...
Imagem: Internet

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A sabedoria e a alegria...


Vou ensinar-te agora o modo de entenderes que não és ainda um sábio. O sábio autêntico vive em plena alegria, contente, tranquilo, imperturbável; vive em pé de igualdade com os deuses. Analisa-te então a ti próprio: se nunca te sentes triste, se nenhuma esperança te aflige o ânimo na expectativa do futuro, se dia e noite a tua alma se mantém igual a si mesma, isto é, plena de elevação e contente de si própria, então conseguiste atingir o máximo bem possível ao homem! Mas se, em toda a parte e sob todas as formas, não buscas senão o prazer, fica sabendo que tão longe estás da sabedoria como da alegria verdadeira. Pretendes obter a alegria, mas falharás o alvo se pensas vir a alcançá-la por meio das riquezas ou das honras, pois isso será o mesmo que tentar encontrar a alegria no meio da angústia; riquezas e honras, que buscas como se fossem fontes de satisfação e prazer, são apenas motivos para futuras dores.Toda a gente, repito, tende para um objectivo: a alegria, mas ignora o meio de conseguir uma alegria duradoura e profunda. Uns procuram-na nos banquetes, na libertinagem; outros, na satisfação das ambições, na multidão assídua dos clientes; outros, na posse de uma amante; outros, enfim, na inútil vanglória dos estudos liberais e de um culto improfícuo das letras. Toda esta gente se deixa iludir pelo que não passa de falaccioso e breve contentamento, tal como a embriaguez, que paga pela louca satisfação de um momento o tédio de horas infindáveis, tal como os aplausos de uma multidão entusiasmada - aplausos que se ganham e se pagam à custa de enormes angústias! Pensa bem, portanto, no que te digo: o resultado da sabedoria é a obtenção de uma alegria inalterável. A alma do sábio é semelhante à do mundo supralunar: uma perpétua serenidade. Aqui tens mais um motivo para desejares a sabedoria: alcançar um estado a que nunca falta a alegria. Uma alegria assim só pode provir da consciência das próprias virtudes: apenas o homem forte, o homem justo, o homem moderado pode ter alegria.

Séneca, 'Cartas a Lucílio'

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

ALEGRIA




A alegria é a mais alta de todas as qualidades. Ela enche de tal modo o coração do homem, que nada mais aí pode penetrar. Nada, nem a discórdia, nem o lamento, nem a tristeza, nem o ódio, nem o desentendimento, nem a inveja, nem a cólera. É uma porta aberta para o domínio da luz. A alegria substitui a felicidade, ela substitui todas as outras qualidades, ela as contém.. Não sejais melancólicos, não vos torneis tristes nem muito sérios. Guardai vosso coração na alegria. Guardai vossa alma na felicidade. A alegria é uma grande força, um grande poder. Uma explosão de alegria pode vos fazer subir repentinamente muito alto... muito alto... muito mais alto que meses de virtude melancólica. Não percais nunca a alegria, filhos da luz...

Mestre Saint Germain

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

As pessoas que riem, cantam e dançam não são escravas






Vejo a humanidade toda num mar de tristeza, e a razão é que você foi condicionado a ser triste.
Sua religião não quer que você cante, ria e dance, porque as pessoas que riem, cantam e dançam são fundalmentalmente de caráter independente.
Elas têm certa singularidade e individualidade próprias. Elas não são escravas, e não concordam em ser escravas, qualquer que seja a consequência.




Osho, em "Religiosidade é Diferente de Religião"
Do blog: Palavras de Osho.

sábado, 24 de outubro de 2009

A arte de viver com alegria




O aspecto mais divino do humor é a capacidade que o riso tem de nos elevar e de renovar o espírito. Uma de suas principais funções é ajudar a liberar, ainda que por um instante, o espírito incondicional da alegria e da ausência de medo em nosso coração. A experiência de rir abertamente é uma pequena iniciação que nos aproxima cada vez mais da experiência de uma vida de felicidade plena.

Todas as grandes tradições espirituais de nosso mundo pregam em sua versão original a alegria. Cristãos, judeus, muçulmanos, hindus e budistas, todos pregam ensinamentos ricos em amor, celebração regozijo e alegria.

Ao longo da história, o riso, o calor humano e as alegrias da espiritualidade foram, aos poucos, sendo substituídos pelas frias ondas das religiões separatistas e demasiadamente sérias, pela falsa santidade e pela hipocrisia que pregam a necessidade de sofrimento para a espiritualização. Com o passar do tempo, o Deus alegre e amigo transformou-se em uma figura quase humana que julga, ameaça e pune. Fomos aos poucos levados a crer que o riso e a alegria não têm origem divina, mas sim demoníaca.

A espiritualidade sem as eternas fontes de riso, da alegria e do divertimento resulta apenas em corações estéreis e almas sombrias. A alegria é a fragrância da sabedoria, a essência da libertação e a manifestação do indivíduo que aprende a utilizar todo o seu potencial.

O riso tem um valor espiritual e o objetivo de nos permitir expressar o nosso Eu e entrar em contato com ele.

O riso nos permite estabelecer contato total com nosso interior. Enquanto rimos sabemos como é estar totalmente conectados, unidos e integrados, sem barreiras ou falsidade. Rir é estabelecer contato com nossa alma".


Robert Holden - "Rir ainda é o melhor remédio"


E rir do ego, não levá-lo à sério, certamente é a maneira mais fácil e rápida de dissipá-lo!
By Eliane
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