A paz de Deus vem à mente quieta - UCEM

A paz de Deus vem à mente quieta - UCEM

"Não busque mudar o mundo, mas escolhe mudar a tua mente sobre o mundo" (UCEM)

"Não busque mudar o mundo, mas escolhe mudar a tua mente sobre o mundo" (UCEM)
O Perdão é a chave para a Felicidade... Nada real pode ser ameaçado. Nada irreal existe. Nisso está a Paz de Deus.

Um Curso em Milagres

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A sabedoria é compaixão




Monja Coen Sensei explica que fazer o bem ao outro é fazer o bem a si mesmo.

Fonte: http://pensandozen.blogspot.com/

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

O "amanhã" não é real. É uma ilusão. A única realidade é "AGORA.




Um guerreiro japonês foi capturado pelos seus inimigos e jogado na prisão.

Naquela noite ele sentiu-se incapaz de dormir pois sabia que no dia seguinte ele iria ser interrogado, torturado e executado.

Então as palavras de seu mestre Zen surgiram em sua mente:

"O "amanhã" não é real. É uma ilusão. A única realidade é "AGORA.
O verdadeiro sofrimento é viver ignorando este Darma".

Em meio ao seu terror subitamente compreendeu o sentido destas palavras, ficou em paz e dormiu tranqüilamente.

( sabedoria Zen )
Imagem: Internet (Abcnews)

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A sabedoria do silêncio interno - Texto Taoísta.




Pense no que vai dizer antes de abrir a boca. Seja breve e preciso, já que cada vez que deixa sair uma palavra, deixa sair uma parte do seu Chi (energia).

Assim, aprenderá a desenvolver a arte de falar sem perder energia.

Nunca faça promessas que não possa cumprir. Não se queixe, nem utilize palavras que projetem imagens negativas, porque se reproduzirá ao seu redor tudo o que tenha fabricado com as suas palavras carregadas de Chi.

Se não tem nada de bom, verdadeiro e útil a dizer, é melhor não dizer nada.

Aprenda a ser como um espelho: observe e reflita a energia.

O Universo é o melhor exemplo de um espelho que a natureza nos deu, porque aceita, sem condições, os nossos pensamentos, emoções, palavras e ações, e envia-nos o reflexo da nossa própria energia através das diferentes circunstâncias que se apresentam nas nossas vidas.

Se se identifica com o êxito, terá êxito. Se se identifica com o fracasso, terá fracasso.

Assim, podemos observar que as circunstâncias que vivemos são simplesmente manifestações externas do conteúdo da nossa conversa interna. Aprenda a ser como o universo, escutando e refletindo a energia sem emoções densas e sem preconceitos.

Porque, sendo como um espelho, com o poder mental tranquilo e em silêncio, sem lhe dar oportunidade de se impor com as suas opiniões pessoais, e evitando reações emocionais excessivas, tem oportunidade de uma comunicação sincera e fluida.

Não se dê demasiada importância, e seja humilde, pois quanto mais se mostra superior, inteligente e prepotente, mais se torna prisioneiro da sua própria imagem e vive num mundo de tensão e ilusões.

Seja discreto, preserve a sua vida íntima. Desta forma libertar-se-á da opinião dos outros e terá uma vida tranquila e benevolente, invisível, misteriosa, indefinivel, insondável como o TAO.

Não entre em competição com os demais, a terra que nos nutre dá-nos o necessário. Ajude o próximo a perceber as suas próprias virtudes e qualidades , a brilhar. O espírito competitivo faz com que o ego cresça e, inevitavelmente, crie conflitos. Tenha confiança em si mesmo. Preserve a sua paz interior, evitando entrar na provação e nas trapaças dos outros.

Não se comprometa facilmente, agindo de maneira precipitada, sem ter consciência profunda da situação.

Tenha um momento de silêncio interno para considerar tudo que se apresenta e só então tome uma decisão.

Assim desenvolverá a confiança em si mesmo e a Sabedoria. Se realmente há algo que não sabe, ou para que não tenha resposta, aceite o facto.

Não saber é muito incómodo para o ego, porque ele gosta de saber tudo, ter sempre razão e dar a sua opinião muito pessoal. Mas, na realidade, o ego nada sabe, simplesmente faz acreditar que sabe.

Evite julgar ou criticar. O TAO é imparcial nos seus juízos: não critica ninguém, tem uma compaixão infinita e não conhece a dualidade.

Cada vez que julga alguém, a única coisa que faz é expressar a sua opinião pessoal, e isso é uma perda de energia, é puro ruído. Julgar é uma maneira de esconder as nossas próprias fraquezas.

O Sábio tolera tudo sem dizer uma palavra. Tudo o que o incomoda nos outros é uma projeção do que não venceu em si mesmo.

Deixe que cada um resolva os seus problemas e concentre a sua energia na sua própria vida. Ocupe-se de si mesmo, não se defenda.

Quando tenta defender-se, está a dar demasiada importância às palavras dos outros, a dar mais força à agressão deles.

Se aceita não se defender, mostra que as opiniões dos demais não o afetam, que são simplesmente opiniões, e que não necessita de os convencer para ser feliz.

O seu silêncio interno torna-o impassível. Faça uso regular do silêncio para educar o seu ego, que tem o mau costume de falar o tempo todo. Pratique a arte de não falar.

Tome algumas horas para se abster de falar. Este é um exercício excelente para conhecer e aprender o universo do TAO ilimitado, em vez de tentar explicar o que é o TAO.

Progressivamente desenvolverá a arte de falar sem falar, e a sua verdadeira natureza interna substituirá a sua personalidade artificial, deixando aparecer a luz do seu coração e o poder da sabedoria do silêncio.

Graças a essa força, atrairá para si tudo o que necessita para a sua própria realização e completa libertação.

Porém, tem que ter cuidado para que o ego não se infiltre… O Poder permanece quando o ego se mantém tranquilo e em silêncio. Se o ego se impõe e abusa desse Poder, este converter-se-á num veneno, que o envenenará rapidamente.

Fique em silêncio, cultive o seu próprio poder interno. Respeite a vida de tudo o que existe no mundo.

Não force, manipule ou controle o próximo. Converta-se no seu próprio Mestre e deixe os demais serem o que têm a capacidade de ser.

Por outras palavras, viva seguindo a via sagrada do TAO.


Imagem: Internet

segunda-feira, 28 de junho de 2010

O Domínio do Ser





A sede pela felicidade é um instinto comum em toda a humanidade; mas nem todos possuem o segredo de adquiri-la, nem o poder de retê-la quando ela surge. Isto requer sabedoria e paciência. Talvez por esta razão os grandes homens de todos os países e épocas enfatizaram tremendamente a vida de autodisciplina e autocontrole. A autodisciplina nos capacita a organizar e unir todas as nossas forças fragmentadas. Isto necessariamente aumenta nosso poder para o pensamento e para a ação. Não é verdade, apesar de parecer ser, que nós temos muitos fatores isolados em nossa vida. A mesma energia que pulsa através de nosso coração e cérebro também opera nossas mãos e pés; por isso aprender a acumular e controlar esta energia inerente, que agora desperdiçamos pela falta de coordenação e cooperação, significaria o bem mais desejável em nossa vida.

O autodomínio é um bem muito maior que qualquer bem deste mundo. Se nós não possuirmos a nós mesmos podemos possuir todas as belas coisas da vida e seremos incapazes de usá-las para qualquer vantagem. Mais do que isso, nós podemos inconscientemente derrubar a própria raiz de nossa vida. Sob a influência da raiva ou de qualquer emoção violenta e descontrolada, uma pessoa pode fazer algo de que sempre se arrependerá, aquilo que ele sabe que é destrutivo. Se você perguntar a ele por que fez isso, ele dirá que não pode evitar fazê-lo, foi feito antes que soubesse disso, por um impulso. Mas por que tal impulso surgiu afinal? Ele surgiu porque nós construímos o alicerce para ele. Não é por acaso que caímos sob a influência destes males. Somos nós que tornamos possível que tais influências prejudiciais surjam; e também está em nosso alcance torná-las impossíveis.

Se refletirmos e penetrarmos nas profundezas de nosso ser, jamais deixaremos de encontrar que cada evento em nossa vida está baseado em uma causa justa. Se um homem faz algo destrutivo para si mesmo ou para outro, é porque permitiu que o pensamento destrutivo o dominasse; ele já não é mais ele próprio. Ele pode estar ao alcance do sucesso, mas se ele perder o domínio de si mesmo, em um momento poderá fazer algo que significará desfazer tudo o que fez anteriormente.

Há uma parábola que um dos grandes místicos da Índia costumava ensinar que ilustra isto. Um homem estava trabalhando em seu pomar em um dia quente e seco do verão. Ele estava trazendo água de seu poço e trabalhou duramente por um longo tempo, mas quando ele foi examinar as árvores ele descobriu que toda a água tinha desaparecido levada pelos grandes buracos de ratos nos canais de água. O mesmo acontece conosco. Nós rezamos, meditamos, estudamos, fazemos todas as práticas que julgamos que nos darão um ímpeto espiritual e ainda assim ficamos estacionados ou até voltamos para trás. Por que acontece isto? Porque não nos fortificamos. Um homem pode usar palavras muito elevadas que expressam idéias morais, mas se a ele faltar o princípio fundamental da vida, se a ele faltar paciência, autocontrole, capacidade de perdoar, ele explodirá de raiva algum dia e então todos os seus dogmas e teorias não servirão para nada.

Sem equilíbrio não podemos esperar ter felicidade. Felicidade é uma qualidade da mente. É algo que possuímos internamente. Se nós não temos a felicidade internamente, nada externo poderá dá-la para nós. Se nós a temos internamente, não importa quais obstáculos são colocados diante de nós, nós os ultrapassaremos. O filosofo romano Marcus Aurelius coloca isto de forma bastante firme, “Seja alegre e não busque ajuda externa nem a tranqüilidade que os outros dão. Um homem deve ficar de pé e não ser mantido de pé por outros.” Aquele que possui a si mesmo totalmente pode ser confinado em uma prisão ou pode ser colocado com multidões de pessoas sem o seu temperamento, ainda assim se manterá equilibrado. Isto é o que todos nós precisamos aprender a fazer.

A disciplina da vida é algo maravilhoso. O domínio não é para aqueles que estão sempre tentando fugir e evitar tudo que é desagradável. Se continuarmos evitando o que é difícil jamais daremos um passo para frente. É isto que desperta nossas faculdades internas.

Existem dois caminhos para lidar com a auto-conquista: podemos nos aproximar dela com o espírito do auto-esforço ou com o espírito do auto-entrega. Estas parecem ser duas idéias contrárias; ainda assim encontramos homens santos em completa posse de si mesmos, com perfeito domínio sobre seus apetites e paixões, que são inteiramente livres de todo sentido de agressão ou auto-esforço. Eles entregaram-se tão totalmente ao Supremo que não há mais lugar em seus corações para qualquer escuridão, nenhuma possibilidade do aparecimento da raiva ou da maldade. Quando tivermos nos transformado de forma completa, não seremos mais pessoas calculistas: “Ficarei com raiva ou não? Falarei duro com ele ou irei me conter?” Estes pensamentos não surgirão porque nossa mente não terá mais nenhum lugar para eles.

Aquele que deseja cumprir bem seu papel, que deseja que sua ação seja frutífera, estudará sua natureza mais profunda. Ele descobrirá ser mais sábio fazer uma pausa de alguns momentos antes de agir, do que passar seu tempo futuro lutando para desfazer o que fez em um momento de precipitação ou loucura. Autocontrole ou autodomínio não é meramente um tema de estudo interessante para estudantes de religião ou filosofia. É uma necessidade vital em nossas vidas se desejarmos manter a ordem social ou a harmonia e vida familiar saudável. Nossos amigos podem lutar para criar condições pacíficas para nós, mas se nossa mente não estiver em paz, teremos apenas uma satisfação momentânea. Existem aqueles que jamais estão satisfeitos; eles sempre querem algo diferente. Não é gratificando nossos desejos que nós atingiremos alguma calma, e sim os unindo e fazendo-os harmoniosos com nosso propósito mais elevado. Isto não implica que devemos destruir qualquer desejo que surgir em nossa mente. Seria como cobrir o fogo com cinzas, - o fogo ainda estaria intacto. Nós não nos libertaremos de nossas baixas tendências por este método, e sim adquirindo maior conhecimento, conseguindo maior unidade dentro de nós mesmos.

Quando nosso pensamento, mente e coração, - quando todo o nosso ser estiver focado em absoluta união, então descobriremos os ideais elevados surgindo dentro de nós espontaneamente; então as coisas que pertencem aos níveis inferiores não mais nos tocarão. Será deste modo que venceremos e não de forma calculista. Espiritualidade não é uma questão de cálculo nem é uma questão de doutrinas, palavras ou teorias. É algo que desenvolvemos dentro de nós e após este desenvolvimento outros se beneficiam dele. É claro que somos os primeiros a nos beneficiar, pois nossa vida se transforma. Nós somos os mesmos e ao mesmo tempo nós não somos os mesmos. Temos as mesmas mãos e pés, mas eles estão disponíveis para um melhor uso; temos as mesmas mentes e corações, mas eles estão cheios de idéias e ideais mais elevados.

O único modo de levantarmos, o único modo que podemos elevar outros seres humanos é atingir um nível de consciência mais elevado. Se temos um padrão mais nobre de vida, se possuímos autocontrole, se somos mestres de nós mesmos, não precisamos mostrar isto em palavras. Tudo que está vivo ao redor de nós – filhos, irmãos, irmãs, amigos, - se beneficiarão pelo que somos. Eles podem ficar impacientes conosco, intolerantes por sermos diferentes deles, mas se nos seguramos firmes em nossos ideais eles virão a nós nos momentos de necessidade. Em tempo de calamidade, raiva, impaciência, ou grande sofrimento, aquele que não é molestado por estas coisas, torna-se como uma rocha; os outros se ligarão a ele e terão seu conforto.

Isto significa que para ganhar autodomínio temos que ser insensíveis como um bloco de madeira ou uma pedra? Não devemos confundir estas idéias. Pessoas insensíveis são geralmente egoístas. O autodomínio não é para elas, ou para a pessoa que é dura e rude, e sim para ele cuja consciência se expandiu, que ao invés de se envolver completamente com os pequenos sentimentos egoístas, subitamente chega a possuir outra parte de sua vida. Ele é infundido com divino poder e naturalmente não é mais capaz de fazer qualquer coisa que é baixa ou ignóbil. Estas grandes características não chegam por acidente; elas são o resultado do nosso pensar e viver.

Não existe carência de altos ideais. Mesmo do ponto de vista da auto-preservação, da felicidade pessoal, devemos cultivar o domínio do ser, pois nele está o segredo de toda força e realização. Os mesmos esforços que estamos fazendo agora nos trarão o mais elevado. Tudo que é necessário é direção e esforço correto. Isto é o que autodomínio significa. O domínio do ser nos dá tal sabedoria que podemos sempre em todas as circunstâncias depender de nossa própria força interna.



Swami Paramananda

fonte:http://www.estudantedavedanta.net/
Imagem: Internet

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Os versos de ouro de Pitágoras




"NINGUÉM É LIVRE SEM DOMINAR A SI MESMO"



Os Versos de Ouro são um dos textos da Escola de Crotona, dos legados à humanidade deixados por Pitágoras; um legado de grande valor que se for colocado em prática, é capaz de levar o discípulo para o caminho da Sabedoria Divina e da Ascensão.

Estes versos, expressam com clareza, os compromissos pitagóricos para com a vida cotidiana assinalando um caminho de transformação de cada indivíduo; a verdadeira alquimia.

Embora Pitágoras tenha escrito esses versos há mais de 2.500 anos, ainda hoje, eles são tão atuais quanto o foram na Antiga Grécia.

Os 72 Versos :

1. Honra em primeiro lugar os deuses imortais, como manda a lei.
- (Amar a Deus acima de todas as coisas e honrar aos que se elevaram ao Seu lado, "os mestres ascensos".)

2. A seguir, reverencia o juramento que fizeste.
- (O compromisso que fizemos perante a Deus, antes da primeira encarnação, para cumprir uma missão aqui na Terra.)

3. Depois os heróis ilustres, cheios de bondade e luz.
- (Os mestres ainda não ascensos.)

4. Homenageia, então, os espíritos terrestres e manifesta por eles o devido respeito.
- (Os espíritos da natureza.)

5. Honra em seguida a teus pais, e a todos os membros da tua família.

6. Entre os outros, escolhe como amigo, o mais sábio e virtuoso.

7. Aproveita seus discursos suaves, e aprende com os atos dele, que são úteis e virtuosos.

8. Mas não afasta teu amigo por um pequeno erro,
- (Por que errar é humano.)

9. Porque o poder é limitado pela necessidade.

10. Leva bem a sério o seguinte: Deves enfrentar e vencer as paixões:

11. Primeiro a gula, depois a preguiça, a luxúria, e a raiva.

12. Não faz junto com outros, nem sozinho, o que te dá vergonha.

13. E, sobretudo, respeita a ti mesmo.

14. Pratica a justiça com teus atos e com tuas palavras.

15. E estabelece o hábito de nunca agir impensadamente.

16. Mas lembra sempre um fato, o de que a morte virá a todos;

17. E que as coisas boas do mundo são incertas, e assim como podem ser conquistadas, podem ser perdidas.

18. Suporta com paciência e sem murmúrio a tua parte, seja qual for,
- (Evite reclamar da vida.)

19. Dos sofrimentos, que o destino determinado pelos deuses, lança sobre os seres humanos.

20. Mas esforça-te por aliviar a tua dor no que for possível.

21. E lembra que o destino não manda muitas desgraças aos bons.

22. O que as pessoas pensam e dizem varia muito; agora é algo bom, em seguida é algo mau.

23. Portanto, não aceita cegamente o que ouves, nem o rejeita de modo precipitado.

24. Mas se forem ditas falsidades, retrocede suavemente e arma-te de paciência.

25. Cumpre fielmente, em todas as ocasiões, o que te digo agora:

26. Não deixa que ninguém, com palavras ou atos,

27. Te leve a fazer ou dizer o que não é melhor para ti.

28. Pensa e delibera antes de agir, para que não cometas ações tolas,

29. Porque é próprio de um homem miserável, agir e falar impensadamente.

30. Mas faze aquilo que não te trará aflições mais tarde, e que não te causará arrependimento.

31. Não faze nada que sejas incapaz de entender.

32. Porém, aprende o que for necessário saber; deste modo, tua vida será feliz.

33. Não esquece de modo algum a saúde do corpo,

34. Mas dá a ele, alimento com moderação, o exercício necessário e também repouso à tua mente.

35. O que quero dizer com a palavra moderação é que os extremos devem ser evitados.

36. Acostuma-te a uma vida decente e pura, sem luxúria.

37. Evita todas as coisas que causarão inveja,

38. E não comete exageros. Vive como alguém que sabe o que é honrado e decente.

39. Não age movido pela cobiça ou avareza. É excelente usar a justa medida em todas estas coisas.

40. Faze apenas as coisas que não podem ferir-te, e decide antes de fazê-las.

41. Ao deitares, nunca deixe que o sono se aproxime dos teus olhos cansados,

42. Enquanto não revisares, com a tua consciência mais elevada, todas as tuas ações do dia.

43. Pergunta: "Em que errei? Em que agi corretamente? Que dever deixei de cumprir?"

44. Recrimina-te pelos teus erros, alegra-te pelos acertos.

45. Pratica integralmente todas estas recomendações. Medita bem nelas. Tu deves amá-las de todo o coração.

46. São elas que te colocarão no caminho da Virtude Divina,

47. Eu o juro por aquele que transmitiu às nossas almas, o Quaternário Sagrado.

48. Aquela fonte da natureza cuja evolução é eterna.

49. Nunca começa uma tarefa, antes de pedir a bênção e a ajuda dos Deuses.

50. Quando fizeres de tudo isso um hábito,

51. Conhecerás a natureza dos deuses imortais e dos homens,

52. Verás até que ponto vai a diversidade entre os seres, e aquilo que os contém, e os mantém em unidade.

53. Verás então, de acordo com a Justiça, que a substância do Universo é a mesma em todas as coisas.

54. Deste modo não desejarás o que não deves desejar, e nada neste mundo será desconhecido de ti.

55. Perceberás também, que os homens lançam sobre si mesmos, suas próprias desgraças, voluntariamente e por sua livre escolha.

56. Como são infelizes! Não vêem, nem compreendem que o bem deles, está ao seu lado.

57. Poucos sabem como libertar-se dos seus sofrimentos.

58. Este é o peso do destino que cega a humanidade.

59. Os seres humanos andam em círculos, para lá e para cá, com sofrimentos intermináveis,

60. Porque são acompanhados por uma companheira sombria, a desunião fatal entre eles, que os lança para cima e para baixo sem que percebam.

61. Trata, discretamente, de nunca despertar desarmonia, mas foge dela!

62. Oh Deus nosso Pai, livra a todos eles de sofrimentos tão grandes,

63. Mostrando a cada um o Espírito que é seu guia.
- (O EU Superior - Anjo da Guarda.)

64. Porém, tu não deves ter medo, porque os homens pertencem a uma raça divina,

65. E a natureza sagrada tudo revelará e mostrará a eles.

66. Se ela comunicar a ti os teus segredos, colocarás em prática com facilidade todas as coisas que te recomendo.

67. E ao curar a tua alma a libertarás de todos estes males e sofrimentos.

68. Mas evita as comidas pouco recomendáveis para a purificação e a libertação da alma.

69. Avalia bem todas as coisas,

70. Buscando sempre guiar-te pela compreensão divina que tudo deveria orientar.

71. Assim, quando abandonares teu corpo físico e te elevares no éter,

72. Serás imortal e divino, terás a plenitude e não mais morrerás.

Pitágoras


http://www.grandefraternidadebranca.com.br/pitagoras.htm

sábado, 19 de junho de 2010

A sabedoria é um refúgio.....




Compartilhado pela amiga Dalvinha.

terça-feira, 15 de junho de 2010





"Os lábios da sabedoria estão fechados, exceto aos ouvidos do Entendimento."
- O CAIBALION -
Imagem enviada pela Chris

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Quietude






"Na calma profundeza de cada ser, há uma sabedoria que espera para dar forma e direção a sua vida.
No silencioso e imutável coração de cada ser, há o poder para enfrentar e abraçar todo e qualquer evento que possa vir.
Na quieta e imóvel profundeza do espírito, há um estado eterno, imutável e sem fim, sem o qual não haveria tais coisas como viver, ser, fazer, criar e co-criar.”



Mike George, Being Still - Being Powerful, Clear Thinking, 28/12/09
Compartilhado pela amiga Elci

quinta-feira, 22 de abril de 2010

A sabedoria e o amor...




A sabedoria e o amor são as duas asas dos anjos que alcançaram o Trono Divino, mas, em toda parte,quem ama segue à frente daquele que simplesmente sabe.

Chico Xavier


Texto e imagem: Internet

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Doçura natural...





"Doçura funciona como uma força magnética que atrai os outros. Ela extingue o fogo da raiva e muda o comportamento deles. Doçura não é tentar agradar com finalidades egoístas, mas indica uma intenção de ajudar as pessoas a permanecerem felizes e em paz. A doçura natural não é enjoativa mas verdadeira. Ela surge quando nos tornamos completos. Bom humor e gentileza estão imersos nela. E leveza é a companheira constante dela."


Kiran Coyote, As virtudes divinas, Organização Brahma Kumaris, São Paulo, 1997
Imagem: Internet

Doçura...




"Doçura é a capacidade de ver que há algo bom em tudo. Profundamente, em cada pessoa e situação há algo bom. Só precisamos um pouco de paciência para ver e encontrar. Quando somos capazes de compreender o segredo por trás do que está acontecendo, isto automaticamente traz doçura à nossa vida. Seja o que aconteça durante o dia, devemos ser capazes de ver o lado bom nisso. Mesmo se não conseguirmos, devemos manter a fé de que tudo o que acontece é para melhor."
Brahma Kumaris
Texto e imagem enviadas pela amiga Denise.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A sabedoria e a alegria...


Vou ensinar-te agora o modo de entenderes que não és ainda um sábio. O sábio autêntico vive em plena alegria, contente, tranquilo, imperturbável; vive em pé de igualdade com os deuses. Analisa-te então a ti próprio: se nunca te sentes triste, se nenhuma esperança te aflige o ânimo na expectativa do futuro, se dia e noite a tua alma se mantém igual a si mesma, isto é, plena de elevação e contente de si própria, então conseguiste atingir o máximo bem possível ao homem! Mas se, em toda a parte e sob todas as formas, não buscas senão o prazer, fica sabendo que tão longe estás da sabedoria como da alegria verdadeira. Pretendes obter a alegria, mas falharás o alvo se pensas vir a alcançá-la por meio das riquezas ou das honras, pois isso será o mesmo que tentar encontrar a alegria no meio da angústia; riquezas e honras, que buscas como se fossem fontes de satisfação e prazer, são apenas motivos para futuras dores.Toda a gente, repito, tende para um objectivo: a alegria, mas ignora o meio de conseguir uma alegria duradoura e profunda. Uns procuram-na nos banquetes, na libertinagem; outros, na satisfação das ambições, na multidão assídua dos clientes; outros, na posse de uma amante; outros, enfim, na inútil vanglória dos estudos liberais e de um culto improfícuo das letras. Toda esta gente se deixa iludir pelo que não passa de falaccioso e breve contentamento, tal como a embriaguez, que paga pela louca satisfação de um momento o tédio de horas infindáveis, tal como os aplausos de uma multidão entusiasmada - aplausos que se ganham e se pagam à custa de enormes angústias! Pensa bem, portanto, no que te digo: o resultado da sabedoria é a obtenção de uma alegria inalterável. A alma do sábio é semelhante à do mundo supralunar: uma perpétua serenidade. Aqui tens mais um motivo para desejares a sabedoria: alcançar um estado a que nunca falta a alegria. Uma alegria assim só pode provir da consciência das próprias virtudes: apenas o homem forte, o homem justo, o homem moderado pode ter alegria.

Séneca, 'Cartas a Lucílio'
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