A paz de Deus vem à mente quieta - UCEM

A paz de Deus vem à mente quieta - UCEM

"Não busque mudar o mundo, mas escolhe mudar a tua mente sobre o mundo" (UCEM)

"Não busque mudar o mundo, mas escolhe mudar a tua mente sobre o mundo" (UCEM)
O Perdão é a chave para a Felicidade... Nada real pode ser ameaçado. Nada irreal existe. Nisso está a Paz de Deus.

Um Curso em Milagres

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O AMOR PERMITE LIBERDADE - Osho







     "O amor permite que qualquer coisa que o outro queira fazer, ele possa fazer. Tudo o que ele quiser - se o deixa em êxtase, a escolha é dele.
     Se você ama a pessoa, então você não interfere na privacidade dela. Você deixa intocada a privacidade da pessoa.
Você não tenta invadir seu ser interior.

      A exigência básica do amor é "Eu aceito a outra pessoa como ela é" e o amor nunca tenta mudar a pessoa em função da própria idéia que se tem do outro. Você não tenta cortar a pessoa aqui e ali e deixá-la do tamanho certo - o que tem sido feito em todos os lugares no mundo inteiro...
      Se você ama, não existem condições. Se você ama, então impor condições não é o caso. Você o ama como ele é. Se você não o ama então também não há problema. Ele não é ninguém para você; impor condições não é o caso. Ele pode fazer tudo que quiser fazer.
      Se o ciúme desaparece e o amor permanece, então você tem algo sólido em sua vida, o qual vale a pena possuir.
      Quando você está compartilhando seu contentamento, você não cria uma prisão para ninguém, você simplesmente dá. Você nem mesmo espera gratidão ou agradecimento, porque você está dando não para conseguir alguma coisa, nem mesmo gratidão. Você está dando porque está tão repleto ... você precisa dar. Assim, se alguém está grato, é você quem esta grato à pessoa que ACEITOU seu amor, que aceitou seu PRESENTE. Ela o aliviou, permitiu a você que a banhasse. E quanto mais você compartilha e mais você dá MAIS VOCÊ TEM.
      Então isso não o torna um avarento, não cria um novo medo, o de que "eu posso perder isso". Na realidade, quanto mais você o perde, mais águas frescas fluem, vindas de nascentes sobre as quais você não estava consciente anteriormente.
      Se a existência toda é una e se a existência toma conta das árvores, dos animais, das montanhas, dos oceanos - desde a menor folhinha de grama até a maior estrela - então ela também toma conta de você.
      Porque ser possessivo? A possessividade mostra simplesmente uma coisa - que você não consegue confiar na existência. Você tem que conseguir uma segurança pessoal separada, uma proteção pessoal separada. Você não pode confiar na existência. A não possessividade é basicamente confiança na existência.
      Não há necessidade de possuir, porque o todo já é nosso.
      Abandone a idéia de que o apego e o amor são uma coisa só. Eles são inimigos. É o apego que destrói o amor.
      Se você limita, se você nutre o apego, o amor será destruído, se você alimenta e nutre o amor, o apego
desaparecerá por si mesmo.
      O amor e o apego não são um; são duas entidades separadas e antagônicas entre si.
      E lembre-se sempre da regra básica da vida: se você idolatra alguém, um dia você se vingará.
      Você tem que estar alerta para não ser manipulado por ninguém, não importa quão boas sejam as intenções da pessoa.
Você tem de salvar a si mesmo de tantas pessoas "bem intencionadas", benfeitoras, que constantemente o
aconselham a ser isso e a ser aquilo. Ouça-as e agradeça. Elas não querem fazer nenhum mal - mas mal é o que
acontece. Simplesmente ouça a seu próprio coração. Esse é o seu único professor.
      As pessoas o têm julgado e você aceitou a idéia dela sem um exame minucioso. Você está sofrendo todos os tipos
de julgamentos das pessoas e está jogando esses julgamentos em outras pessoas. Esse jogo alcançou proporções
incríveis e toda a humanidade está sofrendo isso.
      Se você quer sair desse estado, a primeira coisa é: não julgue a si mesmo. Aceite humildemente sua imperfeição, seus fracassos, seus erros, suas fraquezas.
      Não há necessidade de fingir o contrário, seja simplesmente você mesmo: É assim que eu sou - cheio de medo. Não consigo sair na noite escura, não consigo ir na floresta densa. O que há de errado nisso? É simplesmente humano.
      Quando você aceita, você é capaz de aceitar os outros, porque você terá um insight claro de que eles estão sofrendo da mesma doença. E aceitando-os, você irá ajudá-los a aceitar a si mesmos.
      Podemos reverter todo o processo: você se aceita e isso o torna capaz de aceitar os outros. E porque alguém os aceita, eles aprendem a beleza da aceitação pela primeira vez - QUANTA PAZ SE SENTE - e eles começam a aceitar os outros.
      Dar amor é a linda e verdadeira experiência, porque com ela você é um mestre de si mesmo. Receber amor é uma experiência muito pequena, é a experiência de um mendigo.
      Não seja um mendigo, pelo menos tratando-se de amor, seja um imperador, porque o amor é uma qualidade inesgotável em você. Você pode dar tanto quanto quiser. Não tenha preocupação que ele esgotará. O amor não é uma quantidade, mas uma qualidade e qualidade de um certa categoria que cresce ao se dar e morre se você a segura. Seja realmente esbanjador!!
      Não se importe para quem. Esta é na verdade a idéia de uma mente mesquinha: Eu darei amor a determinadas pessoas que tenham determinadas qualidades ... Você não entende que tem em abundância, que é uma nuvem de chuva. A nuvem de chuva não se importa onde chove - nas pedras, nos jardins, nos oceanos - não importa. Ela quer descarregar-se e essa descarga é um tremendo alívio.
      Assim o primeiro segredo é: não peça amor. Não espere, pensando que você dará se alguém lhe pedir - Dê!!
      Tudo passa, mas você permanece - você é a realidade.

Fonte
http://www.eradourada.com.br Fornecido por Joomla! Produzido em: 7 November, 2011, 11:10


quinta-feira, 3 de março de 2011

Alguém para amar...


Senhor, quando eu tiver fome,

dai-me alguém que necessite de comida.

Quando tiver sede,

dai-me alguém que precise de água.

Quando sentir frio,

dai-me alguém que necessite de calor.

Quando tiver um aborrecimento,

dai-me alguém que necessite de consolo.

Quando minha cruz parecer pesada,

deixe-me compartilhar a cruz do outro.

Quando me achar pobre,

ponde a meu lado alguém necessitado.

Quanto não tiver tempo,

dai-me alguém que precise

de alguns dos meus minutos.

Quando sofrer humilhação,

dai-me ocasião para elogiar alguém.

Quando estiver desanimada,

dai-me alguém para lhe dar novo ânimo.

Quando sentir a necessidade

da compreensão dos outros,

dai-me alguém que necessite da minha.

Quando sentir necessidade de que cuidem de mim,

dai-me alguém que eu tenha de atender.

Quando pensar em mim mesma,

voltai minha atenção para outra pessoa.

Tornai-nos dignos, Senhor,

de servir nossos irmãos

que vivem e morrem pobres e com fome,

no mundo de hoje.

Dai-lhes, através das nossas mãos,

o pão de cada dia e dai-lhes,

graças ao nosso amor compassivo,

a paz e a alegria.
 
 
 
Madre Tereza de Calcutá
 
 
 

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O VERDADEIRO SIGNIFICADO DO AMOR


«Que significa amar?

Amar um ser é esperar nele para sempre.



Amar um ser é não o julgar; julgar um ser é identificá-lo com aquilo que dele se conhece: «Agora, conheço-te. Agora julgo-te. Sei aquilo que vales»... Isto representa matar um ser.

Amar um ser é esperar sempre dele algo de novo, algo de melhor.

Se bem leio no Evangelho, poderei concluir da maneira pela qual Jesus saiu ao encontro dos homens e os amou e enriqueceu, que Ele sempre os considerou crianças, crianças que não haviam crescido convenientemente, que não haviam sido suficientemente amadas.

Cristo nunca os identificou com aquilo que tinham feito até então.

Pensai, por exemplo, em Maria Madalena: Cristo esperava dela algo que ninguém tinha conseguido descobrir e amou-a tanto, perdoou-lhe tão generosamente que dela obteve o amor mais puro e mais fiel e, admirados, todos à sua volta comentavam: «Será possível que ela seja assim?! Tínhamo-la julgado, pensávamos conhecê-la, haviamo-la condenado e tudo porque nunca fora convenientemente amada...»

Cristo amou-a com tal perfeição que a tornou aquilo que os outros, pobres e desconfiados, demasiado avarentos de amor, não tinham sido capazes de suscitar nela.

Cristo aguardava, esperava tudo de toda a gente. Fazia surgir, ao Seu redor, vocações, amizades e generosidades; e todos os que supunham conhecer de longa data aqueles personagens, ficavam atónitos: «Como? Zaqueu tornou-se generoso? Maria Madalena tornou-se pura e fiel? Tomé tornou-se crente? Mateus, o publicano, feito Apóstolo? E todos esses pobres, todos esses pecadores se transformaram em apóstolos e santos?... Como é possível?»

Alguém os tinha amado, tinha acreditado neles.

Alguém não havia repetido o que nós dizemos: «Não há nada a fazer dele, nada se conseguirá. Tentei tudo. Não quero tornar a vê-lo. Não volto a escrever. É perder tempo...»

Cristo foi ao encontro de cada um deles, dizendo: «Só porque não foi amado o bastante é que se tornou assim mau. Se o amassem mais, seria melhor. Se tivessem sido mais delicados, mais generosos, mais afectuosos para com ele, ele teria conseguido libertar-se daquela armadura, daquela carapaça de que se revestiu para não sofrer tanto»...


Louis Evely, em "Fraternidade e Evangelho"


Imagem: Internet






terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O amor real - Osho


No Simpósio, de Platão, Sócrates diz:


Uma pessoa que pratica os mistérios do amor estará em contato não com um reflexo, mas com a própria verdade. Para conhecer essa bênção da natureza humana, não se pode encontrar auxiliar melhor do que o amor.

 
Durante toda a minha vida, comentei sobre o amor de mil maneiras diferentes, mas a mensagem é a mesma. Apenas algo fundamental precisa ser lembrado: não se trata do amor que você acha que é amor. Nem Sócrates está falando desse amor nem eu estou.

O amor que você conhece nada mais é do que um impulso biológico; ele depende de sua química e de seus hormônios. Ele pode ser alterado muito facilmente... uma pequena mudança em sua química e o amor que você considerava como "a verdade suprema" simplesmente desaparece.

Você tem chamado a sensualidade de "amor". Essa distinção tem de ser lembrada.

Sócrates diz: "Uma pessoa que pratica os mistérios do amor..." A sensualidade não tem mistérios, ela é um simples jogo biológico. Todo animal, todo pássaro, toda árvore o conhece. Certamente o amor que tem mistérios será totalmente diferente do amor com o qual você está familiarizado.

Uma pessoa que pratica os mistérios do amor estará em contato não com um reflexo, mas com a própria verdade.

Esse amor que pode se tornar um contato com a própria verdade emerge somente a partir de sua consciência; não a partir de seu corpo, mas a partir de seu mais íntimo ser.

A sensualidade emerge a partir de seu corpo, o amor emerge a partir de sua consciência. Mas as pessoas não conhecem a própria consciência, e o mal-entendido continua: a sensualidade corporal é tomada como amor.

Muito poucas pessoas no mundo conhecem o amor. Essas pessoas são as que tornam silenciosas, pacíficas... E a partir desse silêncio e dessa paz, elas entraram em contato com o seu ser mais íntimo, com a sua alma.

Uma vez em contato com a sua alma, seu amor se torna não um relacionamento, mas simplesmente uma sombra sua. Não importa onde você ande, com quem você ande, você estará amando.

No momento, o que você chama de amor está endereçado a alguém, confinado a alguém. E o amor não é um fenômeno que possa ser confinado. Você pode tê-lo em suas mãos abertas, mas não em suas mãos fechadas. No momento em que suas mãos se fecham, elas ficam vazias. No momento em que elas se abrem, toda a existência fica a seu alcance.

Sócrates está certo: aquele que conhece o amor também conhece a verdade, pois eles são somente dois nomes para uma só experiência. E, se você não conheceu a verdade, lembre-se também de que não conheceu o amor.

Para conhecer essa bênção da natureza humana, não se pode encontrar auxiliar melhor do que o amor.

Osho, em "Amor, Liberdade e Solitude: Uma Nova Visão Sobre os Relacionamentos"
 
Fonte:http://www.palavrasdeosho.com/
Imagem inspirada por: http://sixtorivera.com/?m=200912

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Fé, amor e esperança...




«Amar significa amar o que é difícil de ser amado,

de contrário não seria virtude alguma;

perdoar significa perdoar o imperdoável,

de contrário não seria virtude alguma;

fé significa crer no inacreditável,

de contrário não seria virtude alguma.

E esperar significa esperar quando já não há esperança,

de contrário não seria virtude alguma.»



Gilbert Keith Chesterton
 

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

SEMELHANTE ATRAI SEMELHANTE - Osho


Somente uma pessoa amorosa, aquela que realmente é amorosa; pode encontrar o parceiro certo.

Essa é minha observação: se você está infeliz você irá encontrar alguém também infeliz. Pessoas infelizes são atraídas pelas pessoas infelizes. E isso é bom, é natural. É bom que as pessoas infelizes não sejam atraídas pelas pessoas felizes; senão elas destruiriam a felicidade delas. Está perfeitamente bem.
Somente pessoas felizes são atraídas pelas pessoas felizes. O semelhante atrai o semelhante. Pessoas inteligentes são atraídas pelas pessoas inteligentes; pessoas estúpidas são atraídas pelas pessoas estúpidas.

Você encontra as pessoas do mesmo plano. Então a primeira coisa a lembrar é: um relacionamento está fadado a ser amargo se este surgiu da infelicidade.
Primeiro seja feliz, seja alegre, seja festivo e então você encontrará alguma outra alma festiva e haverá um encontro de duas almas dançantes e uma grande dança irá surgir disso.

Não peça por um relacionamento a partir da solitude, não. Assim você estará indo na direção errada. Então o outro será usado como um meio e o outro lhe usará como um meio. E ninguém quer ser usado como um meio! Cada indivíduo único é um fim em si mesmo. É imoral usar alguém como um meio.Primeiro aprenda como ser só. A meditação é um caminho para ficar sozinho.

Se você puder ser feliz quando você está só, você aprendeu o segredo de ser feliz. Agora você pode ser feliz acompanhado. Se você é feliz, então você tem alguma coisa para compartilhar, para dar. E quando você dá, você obtém; não é de outra maneira. Assim surge uma necessidade de amar alguém.

Geralmente a necessidade é de ser amado por alguém. É a necessidade errada. É uma necessidade infantil; você não está amadurecido. É uma atitude infantil.

Uma criança nasce. Naturalmente, a criança não pode amar a mãe; ela não sabe o que é amar e ela não sabe quem é a mãe e quem é o pai. Ela está totalmente desamparada. Seu ser ainda está para ser integrado; ela ainda não está reunida.
Ela é somente uma possibilidade. A mãe precisa amar, o pai precisa amar, a família precisa banhar a criança de amor. Agora ela aprende uma coisa: que todos têm que amá-la. Ela nunca aprende que ela precisa amar. Agora a criança irá crescer e se ela permanecer presa nessa atitude que todo mundo tem que amá-la, ela irá sofrer por toda
sua vida. Seu corpo cresceu, mas sua mente permaneceu imatura.
Uma pessoa amadurecida é aquela que chega a conhecer a necessidade do outro: que agora tenho que amar alguém.
A necessidade de ser amado é infantil, imatura. A necessidade de amar é maturid

E quando você está preparado para amar alguém, um belo relacionamento irá surgir; de outra maneira não.

"É possível que duas pessoas num relacionamento sejam más uma para com a outra"?

Sim, isso é o que está acontecendo por todo o mundo. Ser bom é muito difícil. Você não é bom nem para si mesmo.

Como você pode ser bom para outra pessoa?
Você nem mesmo ama a si próprio! Como você pode amar outra pessoa? Ame a si mesmo, seja bom para si mesmo.

Os seus assim chamados santos têm lhe ensinado a nunca amar a si mesmo, para nunca ser bom para si mesmo.
Seja duro consigo mesmo! Eles têm lhe ensinado a ser delicado para com os outros e duro para consigo mesmo. Isso é um absurdo.

Eu lhe ensino que a primeira e mais importante coisa é ser amoroso para consigo mesmo. Não seja duro; seja delicado.
Cuide de si mesmo. Aprenda como se perdoar, cada vez mais e novamente; sete vezes, setenta e sete vezes, setecentos e setenta e sete vezes. Aprenda como perdoar a si próprio. Não seja duro; não seja antagônico consigo mesmo.

Assim você irá florescer.
Nesse florescimento você atrairá alguma outra flor. Isso é natural. Pedras atraem pedras; flores atraem flores. Assim há um relacionamento que possui graça, que possui beleza, que possui uma bênção nele.

Se você puder achar um relacionamento assim, seu relacionamento crescerá para uma oração; seu amor se tornará um êxtase e através do amor você conhecerá o que é o divino.

Fonte:http://www.luzdegaia.org/aajuda/itextos/semelhante_atrai.htm

Obs. Esta é uma das postagens mais populares do blog...





quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A maneira madura de amar....


"O rio passa ao lado de uma árvore, cumprimenta-a, alimenta-a, dá-lhe água...e vai em frente, dançando. Ele não se prende à árvore. A árvore deixa cair suas flores sobre o rio em profunda gratidão, e o rio segue em frente. O vento chega, dança ao redor da árvore e segue em frente. E a árvore empresta o seu perfume ao vento...

Se a humanidade crescesse,amadurecesse, essa seria a maneira de amar."




Osho



Imagens c/ o carinho da Denise.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Na arca da paz só entram dois a dois...


Cada vez q vc ama demais ou odeia demais está perdendo sua oportunidade de viver em paz



Carolina Corada
 

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Love Is Not A Fight - Tema do Filme A Prova de fogo

Você se importa com o seu amor?


Se esta fosse a sua história e você  tivesse uma segunda chance o que seria diferente?


"Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.



De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.



Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"



Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.



Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.



Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.



No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.



Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.



Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.



Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.



Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.



Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.



No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.



No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.



No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.



Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.



A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.



Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.



Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".



Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".



Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.



A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.



Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".



Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.



Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.



Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!"

( Busca-se autoria )

Imagem: Internet

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Idéias absurdas na sua mente....



O amor é a única religião, o único Deus, o único mistério que tem que ser vivido, compreendido. Quando o amor for compreendido, você terá compreendido todos os sábios e todos os místicos do mundo.
Não é uma coisa difícil. É tão simples quanto as batidas do seu coração ou a sua respiração. Ele vem com você, não é concedido pela sociedade. E esse é o ponto que eu quero enfatizar: o amor vem com o nascimento, mas não vem plenamente desenvolvido, é claro, assim como todo o resto. A criança tem que crescer.
A sociedade se aproveita dessa lacuna. O amor da criança leva tempo para crescer; enquanto isso a sociedade aproveita para condicionar a mente da criança com ideias falsas sobre o amor.
Na época em que está pronto para explorar o mundo do amor, você já está abarrotado com tantas bobagens sobre o amor que já não há muita esperança de que seja capaz de encontrar o autêntico e descartar o falso.
Por exemplo, todas as crianças, em todos os lugares, ouvem milhares de vezes que o amor é eterno: depois que ama uma pessoa você a amará para sempre. Se você ama uma pessoa e mais tarde sentir que não a ama mais, isso significa que nunca a amou. Ora, essa é uma ideia muito perigosa. Ela lhe dá uma ideia de um amor permanente e, na vida, nada é permanente. As flores desabrocham pela manhã e, à noite, já murcharam.
A vida é um fluxo contínuo; tudo está mudando, se movimentando. Nada é estático, nada é permanente. Estão lhe transmitindo uma ideia de amor permanente que destruirá toda a sua vida. Você vai esperar um amor permanente de uma pobre mulher e a mulher esperará um amor permanente de você também.
O amor se torna secundário, o permanente se torna mais importante. E o amor é uma flor tão delicada que não pode ser forçada a ser permanente. Você pode ter flores de plástico, que é o que as pessoas têm — casamento, família, filhos, parentes, tudo de plástico. O plástico só tem uma coisa muito espiritual: é permanente.
O amor verdadeiro é uma incerteza assim como a vida é uma incerteza. Você não pode afirmar que estará aqui amanhã. Você não pode sequer dizer que estará vivo daqui a pouco. A sua vida está mudando continuamente — desde a infância até a juventude, a meia-idade, a velhice, a morte, ela continua mudando.
O amor de verdade também mudará.
É possível que, se você for uma pessoa iluminada, o seu amor tenha transcendido as leis costumeiras da vida. Ele nem está mudando nem é permanente; simplesmente é. Não é mais uma questão de como amar; você se tornou o próprio amor, por isso o que quer que faça é amoroso. Não que você faça algo especificamente que seja amor; faça o que fizer, o seu amor se derramará sobre isso. Mas antes da iluminação o seu amor será exatamente como todo o resto: ele mudará.
Se você compreender que ele mudará, que a sua parceira pode se interessar por outra pessoa e você terá que ser compreensivo, amoroso e ter consideração por ela, deixando que ela siga o caminho que manda o coração — essa é a oportunidade que você tem de provar à sua parceira que a ama. Você a ama; mesmo que ela passe a amar outra pessoa, isso é irrelevante.
Com entendimento, é possível que o seu amor se torne um caso de uma vida inteira, mas lembre-se de que ele não será permanente. Terá altos e baixos, passará por mudanças.
É muito simples de entender. Quando começou a amar, você era muito jovem, sem nenhuma experiência; como o seu amor pode continuar igual se você se tornou uma pessoa madura? O seu amor também amadureceu. E quando você ficar mais velho o seu amor também terá um gosto diferente.
O amor continuará mudando, e de vez em quando ele precisará de uma oportunidade para mudar. Numa sociedade saudável, será possível lhe dar essa oportunidade, sem que o relacionamento seja rompido.
Mas também é possível que você tenha que mudar muitas vezes de parceiro ao longo da vida. Não há nenhum mal nisso. Na realidade, mudando muitas vezes de parceiro ao longo da vida, a sua vida ficará mais rica; e se todo mundo seguisse o que estou lhe dizendo sobre o amor, o mundo inteiro ficaria mais rico.
Mas uma ideia equivocada destruiu todas as possibilidades. No momento em que o seu parceiro olhar para outra pessoa, só olhar, os olhos dele mostrarão essa atração e você ficará fora de si. Você precisa entender que, se um homem perder o interesse pelas mulheres bonitas que vê na rua, pelas atrizes belíssimas do cinema, é isso o que você quer; que ele não se interesse por ninguém a não ser você.
Mas você não entende a psicologia humana. Se não se interessar pelas mulheres na rua, do cinema, então por que ele se interessará por você? O interesse dele pelas mulheres é a garantia de que está interessado em você, de que ainda há uma possibilidade de que o seu amor possa continuar.
Mas estamos fazendo justamente o oposto. Cada homem está tentando dar um jeito para que sua mulher não se interesse por mais ninguém além dele; ele tem de ser o único foco de atenção da mulher, o seu único interesse. As mulheres estão exigindo a mesma coisa, e ambos estão deixando o parceiro maluco. Focar a atenção numa única pessoa só pode deixar você maluco.
Para ter uma vida mais leve, mais divertida, você precisa ser flexível. Tem que se lembrar que a liberdade é o valor mais precioso e, se o amor não está lhe dando liberdade, então não é amor.
A liberdade é um critério: qualquer coisa que lhe der liberdade está certa e qualquer coisa que destruir a sua liberdade está errada. Se você conseguir se lembrar desse pequeno critério na vida, aos poucos começará a tomar o rumo certo em tudo: nos relacionamentos, nas meditações, na criatividade, naquilo que você é.
Deixar de lado velhos conceitos, conceitos vis. Por exemplo, na Índia, milhões de mulheres morreram queimadas vivas nas piras funerárias dos maridos. Isso mostra que a possessividade do marido é tamanha que ele não quer apenas possuí-la enquanto está vivo, mas tem medo do que acontecerá quando ele estiver morto! Ele não poderá fazer nada depois disso, então é melhor levá-la com ele.
E note que isso só se aplicava às mulheres — nem um único homem saltou na pira funerária da mulher em dez mil anos. O que isso significa? Significa que só as mulheres amam os homens e os homens não amam as mulheres? Significa que as mulheres não têm vida própria? A vida dela se resume na vida do marido? Quando ele morre, a vida dela também chega ao fim?
Essas ideias absurdas foram incutidas na nossa mente. Você tem que fazer uma faxina constante. Sempre que deparar com bobagens na sua mente, limpe-a, jogue-as fora. Se você estiver limpo e a sua mente, vazia, você será capaz de encontrar soluções para todos os problemas que surgirem na sua vida.

Osho, em "A Essência do Amor: Como Amar Com Consciência e Se Relacionar Sem Medo"

Imagem :http://www.myspace.com/santoshif

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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Morar na casa do Amor...



"Esta é uma imagem muito particular para o amor. Ele não é somente um sentimento que logo desaparece, mas um espaço no qual se pode permanecer. Não obstante, Jesus também indica a condição para a permanência neste amor: "Se vocês seguirem meus mandamentos, permanecerão no meu amor" (Jo 15,10).
Não podemos desfrutar sozinhos do amor de Deus, mas precisamos deixá-lo fluir para outras pessoas. Caso contrário ele é interrompido, acabando seu espaço de ação. O amor de Jesus não retém, como muitas vezes nosso amor o faz; ele doa. Por um amor assim, que liberta e entrega, que por nós morre e se dá sem limites, aspiramos na profundeza de nosso coração.
Diante do Cristo crucificado sentimos que somos incapazes de amar de verdade. Nosso amor muitas vezes se mistura com o desejo de "ter o outro para nós", de possuí-lo. Queremos segurá-lo para que jamais nos abandone, não percebendo como lhe tiramos o ar de que precisa para respirar, como lhe roubamos a possibilidade de continuar se desenvolvendo, a fim de que possa se tornar ele mesmo. Queremos, muitas vezes, moldar a pessoa amada e coagi-la a entrar na forma que nos parece mais aprazível.
O gesto da cruz expressa o contrário: é um amor que nos permite ser livres; que nos convida a deixarmos ser abraçados, mas que também nos deixa soltos para trilhar nosso próprio caminho em liberdade."

Anselm Grün, em "Abra seu coração para o amor"
 

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Doce pesar




A solidão traz em si algo de tristeza, algo de pesar, e mesmo assim uma profunda paz e silêncio. Tudo depende de como você olha para ela.

Se você se separou do ser amado, olhe para isso como uma grande oportunidade de estar sozinho. Então a visão muda. Olhe para isso como uma oportunidade para ter o seu próprio espaço.

Está ficando cada vez mais difícil termos o nosso próprio espaço, e a menos que o tenhamos, nunca nos familiarizaremos com o nosso próprio ser, nunca chegaremos a conhecer a nós mesmos.

Estamos sempre ocupados, envolvidos em milhares de coisas — relacionamentos, compromissos do dia-a-dia, preocupações, projetos, o futuro, o passado —, vivemos continuamente na superfície.

Quando a pessoa está sozinha, ela pode começar a se aquietar, a assentar. Pelo fato de não estar ocupada ela não estará se sentindo da maneira como sempre se sentiu. Será diferente, e essa diferença pode parecer muito estranha.

E certamente, quando a pessoa está separada, ela perde os seus amores, os seus entes queridos, os seus amigos, mas isso não será para sempre. É só uma pequena disciplina.

E, se você ama profundamente e mergulha fundo em si mesmo, estará ainda mais preparado para amar profundamente, pois só a pessoa que se conhece consegue amar profundamente.

Se você vive na superfície, o seu relacionamento não pode ser profundo. Afinal de contas, é o seu relacionamento. Se você tem profundidade, então o seu relacionamento terá profundidade.

Por isso, considere essa oportunidade uma bênção e aproveite-a. Delicie-se com ela. Se você lamentar muito, toda a oportunidade estará perdida.

E ela não é contra o amor, lembre-se. Não se sinta culpado. Na verdade, ela é a própria fonte do amor. O amor não é o que acostumamos pensar. Não é isso. Não é uma mistura de sentimentalismo, emoções e sentimentos. É algo muito profundo, muito fundamental.

Trata-se de um estado de espírito, e esse estado de espírito só é possível quando você penetra no seu próprio ser, quando você começa a se amar. Essa é a meditação quando a pessoa está sozinha: ame-se a si mesmo tão profundamente que, pela primeira vez, você se torna o seu próprio objeto de amor.

Portanto, nesses dias em que estiver sozinho, seja narcisista; ame a si mesmo, delicie-se consigo mesmo! Delicie-se com o seu corpo, com a sua mente, com a sua alma. E aproveite o espaço que está vazio à sua volta e preencha-o com amor. Não existe nenhum amante ali, preencha-o com amor!

Espalhe o seu amor pelo espaço, e ele começará a ficar luminoso, reluzente. E então, pela primeira vez, você saberá, quando o seu amante se aproximar de você, que agora esse amor tem uma qualidade totalmente diferente. Na realidade, você tem algo para dar, compartilhar. Agora você pode compartilhar o seu espaço, porque você tem o seu espaço.

As pessoas comuns acham que elas estão compartilhando, mas elas não têm nada para compartilhar — nenhuma poesia no coração, nenhum amor. Na verdade, quando elas dizem que querem compartilhar, não querem dar nada, porque elas não têm nada para dar.

Elas estão em busca de alguém que lhes dê algo, e o outro está no mesmo barco. Ele está procurando tirar algo de você, e você está tentando tirar algo dele. Ambos estão, de certo modo, tentando roubar algo do outro.

Por isso o conflito entre os amantes, a tensão; a tensão contínua para dominar, para possuir, para explorar, para fazer do outro um meio para atingir o prazer; para de algum modo usar o outro para a sua própria gratificação.

É claro que escondemos tudo isso atrás de lindas palavras. Dizemos: "Queremos compartilhar", mas como você pode compartilhar algo que não tem?

Portanto, aproveite o seu espaço, a sua solidão. Não o preencha com lembranças do passado nem com fantasias acerca do futuro. Deixe-o como está — puro, simples, silencioso. Delicie-se com ele; brinque, cante, dance. É uma grande alegria estar sozinho!

E não se sinta culpado. Isso também é um problema, porque os casais sempre se sentem culpados. Se estão sozinhos e se sentem felizes, eles se sentem culpados. Pensam: "Como uma pessoa pode ficar feliz longe do ser amado?" — como se você estivesse enganando a outra pessoa.

Mas, se você não consegue se sentir feliz quando está sozinho, como vai conseguir se sentir quando estiverem juntos? Portanto isso não é uma questão de enganar ninguém.

À noite, quando ninguém está olhando, a roseira está preparando a rosa. Lá nas entranhas da terra, as raízes estão preparando a rosa. Ninguém está olhando. Se a roseira pensar: "Só mostrarei as minhas rosas quando houver alguém por perto", ela não terá nada para mostrar. Não terá nada para compartilhar, porque qualquer coisa que você possa compartilhar primeiro tem que ser criada, e toda a criatividade surge das profundezas da solidão.

Portanto, deixe essa solidão ser um útero, e aproveite-a, delicie-se com ela; não sinta que está fazendo alguma coisa errada. Trata-se de uma questão de atitude e maneira de ver. Não dê a interpretação errada. A solidão não precisa ser algo para se lamentar. Ela pode ser cheia de paz e felicidade, depende de você.


Osho, em "A Essência do Amor: Como Amar com Consciência e Se Relacionar Sem Medo"


Imagem: Internet

sexta-feira, 23 de julho de 2010




Se você se relaciona, você respeita, você não pode possuir. Se você se relaciona, há uma grande reverência. Se você se relaciona, chega muito perto, muito, muito perto, em profunda intimidade, se sobrepõe. Contudo, a liberdade do outro não é invadida, o outro permanece um indivíduo independente. O relacionamento é o do eu-você e não o do eu-isso, se sobrepondo, interpenetrando, todavia num sentido independente. Khalil Gibram diz: "Sejam como dois pilares que sustentam o mesmo teto, mas não comece a possuir o outro; deixe o outro independente. Sustentem o mesmo teto: esse teto é o amor". Dois amantes sustentam algo invisível e algo imensamente valioso: uma certa poesia do ser, uma certa música ouvida nos mais profundos recantos de sua existência. Eles apoiam, apoiam uma certa harmonia, mas mesmo assim permanecem independentes. Eles podem se expor ao outro, porque não há medo algum. Eles sabem que são. Eles conhecem sua beleza interior; não há nenhum medo.

Do livro, Relacionamento Amor e Liberdade

Autor: OSHO
Imagem: Internet

sexta-feira, 14 de maio de 2010

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A necessidade de amar é maturidade.




Somente uma pessoa amorosa, aquela que realmente é amorosa; pode encontrar o parceiro certo. Essa é minha observação: se você está infeliz você irá encontrar alguém também infeliz. Pessoas infelizes são atraídas pelas pessoas infelizes.E isso é bom, é natural. É bom que as pessoas infelizes não sejam atraídas pelas pessoas felizes; senão elas destruiriam a felicidade delas. Está perfeitamente bem. Somente pessoas felizes são atraídas pelas pessoas felizes. O semelhante atrai o semelhante. Pessoas inteligentes são atraídas pelas pessoas inteligentes; pessoas estúpidas são atraídas pelas pessoas estúpidas. Você encontra as pessoas do mesmo plano. Então a primeira coisa a lembrar é: um relacionamento está fadado a ser amargo se este surgiu da infelicidade. Primeiro seja feliz, seja alegre, seja festivo e então você encontrará alguma outra alma festiva e haverá um encontro de duas almas dançantes e uma grande dança irá surgir disso. Não peça por um relacionamento a partir da solitude, não. Assim você estará indo na direção errada. Então o outro será usado como um meio e o outro lhe usará como um meio. E ninguém quer ser usado como um meio! Cada indivíduo único é um fim em si mesmo. É imoral usar alguém como um meio. Primeiro aprenda como ser só. A meditação é um caminho para ficar sozinho.Se você puder ser feliz quando você está só, você aprendeu o segredo de ser feliz. Agora você pode ser feliz acompanhado. Se você é feliz, então você tem alguma coisa para compartilhar, para dar. E quando você dá, você obtém; não é de outra maneira. Assim surge uma necessidade de amar alguém.Geralmente a necessidade é de ser amado por alguém. É a necessidade errada. É uma necessidade infantil; você não está amadurecido. É uma atitude infantil. Uma criança nasce. Naturalmente, a criança não pode amar a mãe; ela não sabe o que é amar e ela não sabe quem é a mãe e quem é o pai. Ela está totalmente desamparada. Seu ser ainda está para ser integrado; ela ainda não está reunida. Ela é somente uma possibilidade. A mãe precisa amar, o pai precisa amar, a família precisa banhar a criança de amor. Agora ela aprende uma coisa: que todos têm que amá-la. Ela nunca aprende que ela precisa amar. Agora a criança irá crescer e se ela permanecer presa nessa atitude que todo mundo tem que amá-la, ela irá sofrer por toda sua vida. Seu corpo cresceu, mas sua mente permaneceu imatura. Uma pessoa amadurecida é aquela que chega a conhecer a necessidade do outro: que agora tenho que amar alguém.A necessidade de ser amado é infantil, imatura. A necessidade de amar é maturidade. E quando você está preparado para amar alguém, um belo relacionamento irá surgir; de outra maneira não. "É possível que duas pessoas num relacionamento sejam más uma para com a outra"? Sim, isso é o que está acontecendo por todo o mundo. Ser bom é muito difícil. Você não é bom nem para si mesmo.Como você pode ser bom para outra pessoa?Você nem mesmo ama a si próprio! Como você pode amar outra pessoa? Ame a si mesmo, seja bom para si mesmo. Os seus assim chamados santos têm lhe ensinado a nunca amar a si mesmo, para nunca ser bom para si mesmo.Seja duro consigo mesmo! Eles têm lhe ensinado a ser delicado para com os outros e duro para consigo mesmo. Isso é um absurdo.Eu lhe ensino que a primeira e mais importante coisa é ser amoroso para consigo mesmo. Não seja duro; seja delicado. Cuide de si mesmo. Aprenda como se perdoar, cada vez mais e novamente; sete vezes, setenta e sete vezes, setecentos e setenta e sete vezes. Aprenda como perdoar a si próprio. Não seja duro; não seja antagônico consigo mesmo.Assim você irá florescer. Nesse florescimento você atrairá alguma outra flor. Isso é natural.Pedras atraem pedras; flores atraem flores.
(Osho)

terça-feira, 27 de abril de 2010

Isso é amor



Um dia, estava S. Agostinho diante do Sacrário a desabafar o coração: Meu Jesus, amo-Vos, amo-Vos com todas as minhas forças, e porque Vos amo, arrependo-me de haver-Vos ofendido tantas vezes na minha vida passada. E ouviu uma voz que lhe disse: – Agostinho, quanto Me amas? – Senhor, se o sangue das minhas veias fosse azeite, eu quereria que esse azeite se consumisse por vosso amor, como se consome o azeite desta lâmpada, que arde diante do vosso tabernáculo. – Agostinho, nada mais? – repetiu a voz. – Senhor, amo-Vos tanto, tanto, que se os meus ossos fossem velas, queria que se derretessem de amor, como se derretem estas velas que alumiam o vosso altar. – Agostinho, nada mais? – Senhor, amo-Vos tanto, tanto, que se eu tivesse tantos corações como há de estrelas no céu, e gotas de água no oceano, e areias na praia, e átomos no espaço, com esses corações eu Vos quisera amar. – Agostinho, nada mais? Então olhando através das suas lágrimas a porta do sacrário, encontrou a resposta digna da sua inteligência extraordinária e da sua santidade: – Senhor, como quereis que eu Vos ame mais, se o coração humano já não pode amar mais? Mas Senhor, eu amo-Vos tanto, tanto, que, se Vós fosseis Agostinho e eu fosse Deus, eu deixaria de ser Deus para que Vós o fosseis, e contentar-me-ia com ser o pobre Agostinho! – Agostinho, isso é o Amor! – foi a resposta divina.
Texto compartilhado por José Eduardo Glaeser
Imagem p/ Leonilda.

terça-feira, 13 de abril de 2010

amar....




"Quando fazemos tudo para que nos amem... e não conseguimos, resta-nos um último recurso, não fazer mais nada. Por isto digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado... melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não façamos esforços inúteis, pois o amor nasce espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais... nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende a nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho... o de nada mais fazer."

(Clarice Lispector)
Imagem: internet

Amar




O que significa exatamente amar?

O conceito do amor é tão distorcido no nosso mundo que podemos ficar confusos.
Amar não tem nada a ver com o nosso comportamento. Muita gente pensa que amar é falar com voz suave, é ser gentil, é ser simpático, é ser agradável. Entretanto, para amar, precisamos começar a nos conhecer melhor. Precisamos começar a notar que, de fato, temos um "eu" superficial e um "eu" profundo. O "eu" superficial é o ego e o "eu" profundo é a nossa essência verdadeira, o Cristo interior. Precisamos lembrar que o ego sempre fala primeiro e mais alto. Vem daí a necessidade de responder ao que outra pessoa está falando, antes mesmo que ela termine de falar - o que nos impede de realmente ouvirmos o que a pessoa está tentando nos transmitir. Essa é uma das versões do ego, que está sempre querendo se exibir ou querendo atacar ou precisando se defender.
A nossa primeira reação sempre vem do ego, embora ele também se manifeste primeiro naquelas pessoas muito quietas, naquelas que nunca dizem nada porque se sentem intimidadas ou inseguras. Essa é uma outra versão dele. A sobrevivência do ego está sempre baseada no medo. Às vezes nós passamos de uma performance tímida a uma de uma segurança excessiva de nós mesmos, ou seja, passamos de um extremo a outro sem deixar de atuar no nível do ego, sempre nos preocupando com o que as pessoas pensam de nós..., antes de começar a nos conhecer melhor.
Para termos uma expressão real de amor, primeiro precisamos encontrar a nossa verdadeira essência e deixar que ela floresça dentro de nós. Precisamos aprender a ouvir com o coração, a ver com o coração, a sentir com o coração – o ‘coração’ aqui representa a parte de nossas mentes que escolhe Deus como seu guia. Só assim vamos conseguir realmente escutar o que os outros têm a dizer, vamos poder sentir compaixão pelo próximo e poder apreciar o verdadeiro sentido do perdão e o alívio que ele pode nos trazer.
Quando nos damos conta de que sempre estivemos aprisionados pelo ego ao longo dos nossos enganos, começamos a perceber que isso também aconteceu com os outros, que eles não sabem o que estiveram fazendo tendo o ego como guia, do mesmo jeito que nós não sabíamos. Apenas dessa forma, tomando consciência disso, vamos conseguindo perdoar todas as pessoas e a nós mesmos concomitantemente. Isso é o mesmo que descobrir um mundo completamente novo dentro de nós mesmos, como uma revelação magnífica e esplendorosa. Quando começamos a perder o impulso de ‘ter que’ responder imediatamente a tudo e a todos, ou perder o medo de falar a nossa verdade, é um sinal de que o "eu" superficial está começando a dar espaço para o "eu" verdadeiro se manifestar.
No processo dessa aprendizagem, de deixar o “eu” verdadeiro se manifestar, será útil observar as palavras ou gestos que vêm à tona com muita rapidez. E em outros casos, observar o medo de nos expressar que vem à tona com enorme velocidade. O ego se manifesta de muitas formas e nós só começaremos a perceber os seus truques quando passarmos a observar constantemente o que está acontecendo dentro de nós mesmos. Vamos começar a descobrir o motivo dos nossos receios, das nossas preguiças, dos nossos medos mais escondidos, e essa revelação interior começará a produzir milagres em nossas reações e, principalmente em nossos relacionamentos. Ficaremos mais espontâneos, mais leves, mais alegres.
Um Deus amoroso não pode querer que façamos sacrifícios. Nós fazemos sacrifícios quando mentimos a nós mesmos que estamos amando: quando estamos agindo articulosamente, usando de artimanhas e manipulações para conseguir o que pensamos que queremos. O ego tem a mania de pensar que o amor é útil, porque assim, diz ele, conseguiremos o que queremos.
Nós aprendemos essas coisas no nível do ego, e, como ele quer sempre levar vantagem, a nossa vida acaba virando um sacrifício, porque temos que acabar fazendo e falando coisas com as quais realmente não concordamos. Nossos relacionamentos acabam por ser desastrosos, transformam-se em fontes de sofrimento. O sacrifício acaba quando o eu verdadeiro começa a vir à tona, porque começamos a renunciar às coisas que não vão nos fazer nenhuma falta, como a raiva, o medo, as frustrações. O ego quer sempre vencer, ele tem sempre que competir. O eu verdadeiro quer sempre encontrar uma solução onde todos possam sair ganhando. Nós vivemos num mundo aparentemente dominado pelo ego, por isso existem guerras, miséria e todos os males. Mas do mesmo jeito que as mentes são a causa dos problemas, também são a solução. Elas podem escolher mudar de ‘guia’ – escolherem Deus ao invés do ego.
A partir do momento que começamos a perceber que o bem e o mal estão dentro de nós mesmos, podemos começar a fazer escolhas diferentes.
O mundo do ego diz que o mal é sempre evidente demais e não pode estar em nós. O problema está "nos outros", eles é que estão errados. O ego quer nos fazer acreditar que somos separados uns dos outros, mas nós somos unidos em mente e, se somos unidos, temos que reconhecer que o problema que existe nos outros também existe em nós. Pode ser em grau menor ou maior, mas está presente em todo mundo. Portanto, a cura tem que partir de cada indivíduo, cada um de nós cuidando de si mesmo, dos próprios sentimentos, atitudes e pensamentos.
Deus está dentro de todos nós, Ele está sempre presente. Se estivermos conscientes de que temos uma parte de Deus em nós, ficaremos agradecidos e passaremos a escolhê-La com mais freqüência. Apenas dessa forma poderemos nos sentir confiáveis, amadurecidos e felizes. É nesse sentido que devemos amar. A extensão do amor se dá quando optamos por mudar a nossa forma de pensar, escolhendo Deus como nosso Guia.
Os problemas do mundo são apenas sintomas dos problemas de cada um de nós, por isso precisamos tratar a causa deles. Tratar a causa significa que temos que tratar de nós mesmos. Amor é sinônimo de paz e de liberdade interior. O amor verdadeiro vem junto com o perdão que abrange tudo e todos, incluindo a nós mesmos. Nesse estado não mais nos interessará querer controlar os outros. Amar é liberar. Amar é conseguir encontrar uma solução onde todos os envolvidos possam sair ganhando, porque isso traz a percepção correta de que somos unidos e não separados uns dos outros. Amar é desistir constantemente das nossas idéias preestabelecidas de como as coisas deveriam ser.
Amar é ser feliz, ao invés de ter necessidade de estar sempre com a razão. A partir de uma reflexão como essa, podemos deixar de rimar amor e dor como temos feito nesse nosso mundo.


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Eu estou determinando a ver as coisas de modo diferente




"O mundo que vemos e que parece tão insano pode ser o resultado de um sistema de crenças que não está funcionando. O sistema de crenças afirma que o passado cheio de medo vai se estender até um futuro igualmente cheio de medo, tornando passado e futuro uma coisa só. É a lembrança do medo e da dor que nos deixa tão vulneráveis. É esse sentimento de vulnerabilidade que nos faz querer controlar e prever o futuro a todo o custo.
O antigo sistema de crenças supõe que a raiva ocorre porque fomos atacados. Supõe também que o contra-ataque, por sua vez, e justificado e que somos responsáveis por "proteger" a nós mesmos, mas não somos responsáveis pela necessidade de nos proteger.
Mas é possível mudar o sistema de crenças. Para isso é necessário olhar de outra maneira cada uma das nossas amadas suposições e valores do passado. Isso significa abandonar todo e qualquer investimento no apego ao medo, à raiva, á culpa e ao sofrimento; significa deixar o passado ir embora suavemente e, com ele, todos os antigos medos que continuamos estendendo até o presente e o futuro.
"Estou determinado a ver as coisas de modo diferente" significa que estamos verdadeiramente dispostos a nos livrar do passado e do futuro a fim de viver o agora tal como ele realmente é.
A maior parte da minha vida, agi como se fosse um robô, reagindo ao que as outras pessoas diziam ou faziam. Agora reconheço que minhas reações são determinadas somente pelas minhas decisões. Reivindico minha liberdade exercendo o poder de tomar a decisão de ver as pessoas e os eventos com Amor em vez de medo.
Todas as vezes em que se sentir tentado a ver com os olhos do medo, repita a si mesmo com determinação:
'Não sou um robô - sou livre. Estou determinado a ver as coisas de modo diferente'".
Gerald Jampolsky - "Amar é libertar-se do medo"
By Eliane
Imagem: Internet
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