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quinta-feira, 22 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
Perdoar passa pelo coração e depois pela inteligência
O perdão começa sempre em nosso coração. Passa depois pela nossa inteligência. É uma decisão! Depois de concebido no coração e gestado no pensamento, ele [perdão] ganha vida por uma decisão irreversível e explícita. Enquanto não perdoamos, perpetuamos a falsa ideia de que a vingança e o ódio podem ser remédios para curar nossa dor, a vingança parece ser mais justa do que o perdão. Mas é só na hora. A longo prazo suas consequências serão terríveis e cruéis.
O perdão afeta o presente e o futuro, mas não pode mexer no passado. Não adianta nada querer sonhar com o passado melhor ou diferente. O passado foi o que foi. Não há o que fazer para mudá-lo. Podemos e devemos assimilá-lo e aprender o que ele tem a nos ensinar. Mais do que isso é impossível.
A esperança por um passado melhor é uma ilusão do encardido [demônio]. Ele é o grande especialista em passado. Jesus, ao contrário, nunca fez nenhuma pergunta sobre o passado de nunhuma pessoa. Ele nunca fez uma regressão ao passado com ninguém. Nem mesmo com aqueles que tinham sérios problemas afetivos e até sexuais. Parece estranho que o Senhor não tenha realizado uma sessão de cura interior das etapas cronológicas com Maria Madalena, Maria de Betânia, a Samaritana, Zaqueu, Pedro, Tiago e João, Judas e tantos outros que, por suas atitudes, demonstraram carregar sérios problemas oriundos da infância e mesmo na gestação.
Cristo não retomava o passado porque sabia que a única coisa que podemos fazer em relação ao passado é enxergá-lo de um jeito novo e aprender com o que ele tem a nos ensinar. Mas isso se faz vivendo intensamente o presente e projetando o futuro. Jesus foi o grande mestre do perdão. Ele nos mostra que o perdão não acontece de uma hora para outra e nem pode ser uma tentativa de abafar ou simplesmente ignorar essa dor. O perdão é um processo profundo, repetido tantas vezes quantas forem necessárias no nosso íntimo. A pressa é inimiga do perdão!
O perdão nos ensina a nos relacionar, de modo maduro, com o passado. Não é um puro esquecimento dos fatos, nem sua condenação. Não é a colocação de panos quentes e muito menos a tentativa de amenizar os acontecimentos. Perdoar é ser realista o suficiente para começar a ver o passado com os olhos do presente, voltados para o futuro.
Quem não perdoa não consegue se libertar das garras, interiores e exteriores, daquele que o machucou. Mesmo que seja necessário se afastar, temporária ou definitivamente, dessa pessoa, só podemos fazê-lo num clima de perdão.
Antes de colocar para fora do nosso coração alguém que nos machucou é preciso perdoá-lo. Sem perdão, essa pessoa vai permanecer ocupando um espaço precioso de nossa vida e continuará tendo um poder terrível sobre nós.
Do livro "Gotas de cura interior".
Padre Leo, SCJ
Fonte:
http://portalarcoiris.ning.com/forum/topics/18-de-setembro-e-o-dia-consagrado-ao-perdaosegunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Além do ressentimento
As pessoas prejudicam as outras apenas quando estão infelizes. Ninguém acorda de manhã e diz: “Sinto-me tão bem hoje! Acho que vou sair e prejudicar alguém!”.
Quando nos permitimos conhecer a profundidade da dor e confusão sentidas por aqueles que nos prejudicaram, a compaixão — o desejo de que eles se libertem de tal sofrimento — pode surgir facilmente.
Pensar assim não é lavagem cerebral ou negação do dano cometido; justamente, nos conscientizamos dele, mas vamos além do ressentimento acumulado, porque sabemos que o rancor não ajuda nem a nós nem os outros.
Thubten Chodron (EUA, 1950~)
Imagem: Internet
sábado, 22 de janeiro de 2011
Liberte-se....
Condena e te tornas prisioneiro. Perdoa e ficas livre.
Ucem LE - Lição 198
http://onovocomecothenewbeginning-moises.blogspot.com/2010/07/perdoar-alargar-o-circulo-de-compaixao.html
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
O perdão não muda o passado, mas engrandece o futuro
O PERDÃO É O CAMINHO PARA A PAZ INTERIOR.
PARA QUE SERVE O PERDÃO?
O perdão liberta-nos do passado.
O perdão permite dissolver as crenças que nos aprisionam .
O perdão oferece a possibilidade da paz interior.
Quando perdoamos e somos perdoados, as nossas vidas transformam-se. As doces promessas do perdão são mantidas. E começamos uma nova relação connosco e com o mundo.
O QUE É O PERDÃO?
Perdão é um acto de amor para consigo mesmo
Perdão é para si mesmo e não para o autor da afronta.
Perdão é recuperar nosso poder pessoal.
Perdão é assumir a responsabilidade pelo como nos sentimos.
Perdão é uma atitude que cura ou melhora a saúde física, emocional e mental.
Perdão é uma escolha.
Perdoar não significa que tenhamos que mudar o nosso comportamento em relação ao autor da ofensa .
Perdoar é uma atitude interna . ( Não obriga a voltar a relacionar-me com quem me ofendeu ou a quem ofendi)
Para perdoar não é preciso comunicar verbalmente ao autor da ofensa que está perdoado e muitas vezes as pessoas com quem estamos mais ofendidos ou zangados são aquelas que não podemos contactar .
Perdoar só precisa de uma mudança na percepção, outra maneira de ver as pessoas e as circunstâncias que nos causam dor e sofrimento.
Perdoar é uma decisão de ver além dos limites da nossa personalidade, de ver além dos medos, neuroses e erros.
Perdoar é um modo de encarar a vida que nos vai transformando aos poucos de vítimas indefesas em autores e criadores responsáveis da nossa realidade.
O que o Perdão não é:
Perdão não é fechar os olhos para a falta de amabilidade .
O perdão não significa indiferença ou inércia parante a violação de direitos pessoais ou sociais.
Perdão não precisa ser uma experiência religiosa ou sobrenatural.
Perdão não significa reconciliar-se com o autor da afronta.
Perdão não significa desistir de ter sentimentos.
O PERDÃO É ANTES UMA ATITUDE INTERNA QUE OPERA UMA MUDANÇA DE PERCEPÇÃO DO EU, DO OUTRO E DAS CIRCUNSTÃNCIAS.
EFEITOS DO PERDÃO
O perdão permite viver a vida sem mágoas. Livres do passado e sem recear o futuro.
Por isso alivia e previne o stress.
O Perdão cura sintomas físicos e doenças.
O perdão ancora a aceitação , permite viver o momento presente e a fluir e a confiar no processo da vida .
O perdão liberta-nos dos ressentimento e do sentimento de culpa e da Ira.
Abre-nos a porta para a expressão assertiva e adequada da nossa raiva
Pessoas que culpam outras pelos seus problemas ou dificuldades apresentam índices mais altos de doenças cardiovasculares e cancro.
Mesmo quem já sofreu perdas devastadoras pode e deve aprender a perdoar , tal atitude irá possibilitar-lhes aliviar e curar os sentimentos de perda e acelerar o normal fluir do bem e da prosperidade nas suas vidas
AUTO-PERDÃO O MAIOR DESAFIAO:
Perdoar a si mesmo é o maior desafio a vivênciar, é o processo de aprender a amar e a se aceitar a si mesmo .
Alèm de que só somos capazes de perdoar os outros quando aprendemos a perdoar a nós mesmos.
No auto-perdão, costuma haver uma grande resistência, pois ele requer uma mudança de atitude significativa, uma morte.
Que morte é essa? É um morrer para os velhos hábitos, morrer para a culpa, a vergonha e a auto-crítica, a auto comiseração, o ressentimento e o coitadinho de mim.
Quantas vezes condicionamos o auto-perdão a circunstâncias diferentes do momento?
O auto -perdão pressopõe uma tremenda honestidade para consigo mesmo na determinação de qual autocrítica, ou qual crença limitativa é preciso abandonar para podermos perdoar -nos?
O auto-perdão é um grande renascimento.
Permite-te.
Mais, Responsabiliza-te….
Constrói o teu caminhar de forma a sempre perdoar e ser perdoado.
O perdão é o caminho para a paz interior e para a tua autenticidade.
Que a paz interior banhe as margens do teu caminho.
Rosa maciel
Fonte: http://viveroagoramar.blogspot.com/2009/07/perdoar-para-que.html
Fonte: http://viveroagoramar.blogspot.com/2009/07/perdoar-para-que.html
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Fé, amor e esperança...
«Amar significa amar o que é difícil de ser amado,
de contrário não seria virtude alguma;
perdoar significa perdoar o imperdoável,
de contrário não seria virtude alguma;
fé significa crer no inacreditável,
de contrário não seria virtude alguma.
E esperar significa esperar quando já não há esperança,
de contrário não seria virtude alguma.»
Gilbert Keith Chesterton
Inspiraçao do blog: http://abrigodossabios-paulo.blogspot.com/2011/01/fe-amor-e-esperanca.html
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Perdão

Este é um assunto central no Um Curso Em Milagres. No entanto, o perdão ensinado pelo UCEM não é igual ao ensinado no mundo e seria necessário apresentar toda a sua metafísica para poder explicá-lo.
Porém, ainda assim, é útil fazermos uma análise sobre esse assunto e sua prática tão difícil, mesmo que não cheguemos ao perdão perfeito ensinado pelo Curso.
Algumas considerações são necessárias como ponto de partida para nossa especulação.
1- Todo mundo erra, ninguém duvida disso, embora cada um de nós tenha uma divisão marcante a respeito da classificação dos erros – graves ou não graves. E a distinção entre erros ‘perdoáveis e não perdoáveis’ produz uma grande confusão quando pensamos na viabilidade do perdão. O que não deveria nos surpreender é que, de acordo com a cultura, educação e situações diferentes, essa classificação muda de indivíduo para indivíduo e, às vezes, até mesmo sofre modificações num mesmo indivíduo, dependendo de seu estado.
2- Todas as pessoas estão sempre querendo acertar. Ninguém pode acreditar que alguma pessoa possa pensar assim: ‘eu quero errar’ – nós sempre estamos querendo acertar, mesmo quando insistimos num mesmo erro...
3- Todas as pessoas fazem o melhor que podem. Muitos podem discordar dessa afirmação. Mas, vou propor aos que discordam que pensem: todos fazem o melhor que podem de acordo com a percepção do meio em que estão e do nível de compreensão naquele momento (isso é particularmente importante) – ou seja, todos nós, se soubéssemos ‘como’, teríamos feito diferente em muitas ocasiões.
Partindo então das considerações acima, vemos que nosso mundo é realmente um mundo de enganos. E cada engano pode ser percebido e entendido de maneiras diversas. O que é relevante é percebermos que, quando nos sentimos feridos ou prejudicados de alguma forma, não nos lembramos de nada disso: nem das considerações acima, nem do fato de que o que estamos percebendo é a nossa forma particular de perceber – outra pessoa poderia não se importar com algo que nos ofendeu ou machucou.
Seguindo nossa análise, existe a necessidade de pararmos para olhar para o que estamos sentindo quando não abrimos mão de nossas mágoas e dores...
Não nos abrirmos para o perdão ‘porque quem nos feriu o não merece’ é um ditame do mundo, o qual nós nos sentimos justificados em aceitar, mesmo quando nos percebemos em intenso sofrimento causado pela nossa insistência em manter as memórias doloridas.
Após esse breve ‘raciocínio’, podemos nos perguntar agora: como perdoar?
Para responder a questão, novamente lançamos mão de algumas considerações.
1- O UCEM nos ensina que o perdão é uma memória seletiva: “perdoar é meramente lembrar apenas os pensamentos amorosos que deste no passado e aqueles que te foram dados. Todo resto tem que ser esquecido”. E mais: “O perdão é uma lembrança seletiva que não se baseia na tua própria seleção." (UCEM-T-17.III.1:1-3)
2- O perdão no mundo é sempre seletivo. E a seleção é feita por cada um de nós – tanto das pessoas a serem perdoadas quando dos fatos. O Curso diz que nós precisamos de alguém de ‘fora’ do nosso sistema de pensamentos para fazer a seleção dos pensamentos amorosos por nós. Pensemos nos motivos para isso.
Em primeiro lugar, o Curso explica que todos aqui estão sujeitos aos erros – às vezes em comportamento, às vezes apenas em pensamento. Se todos cometemos erros e estamos querendo acertar, o perdão não pode ser seletivo: todos estão sob a mesma lei. Mas, nós aprendemos a selecionar. Então, esse aprendizado está automatizado.
Em segundo lugar, todos nós temos visões parciais, já que cada um tem uma percepção diferente de cada fato e pessoa. Sendo assim, precisamos da ajuda de Deus, de Sua memória em nossas mentes: o Espírito Santo. Somente a seleção feita pelo Espírito Santo pode nos trazer a paz, pois Sua visão é a visão de Deus – do todo.
Assim, nosso exercício de perdão deve começar com essa ideia em mente: vamos realmente olhar para nossas dores, para os que nos prejudicaram, mas, enquanto tomamos consciência de que o mal estar que estamos sentindo está ligado a essas memórias, vamos, ao mesmo tempo, pedindo ao Espírito Santo que faça por nós a seleção do que devemos manter nas nossas mentes.
Falando sobre o termo memória, ele é bastante pertinente porque o motivo para a grande maioria das nossas dores está apenas na memória. Geralmente nos sentimos doloridos por uma situação que está no passado, portanto, na memória.
Se estivermos realmente abertos ao exercício do perdão, vamos experimentar, pelo menos, alguns instantes de paz. Isso também é um aprendizado. Conforme vamos ‘colecionando’ instantes de paz, pontos de memória vão se juntando e formando um caminho de fácil acesso para nossas mentes.
Assim, um dia, esse processo acontecerá sem nenhum esforço: ainda nos lembraremos da situação ou da pessoa que nos feriu, mas já não teremos mais a carga emocional que tanto nos prejudicava.
Mas, para que continuemos nosso caminho para a racionalidade do perdão, pensemos: quem realmente se beneficia com o perdão – aquele a quem eu perdôo ou eu, que ficarei livre dos pensamentos e sentimentos devastadores e pesarosos?
O perdão ensinado pelo UCEM é um processo. Precisamos entender, pensar e chegar a um ‘veredito’ sobre o porquê praticá-lo para, então, começarmos a pô-lo em prática.
Trazendo o raciocínio para mais perto da nossa vivência, vamos lembrar: as outras pessoas não podem saber o que exatamente nós sentimos. Quando nós sentimos raiva, esta não ‘pesa’ no outro, não ‘vai’ para o outro. As outras pessoas não podem saber o que sentimos, ou qual a intensidade do que sentimos...
Todos temos o ‘direito’ de sentir raiva, ódio, tristeza, desapontamento – são emoções comuns a todos. O que estamos pensando agora é que será sábio se sentirmos tudo isso apenas no momento da situação desencadeante, porque não estaremos escondendo as emoções de nós mesmos. Será muito sábio também, se nomearmos e aceitarmos tudo o que sentimos. Mas, atenção, são coisas bem diferentes: olhar para o que sentimos não é o estímulo do ressentir – é disso que estamos falando. O ressentimento serve para nos prender ao passado, fazer com que nos tornemos uma vítima de alguém, ou de uma situação que, neste momento, não está mais nos prejudicando – porque essa situação neste momento não existe.
Todo esse mesmo raciocínio se aplica à culpa. Tudo o que falamos e pensamos a respeito do perdão em relação a alguém é absoluta e intrinsecamente válido e aplicável para o auto perdão.
Porém, ainda assim, é útil fazermos uma análise sobre esse assunto e sua prática tão difícil, mesmo que não cheguemos ao perdão perfeito ensinado pelo Curso.
Algumas considerações são necessárias como ponto de partida para nossa especulação.
1- Todo mundo erra, ninguém duvida disso, embora cada um de nós tenha uma divisão marcante a respeito da classificação dos erros – graves ou não graves. E a distinção entre erros ‘perdoáveis e não perdoáveis’ produz uma grande confusão quando pensamos na viabilidade do perdão. O que não deveria nos surpreender é que, de acordo com a cultura, educação e situações diferentes, essa classificação muda de indivíduo para indivíduo e, às vezes, até mesmo sofre modificações num mesmo indivíduo, dependendo de seu estado.
2- Todas as pessoas estão sempre querendo acertar. Ninguém pode acreditar que alguma pessoa possa pensar assim: ‘eu quero errar’ – nós sempre estamos querendo acertar, mesmo quando insistimos num mesmo erro...
3- Todas as pessoas fazem o melhor que podem. Muitos podem discordar dessa afirmação. Mas, vou propor aos que discordam que pensem: todos fazem o melhor que podem de acordo com a percepção do meio em que estão e do nível de compreensão naquele momento (isso é particularmente importante) – ou seja, todos nós, se soubéssemos ‘como’, teríamos feito diferente em muitas ocasiões.
Partindo então das considerações acima, vemos que nosso mundo é realmente um mundo de enganos. E cada engano pode ser percebido e entendido de maneiras diversas. O que é relevante é percebermos que, quando nos sentimos feridos ou prejudicados de alguma forma, não nos lembramos de nada disso: nem das considerações acima, nem do fato de que o que estamos percebendo é a nossa forma particular de perceber – outra pessoa poderia não se importar com algo que nos ofendeu ou machucou.
Seguindo nossa análise, existe a necessidade de pararmos para olhar para o que estamos sentindo quando não abrimos mão de nossas mágoas e dores...
Não nos abrirmos para o perdão ‘porque quem nos feriu o não merece’ é um ditame do mundo, o qual nós nos sentimos justificados em aceitar, mesmo quando nos percebemos em intenso sofrimento causado pela nossa insistência em manter as memórias doloridas.
Após esse breve ‘raciocínio’, podemos nos perguntar agora: como perdoar?
Para responder a questão, novamente lançamos mão de algumas considerações.
1- O UCEM nos ensina que o perdão é uma memória seletiva: “perdoar é meramente lembrar apenas os pensamentos amorosos que deste no passado e aqueles que te foram dados. Todo resto tem que ser esquecido”. E mais: “O perdão é uma lembrança seletiva que não se baseia na tua própria seleção." (UCEM-T-17.III.1:1-3)
2- O perdão no mundo é sempre seletivo. E a seleção é feita por cada um de nós – tanto das pessoas a serem perdoadas quando dos fatos. O Curso diz que nós precisamos de alguém de ‘fora’ do nosso sistema de pensamentos para fazer a seleção dos pensamentos amorosos por nós. Pensemos nos motivos para isso.
Em primeiro lugar, o Curso explica que todos aqui estão sujeitos aos erros – às vezes em comportamento, às vezes apenas em pensamento. Se todos cometemos erros e estamos querendo acertar, o perdão não pode ser seletivo: todos estão sob a mesma lei. Mas, nós aprendemos a selecionar. Então, esse aprendizado está automatizado.
Em segundo lugar, todos nós temos visões parciais, já que cada um tem uma percepção diferente de cada fato e pessoa. Sendo assim, precisamos da ajuda de Deus, de Sua memória em nossas mentes: o Espírito Santo. Somente a seleção feita pelo Espírito Santo pode nos trazer a paz, pois Sua visão é a visão de Deus – do todo.
Assim, nosso exercício de perdão deve começar com essa ideia em mente: vamos realmente olhar para nossas dores, para os que nos prejudicaram, mas, enquanto tomamos consciência de que o mal estar que estamos sentindo está ligado a essas memórias, vamos, ao mesmo tempo, pedindo ao Espírito Santo que faça por nós a seleção do que devemos manter nas nossas mentes.
Falando sobre o termo memória, ele é bastante pertinente porque o motivo para a grande maioria das nossas dores está apenas na memória. Geralmente nos sentimos doloridos por uma situação que está no passado, portanto, na memória.
Se estivermos realmente abertos ao exercício do perdão, vamos experimentar, pelo menos, alguns instantes de paz. Isso também é um aprendizado. Conforme vamos ‘colecionando’ instantes de paz, pontos de memória vão se juntando e formando um caminho de fácil acesso para nossas mentes.
Assim, um dia, esse processo acontecerá sem nenhum esforço: ainda nos lembraremos da situação ou da pessoa que nos feriu, mas já não teremos mais a carga emocional que tanto nos prejudicava.
Mas, para que continuemos nosso caminho para a racionalidade do perdão, pensemos: quem realmente se beneficia com o perdão – aquele a quem eu perdôo ou eu, que ficarei livre dos pensamentos e sentimentos devastadores e pesarosos?
O perdão ensinado pelo UCEM é um processo. Precisamos entender, pensar e chegar a um ‘veredito’ sobre o porquê praticá-lo para, então, começarmos a pô-lo em prática.
Trazendo o raciocínio para mais perto da nossa vivência, vamos lembrar: as outras pessoas não podem saber o que exatamente nós sentimos. Quando nós sentimos raiva, esta não ‘pesa’ no outro, não ‘vai’ para o outro. As outras pessoas não podem saber o que sentimos, ou qual a intensidade do que sentimos...
Todos temos o ‘direito’ de sentir raiva, ódio, tristeza, desapontamento – são emoções comuns a todos. O que estamos pensando agora é que será sábio se sentirmos tudo isso apenas no momento da situação desencadeante, porque não estaremos escondendo as emoções de nós mesmos. Será muito sábio também, se nomearmos e aceitarmos tudo o que sentimos. Mas, atenção, são coisas bem diferentes: olhar para o que sentimos não é o estímulo do ressentir – é disso que estamos falando. O ressentimento serve para nos prender ao passado, fazer com que nos tornemos uma vítima de alguém, ou de uma situação que, neste momento, não está mais nos prejudicando – porque essa situação neste momento não existe.
Todo esse mesmo raciocínio se aplica à culpa. Tudo o que falamos e pensamos a respeito do perdão em relação a alguém é absoluta e intrinsecamente válido e aplicável para o auto perdão.
Fonte: http://www.grupomera.com.br/
Imagem: Internet
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quarta-feira, 30 de junho de 2010
Cultivar os jardins da paz e do amor

"Durante muitos anos, sentimos que era útil ver a mente humana como um jardim a ser cultivado e nutrido. O jardim do amor e da paz que existe em cada um de nós precisa de constante cuidado. Deve ser regado pelo nosso amor. Seu sol é a apreciação da sua beleza e o ato de compartilhar essa beleza com todos os outros.
Às vezes, quando nos distraímos ou adormecemos, surgem as ervas daninhas da raiva, do medo, da culpa, do julgamento e da condenação. Essas ervas daninhas não têm serventia alguma para nós. Por isso, no instante em que percebemos uma erva daninha no jardim, devemos arrancá-la de imediato.
Quando nos lembramos de cuidar do solo com o nosso perdão, sentimos que nosso jardim é belo, adorável, majestoso, sem nenhuma erva daninha.
A jardinagem é uma das puras alegrias da vida, uma dádiva de amor e uma bênção para nós mesmos e para os outros.
O jardineiro do solo e o jardineiro da paz e do amor são um só, pura beleza e amor intercalados com a pureza da paz eterna".
Gerald Jampolsky - "Mude sua mente e transforme sua vida"
Às vezes, quando nos distraímos ou adormecemos, surgem as ervas daninhas da raiva, do medo, da culpa, do julgamento e da condenação. Essas ervas daninhas não têm serventia alguma para nós. Por isso, no instante em que percebemos uma erva daninha no jardim, devemos arrancá-la de imediato.
Quando nos lembramos de cuidar do solo com o nosso perdão, sentimos que nosso jardim é belo, adorável, majestoso, sem nenhuma erva daninha.
A jardinagem é uma das puras alegrias da vida, uma dádiva de amor e uma bênção para nós mesmos e para os outros.
O jardineiro do solo e o jardineiro da paz e do amor são um só, pura beleza e amor intercalados com a pureza da paz eterna".
Gerald Jampolsky - "Mude sua mente e transforme sua vida"
Enviado p/ Eliane
Imagem: Internet
domingo, 27 de junho de 2010
O significado do perdão
Os problemas aparecem nesse mundo por causa do sucesso do ego em reverter causa e efeito... A única causa verdadeira nesse mundo é a mente... e todos os aspectos do mundo material são efeitos da mente. Não pode haver exceções a esse princípio, pois a mente é o único agente criativo. Isso é assim até mesmo quando ela está “criando erroneamente”, ou fazendo ilusões. A criação equivocada, ou a distorção do poder criativo de Deus, é análoga a colocar um prisma diante de uma luz. A luz que passa através do prisma é quebrada e modificada, no entanto, ainda deriva da pura luz que é a única fonte. Assim, o mundo dos fenômenos não é nada mais do que a manifestação desses raios quebrados de luz da nossa mente, aparecendo para nós em uma forma física. A física moderna nos diz que essas formas de matéria são apenas expressões de energia ou pensamento, pois os físicos reconheceram que não existe distinção verdadeira entre sujeito e objeto, nossos pensamentos e o que percebemos fora de nós. Todos são um: “Idéias não deixam sua fonte”.
Kenneth Wapnick - "Forgiveness and Jesus - the meeting place of ACIM and Christianity"
Kenneth Wapnick - "Forgiveness and Jesus - the meeting place of ACIM and Christianity"
Recebi do grupo Mera
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Escolhe outra vez....

"Cada problema que vemos em outra pessoa que queremos excluir das nossas vidas é realmente o desejo secreto de excluirmos uma parte da nossa culpa de nós mesmos de modo a não termos que soltá-la. Essa é a atração que o ego tem pela culpa. A melhor forma de conservarmos a culpa é agredindo um outro. Sempre que formos tentados a fazer isso, o Curso nos diz que há Alguém conosco que nos baterá levemente no ombro, lembrando-nos: "Meu irmão, escolhe outra vez". E a escolha é sempre entre perdoarmos ou não perdoarmos. A escolha que fazemos ao perdoar outra pessoa é a mesma escolha que fazemos para perdoar a nós mesmos. Não há nenhuma diferença entre o que está fora ou o que está dentro; tudo é uma projçeão do que sentimos dentro de nós. Se sentimos culpa dentro de nós, nesse caso é isso que vamos projetar lá fora. Se sentimos o Amor de Deus dentro de nós, então é isso que estenderemos ao que está fora. Todas as pessoas e todas as circunstâncias nas nossas vidas nos oferecem a oportunidade de ver o que está dentro do projetor das nossas mentes: elas nos oferecem a oportunidade de fazer outra escolha" (Kenneth Wapnick).
Grupo Mera
sexta-feira, 28 de maio de 2010

"É o teu perdão que trará o mundo das trevas até a luz. é o teu perdão que permite que reconheças a luz na qual vês. O perdão é a demonstração de que és a luz do mundo. Através do teu perdão, a verdade sobre ti mesmo retorna à tua memória. Portanto, é no teu perdão que está a tua salvação".
(UCEM-L.62.1)
(UCEM-L.62.1)
Texto recebido do Grupo Mera
Imagem compartilhada por Elci.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Perdão nos relacionamentos
"Deus não precisa que policiemos o universo. Apontar o dedo no rosto de uma pessoa não a ajuda a se modificar. No máximo, nossa percepção a respeito da culpa dessa pessoa só a faz afundar mais nela. Quando apontamos o dedo no rosto de alguém, figurativa ou literalmente, não nos tornamos mais aptos a corrigir o comportamento errado desse alguém. Demonstrar compaixão e perdão tem muito mais chances de suscitar uma reação saudável dessa pessoa. As pessoas tornam-se menos inclinadas a ser defensivas, e tendem a aceitar uma mudança. A maioria de nós sabe quando passou do ponto. Faríamos tudo de maneira diferente se soubéssemos como. Não precisamos ser atacados, nesse momento; precisamos de ajuda. O perdão forja um novo contexto, no qual as pessoas podem se modificar mais facilmente.
O perdão é a oportunidade de vermos as pessoas como são nesse momento.
Um ataque feito a um irmão é um lembrete sobre o passado culpado dele. Ao optar por reiterar seu erro, optamos por vivenciar mais a culpa dele. Abrir mão do passado é o mesmo que lembrar-se de que, no momento, meu irmão é inocente. É um ato de graciosa generosidade aceitar uma pessoa baseado no que sabemos ser a verdade a respeito dela, independente de ela estar em sintonia com essa verdade ou não.
Somente o amor é real. Nada mais existe de verdade. Se uma pessoa se comporta de maneira pouco amável, isso significa que, independentemente da negatividade dela - raiva ou o quer quer que seja - seu comportamento é resultado do medo e não existe verdadeiramente. Ela está tendo alucinações. Então nós a perdoamos porque não há nada que precise ser perdoado. O perdão representa o discernimento entre o que é real e o que não é real.
Quando as pessoas se comportam de maneira pouco amável é porque se esqueceram de quem são. Esqueceram-se, como se dormissem, do Cristo que reside dentro delas".
Marianne Williamson - "Um retorno ao amor"
Texto compartilhado por Eliane.
Imagem: Internet
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Raiva x perdão
"A emoção humana básica, que é a emoção básica do ego, é medo ou culpa. Não é raiva. A raiva é uma projeção da culpa e nunca é o problema. O problema real é sempre a culpa subjacente. A razão pela qual nos sentimos tão bem quando descarregamos a nossa raiva em cima de alguém é que naquele instante acreditamos que finalmente ficamos livres da nossa culpa. O problema vem na manhã seguinte, ou várias manhãs depois, quando acordamos e nos sentimos péssimos. Aí experimentamos a ressaca psicológica conhecida como depressão. Não sabemos de onde vem a depressão. Nós culpamos todo o tipo de coisas. Não nos damos conta de que a razão real da nossa depressão é nos sentirmos culpados pelo que fizemos com essa outra pessoa. Sempre que ficamos com raiva ou atacamos, nos sentimos culpados mais tarde. As pessoas falam de depressão como raiva não expressada. Em um certo nível, isso é verdade, mas embaixo da raiva está a culpa. O significado real da depressão é culpa ou ódio a si mesmo.
A coisa mais difícil em todo o mundo é responder ao ataque com perdão. No entanto, essa é a única coisa que Deus nos pede. É também a única coisa que Jesus nos pede. E, o que é bonito, ele não apenas nos deu o exemplo perfeito de como isso dever ser feito, mas permaneceu dentro de nós para ajudar-nos a fazer a mesma coisa. Não é possível respondermos assim aos ataques do mundo se não soubermos que há alguém dentro de nós que nos protege, nos ama e nos consola, pedindo que compartilhemos o seu amor com a pessoa que está nos atacando. Não podemos fazer isso sem a sua ajuda. E esse é o apelo que Jesus faz uma e outra vez em Um Curso em Milagres - que aceitemos a sua ajuda para perdoarmos".
A coisa mais difícil em todo o mundo é responder ao ataque com perdão. No entanto, essa é a única coisa que Deus nos pede. É também a única coisa que Jesus nos pede. E, o que é bonito, ele não apenas nos deu o exemplo perfeito de como isso dever ser feito, mas permaneceu dentro de nós para ajudar-nos a fazer a mesma coisa. Não é possível respondermos assim aos ataques do mundo se não soubermos que há alguém dentro de nós que nos protege, nos ama e nos consola, pedindo que compartilhemos o seu amor com a pessoa que está nos atacando. Não podemos fazer isso sem a sua ajuda. E esse é o apelo que Jesus faz uma e outra vez em Um Curso em Milagres - que aceitemos a sua ajuda para perdoarmos".
Kenneth Wapnick - "Introdução básica a Um Curso em Milagres"
Texto compartilhado p/ Eliane.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
O perdão e o fim do tempo

"Em que medida estás disposto a perdoar o teu irmão? Em que medida desejas a paz, ao invés da batalha, da miséria e da dor sem fim? Essas questões são a mesma, em formas diferentes. O perdão é a tua paz, pois dentro dele está o fim da separação e do sonho de perigo e destruição, pecado e morte, de loucura e de assassinato, pesar e perda. Esse é o 'sacrifício' que a salvação pede e alegremente oferece a paz em lugar disso.
Como é belo o mundo cujo propósito é o perdão do Filho de Deus! Como é livre do medo, como é cheio de bênçãos e felicidade! E que coisa alegre é habitar por um breve momento em um lugar tão feliz! Nem se deve esquecer, em tal mundo, que o momento é breve até que a intemporalidade venha em quietude tomar o lugar do tempo".
Um Curso em Milagres - (T-29.VI.1; 6)
Como é belo o mundo cujo propósito é o perdão do Filho de Deus! Como é livre do medo, como é cheio de bênçãos e felicidade! E que coisa alegre é habitar por um breve momento em um lugar tão feliz! Nem se deve esquecer, em tal mundo, que o momento é breve até que a intemporalidade venha em quietude tomar o lugar do tempo".
Um Curso em Milagres - (T-29.VI.1; 6)
Texto compartilhado por Eliane.
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terça-feira, 27 de abril de 2010
Sobre o perdão...

"O que poderias querer que o perdão não possa dar? Queres paz? O perdão a oferece. Queres felicidade, uma mente serena, certeza acerca do teu propósito e um senso de valor e beleza que transcende o mundo? Queres atenção, segurança e o calor da proteção garantida para sempre? Queres uma quietude que não possa ser perturbada, uma gentileza que jamais possa ser ferida, um consolo profundo e duradouro e um descanso tão perfeito que jamais possa ser transtornado?O perdão te oferece tudo isso e mais. ele brilha nos teus olhos quando acordas e te dá alegria para saudar o dia. Conforta a tua fronte enquanto dormes e repousa sobre as tuas pálpebras para que não tenhas sonhos de medo e mal, malicia e ataque. E quando acordas de novo, ele te oferece um outro dia de felicidade e paz. O perdão te oferece tudo isso, e mais.O perdão permite que seja erguido o véu que esconde face de Cristo daqueles que olham para o mundo com olhos sem perdão. Permite que reconheças o Filho de Deus e limpes a tua memória de todos os pensamentos mortos, para que a lembrança do teu Pai possa surgir no limiar da tua mente. o que poderias querer que o perdão não possa dar? Que outras dádivas além destas são dignas de serem buscadas? Que valor imaginário, que efeito trivial, que promessa fugaz que nunca será cumprida pode conter mais esperança do que aquilo que o perdão traz?"[UCEM - E-pI.122.1-3]
Compartilhado por José Eduardo Glaeser
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segunda-feira, 26 de abril de 2010
Ser

A maioria das pessoas precisa vivenciar um grande sofrimento antes de abandonar a resistência e aceitar, isto é, antes de perdoar.
Com o perdão, acontece o milagre do despertar da consciência do Ser, através do que aparenta ser um mal: a transmutação do sofrimento em paz interior. Todo o mal e todo o sofrimento do mundo vão nos forçar a descobrir quem somos realmente, para além de um nome e de uma forma.
Assim, aquilo que, de uma perspectiva limitada, percebemos como um mal é, na verdade, parte de um bem maior que não tem opositores. Entretanto, isso só se torna um bem maior através do perdão. Sem ele, o mal permanece como mal.
Perdão significa reconhecer a falta de consistência do passado e permitir que o momento presente seja como é -, e acontece o milagre da transformação, não só do lado de dentro, mas também do lado de fora. Um espaço silencioso de uma presença intensa surge dentro de nós e à nossa volta.
Seja quem for ou seja o que for que penetre no campo da consciência será afetado, por vezes de forma clara e imediata, outras em níveis mais profundos, com as mudanças só notadas algum tempo depois.
Você dissolve a discórdia, cura o sofrimento, desfaz a inconsciência - sem “fazer” nada - simplesmente “sendo” e sustentando essa frequência de presença intensa, o Ser que está sob a sua mente. Procure silenciar seus pensamentos e julgamentos. Eis que surge o seu verdadeiro “eu”.
Eckhart Tolle
Em "O Poder do Agora"
Post inspirado no blog : Fragmentos da alma.
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quinta-feira, 1 de abril de 2010
Um curso em amor - Joan Gattuso

"Você pode ter felicidade, uma mente tranqüila, um objetivo claro, uma beleza que transcenda esse mundo e todas as coisas positivas e maravilhosas que você possa imaginar. Segundo Um Curso em Milagres: 'Tudo isso, e mais ainda, lhe é oferecido pelo perdão'. Com efeito, o Curso diz o seguinte: 'O perdão oferece tudo o que eu quero'.
O verdadeiro perdão implica realmente entrarmos na nossa psique e processarmos o que há muito é nosso conflito não resolvido, os nove décimos inferiores do iceberg. Significa descobrirmos os instigadores, como certos comportamentos, atitudes, personalidades ou situações que fazem com que tenhamos reações automáticas. Também implica examinarmos os padrões familiares e os comportamentos disfuncionais causativos.
A lição que estamos aqui para aprender é o perdão. Todos temos mestres de perdão. Alguns desempenham papéis secundários enquanto outros interpretam os papéis principais. Estou certa de que você teve os seus, assim como tive os meus. Eles nos ensinam dia após dia, durante todo o tempo que estamos com eles, até que compreendemos que o que precisamos fazer é perdoar essas pessoas, e não odiá-las, recuar diante delas, desprezá-las ou tirá-las de nosso coração.
Se você já se perguntou o que está fazendo nesse planeta, sua pergunta foi respondida. Você está aqui para perdoar. O que possa ter acontecido em sua vida ocorreu para ajudá-lo a aprender essa única lição. Cada ator no palco do drama da sua vida, que, de alguma maneira o tenha aborrecido participou da peça a seu pedido subconsciente, para dar a você a oportunidade de aprender a lição do perdão.
Como as críticas e ressentimentos do nosso eu podem ser extremamente profundos, freqüentemente é mais difícil perdoarmos a nós mesmos do que aos outros. Todas as técnicas de perdão podem estar voltadas para o interior até que um estado de paz e uma sensação de clareza se instalem. Por mais difícil que seja para você perdoar a si mesmo, esse processo é absolutamente necessário para a cura total".
O verdadeiro perdão implica realmente entrarmos na nossa psique e processarmos o que há muito é nosso conflito não resolvido, os nove décimos inferiores do iceberg. Significa descobrirmos os instigadores, como certos comportamentos, atitudes, personalidades ou situações que fazem com que tenhamos reações automáticas. Também implica examinarmos os padrões familiares e os comportamentos disfuncionais causativos.
A lição que estamos aqui para aprender é o perdão. Todos temos mestres de perdão. Alguns desempenham papéis secundários enquanto outros interpretam os papéis principais. Estou certa de que você teve os seus, assim como tive os meus. Eles nos ensinam dia após dia, durante todo o tempo que estamos com eles, até que compreendemos que o que precisamos fazer é perdoar essas pessoas, e não odiá-las, recuar diante delas, desprezá-las ou tirá-las de nosso coração.
Se você já se perguntou o que está fazendo nesse planeta, sua pergunta foi respondida. Você está aqui para perdoar. O que possa ter acontecido em sua vida ocorreu para ajudá-lo a aprender essa única lição. Cada ator no palco do drama da sua vida, que, de alguma maneira o tenha aborrecido participou da peça a seu pedido subconsciente, para dar a você a oportunidade de aprender a lição do perdão.
Como as críticas e ressentimentos do nosso eu podem ser extremamente profundos, freqüentemente é mais difícil perdoarmos a nós mesmos do que aos outros. Todas as técnicas de perdão podem estar voltadas para o interior até que um estado de paz e uma sensação de clareza se instalem. Por mais difícil que seja para você perdoar a si mesmo, esse processo é absolutamente necessário para a cura total".
Texto enviado p/ Eliane
Imagem enviada pela Chris.
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sexta-feira, 26 de março de 2010
Minhas mágoas escondem a luz ...

Minhas mágoas me mostram o que não existe e escondem de mim o que quero ver. Reconhecendo isto, para que quero minhas mágoas? Elas me mantêm nas trevas e escondem a luz. Mágoas e luz não podem combinar, mas luz e visão têm de estar unidas para eu ver. Para ver, tenho de abandonar as mágoas. Eu quero ver, e este será o meio pelo qual serei bem-sucedido.
Ucem LE lição 85
Foto: Por mim mesma.
terça-feira, 9 de março de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Perdoar a ti mesmo....

"Uma oração é sempre por ti mesmo, assim como o perdão é sempre dado a ti. É impossível perdoar a um outro, pois são apenas os teus pecados que vês nele. Queres vê-los lá e não em ti mesmo. É por isso que o perdão de um outro é uma ilusão. NO entanto, é o único sonho feliz em todo o mundo, o único que não conduz à morte. Só em um outro podes perdoar a ti mesmo, pois tornaste-o culpado pelos teus pecados e nele tens que encontrar a tua inocência agora. Quem a não ser os pecadores precisam ser perdoados? E nunca penses que podes ver pecado em qualquer um exceto em ti mesmo.
Esse é o grande engano do mundo, e tu és o grande enganador de ti mesmo. Sempre parece que o outro é quem é mau e tu és aquele que é machucado pelos seus pecados. Como seria possível a liberdade se isso fosse assim? Tu serias o escravo de todos, pois o que ele faz acarreta o teu destino, os teus sentimentos, o teu desespero ou esperança, a tua miséria ou alegria. Tu não tens nenhuma liberdade a menos que ele a dê a ti. E sendo mau, ele pode apenas dar o que é. Não podes ver os seus pecados sem ver os teus. Mas podes libertá-lo e a ti mesmo também.
O perdão verdadeiramente dado é o caminho no qual se encontra a tua única esperança de liberdade. Os outros cometerão erros e tu também enquanto essa ilusão de um mundo parecer ser atua casa. No entanto, o próprio Deus deu a todos os Seus Filhos um remédio para todas as ilusões que eles pensam ver. A visão de Cristo não usa os teus olhos, mas podes olhar através dos Seus, e aprender a ver como Ele. Equívocos são sombras diminutas que passam rapidamente, e por um instante apenas pareciam esconder a face de Cristo que ainda permanece imutável atrás de todos eles. A Sua constância permanece em silêncio tranqüilo e em perfeita paz. Ele não sabe das sombras. São Seus os olhos que olham através do erro para o Cristo em ti.
Pede, então, a Sua ajuda e pergunta a Ele como aprender a perdoar assim como a Sua visão permite que seja o perdão".
UCEM - "A canção da oração"
Esse é o grande engano do mundo, e tu és o grande enganador de ti mesmo. Sempre parece que o outro é quem é mau e tu és aquele que é machucado pelos seus pecados. Como seria possível a liberdade se isso fosse assim? Tu serias o escravo de todos, pois o que ele faz acarreta o teu destino, os teus sentimentos, o teu desespero ou esperança, a tua miséria ou alegria. Tu não tens nenhuma liberdade a menos que ele a dê a ti. E sendo mau, ele pode apenas dar o que é. Não podes ver os seus pecados sem ver os teus. Mas podes libertá-lo e a ti mesmo também.
O perdão verdadeiramente dado é o caminho no qual se encontra a tua única esperança de liberdade. Os outros cometerão erros e tu também enquanto essa ilusão de um mundo parecer ser atua casa. No entanto, o próprio Deus deu a todos os Seus Filhos um remédio para todas as ilusões que eles pensam ver. A visão de Cristo não usa os teus olhos, mas podes olhar através dos Seus, e aprender a ver como Ele. Equívocos são sombras diminutas que passam rapidamente, e por um instante apenas pareciam esconder a face de Cristo que ainda permanece imutável atrás de todos eles. A Sua constância permanece em silêncio tranqüilo e em perfeita paz. Ele não sabe das sombras. São Seus os olhos que olham através do erro para o Cristo em ti.
Pede, então, a Sua ajuda e pergunta a Ele como aprender a perdoar assim como a Sua visão permite que seja o perdão".
UCEM - "A canção da oração"
Gratidão à Eliane p/ partilhar.
Imagem enviada pela Chris.
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