A paz de Deus vem à mente quieta - UCEM

A paz de Deus vem à mente quieta - UCEM

"Não busque mudar o mundo, mas escolhe mudar a tua mente sobre o mundo" (UCEM)

"Não busque mudar o mundo, mas escolhe mudar a tua mente sobre o mundo" (UCEM)
O Perdão é a chave para a Felicidade... Nada real pode ser ameaçado. Nada irreal existe. Nisso está a Paz de Deus.

Um Curso em Milagres

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

HORTO MEDICINAL - RELÓGIO DO CORPO HUMANO



A utilização de plantas para a saúde está diretamente ligada à evolução humana, pois elas influíram diretamente nas práticas religiosas, na medicina, no folclore e nas lendas.
 Ao longo dos séculos, teve sucesso e fracasso nas suas experiências. Os primeiros registros datam de 5.000 a.C. pelos chineses que já relacionavam doenças e plantas para seus tratamentos.


Baixe em pdf no link abaixo.




http://www.biodiversidade.rs.gov.br/arquivos/1159290630estudo_caso_HORTO_MEDICINAL_RELOGIO_DO_CORPO_HUMANO.pdf


Caroline Crochemore Velloso


Afaf Muhhammad Wermann


Teresinha Berwian Fusiger

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Co-Relação Não Local


Co-Relação Não Local from João Carlos Baldan on Vimeo.



Terapeuta Renata Pilnik é entrevista no Salutis de 18 de Abril e explica o que é Co-Relação Não Local, um dos princípios da física quântica que procura mostrar como dois objetos podem comunicar-se sem, necessariamente, um meio físico que os interligue.

O Papel do Observador nos Fenômenos Quânticos


O Papel do Observador nos Fenômenos Quânticos from João Carlos Baldan on Vimeo.



Você sabia que se não observar não se existe?
Pois é esta uma das importâncias do papel do observador nos fenômenos quânticos, conforme explica a terapeuta Renata Pilnik em entrevista ao Salutis na segunda dia 23 de maio de 2011.
Vale conferir.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O Milagre de Gerson

O MILAGRE GERSON apresentas o médico que criou a Terapia que leva seu nome, há mais de 75 anos, uma terapia que tem comprovado curar o câncer e outras doenças crônicas e degenerativas.

Através de sua própria luta contra sua enxaqueca, o Dr. Max Gerson concebeu um tratamento inteiramente baseado em nutrição e desintoxicação criando as condições para o próprio organismo para se curar.
Ele curou-se e desenvolveu a Terapia que leva seu nome e que tem tido enorme sucesso em curar inúmeras doença.

Temas abordado no filme:
- A indústria do câncer: com a lei do seu lado.
- Tratamentos naturais de câncer
- Dr. Max Gerson- história de sua vida
- A relação entre agricultura e doença ... e saúde!
- O papel da toxicidade e deficiência de nutrientes na doença?

A cada refeição podemos estar intoxicando nosso corpo ou nutrindo-o. A Terapia Gerson supre o organismo com mega doses de nutrientes naturais de sucos vegetais e ao mesmo tempo desintoxica o corpo através dos enemas.



terça-feira, 12 de julho de 2011

Seja espontâneo




Quando age, você sempre toma por base o passado. Você vive de acordo com as experiências que acumulou, age com base nas conclusões a que chegou no passado — como pode ser espontâneo?


O passado domina e por causa dele você nem sequer consegue ver o presente. Seus olhos estão presos ao passado, a neblina do passado é tão espessa que é impossível enxergar alguma coisa. Você não consegue ver nada! Está quase cego — cego por causa da neblina, cego por causa das conclusões que tirou no passado, cego por causa do conhecimento.



O homem instruído é a criatura mais cega deste mundo. Porque ele vive com base nos conhecimentos que tem, em vez de avaliar as circunstâncias. Ele simplesmente continua vivendo mecanicamente. Aprendeu alguma coisa; isso passa a ser um mecanismo embutido dentro dele e ele age de acordo com isso.



Há aquela história bem conhecida:



Existiam dois templos no Japão, um inimigo do outro, pois sempre existiram templos ao longo das eras. Os sacerdotes desses dois templos eram tão hostis um ao outro que nem sequer se olhavam no rosto. Se se cruzassem nas ruas, simplesmente não se olhavam. Se se cruzassem na rua, paravam de conversar; havia séculos que os sacerdotes desses dois templos não se falavam.



Mas ambos tinham um garotinho — para servi-los, levar recados. Os dois sacerdotes tinham receio de que os garotos, afinal eram só garotos, pudessem ficar amigos.



Um dos sacerdotes disse ao seu menino: — Nunca se esqueça de que o outro templo é nosso inimigo. Nunca fale com o garoto do outro templo. Eles são gente perigosa... fique longe deles. Fuja deles como o diabo da cruz!



O garoto ficou curioso... porque ele já estava cansado de ouvir longos sermões. Não conseguia entendê-los. Os sacerdotes liam escrituras estranhas, ele não compreendia aquela língua; problemas profundos, existenciais, eram discutidos. Não havia ninguém com quem brincar, ninguém com quem conversar. E quando lhe diziam para não falar com o menino do outro templo, uma grande tentação brotava dentro dele. É assim que surge a tentação. Nesse dia ele não conseguiu evitar de falar com o outro menino. Quando o viu na rua, ele perguntou: — Aonde você está indo?



O outro menino era um tanto filosófico; de ouvir grandes filosofias ele ficara filosófico. Respondeu: — Indo? Não há ninguém que venha ou que vá! Isso acontece... para onde quer que o vento me leve... — Ele tinha ouvido o mestre tantas vezes que era assim que vivia um buda, como uma folha morta, seguindo ao sabor do vento. Então o menino disse: — Eu não sou nada! Não existe ninguém que faça algo, então como posso ir a algum lugar? Que bobagem é essa que você está falando? Sou uma folha morta. Vou para onde quer que o vento me leve...



O outro menino encarava-o sem entender nada. Não conseguiu sequer articular uma resposta. Não conseguia encontrar nada para dizer. Estava de fato embaraçado, envergonhado, e pensava: "Meu mestre tinha razão ao aconselhar-me a não falar com essa gente, são gente perigosa. Que conversa é essa? Só perguntei para onde ele ia. Na verdade, eu até já sabia para onde ele estava indo, pois nós dois íamos para o mercado comprar hortaliças. Bastaria dizer isso."



O menino voltou ao templo e contou ao mestre: — Me perdoe. Você me proibiu, mas eu o desobedeci. Na verdade, sua proibição aguçou minha curiosidade. Essa é a primeira vez que converso com aquela gente perigosa. Só fiz uma pergunta: "Aonde você vai?" e ele começou a dizer umas coisas estranhas: "Não existe ir nem vir... Quem vem? Quem vai? Sou o vazio absoluto", ele disse, "sou uma folha morta. E aonde quer que o vento me leve..."



O mestre disse: — Eu disse a você! Agora, amanhã fique no mesmo lugar e, quando ele passar, pergunte a ele novamente: "Aonde está indo?" Quando ele disser essas coisas, você diz simplesmente: "É verdade. Você é uma folha morta, assim como eu. Mas, quando o vento não está soprando, para onde você vai? Aonde pode ir?" Só diga isso, e ele ficará embaraçado, tem de ficar embaraçado, tem de ficar frustrado. Estamos sempre discutindo e essa gente nunca conseguiu nos vencer em nenhum debate. Então amanhã não será diferente!



O garoto acordou cedo, decorou sua resposta, repetiu-a muitas vezes antes de sair. Então ficou esperando no local onde o outro atravessaria a rua, repetindo mentalmente a resposta, ensaiando, até avistar o garoto se aproximando. Então disse: — Agora veremos!



O menino chegou mais perto e o outro perguntou: — Aonde está indo? —, com esperança de que agora ele teria sua chance...



Mas o rapazinho disse: — Aonde quer que as pernas me levem... — Não mencionou nenhum vento, não falou do vazio, nem da questão do não-fazer... E agora, o que ele faria? A resposta que decorara não ia fazer sentido. Não podia falar sobre o vento. Desacorçoado, com vergonha por ser tão burro, ele pensou: "Esse menino de fato sabe umas coisas estranhas. Agora ele disse: 'Aonde quer que minhas pernas me levem.'"



Então ele voltou a procurar o mestre. Este respondeu: — Eu disse para não falar com essa gente! Eles são perigosos! Faz séculos que sabemos disso. Mas agora é preciso fazer alguma coisa. Amanhã, você pergunta novamente: "Aonde está indo?" e, quando ele disser: "Aonde quer que minhas pernas me levem", diga a ele: "Se você não tem pernas, então...?" É preciso fazê-lo calar a boca de um jeito ou de outro.



Então, no dia seguinte, o menino perguntou outra vez onde o outro ia e esperou a resposta.



O outro disse: — Estou indo ao mercado buscar hortaliças.

As pessoas costumam viver com base no passado — e a vida continua em constante mudança. A vida não tem obrigação nenhuma de confirmar suas conclusões. É por isso que ela é tão confusa — confusa para a pessoa instruída.



A pessoa já tem todas as respostas prontas, o Bhagavad Gita, o Alcorão, a Bíblia, os Vedas. Já se abarrotou de tudo isso, sabe todas as respostas. Mas a vida nunca levanta as mesmas questões; por isso a pessoa instruída nunca acerta o alvo.





Osho, em "Consciência: A Chave Para Viver em Equilíbrio"

Imagem por ClickFlashPhotos / Nicki Varkevisser

Publicado no blog palavras de Osho

quinta-feira, 30 de junho de 2011

The Shift | Wayne Dyer - Documental


El Dr. Wayne nos lleva a una de sus más grandes obras, y nos explica como en la vida, lo que al principio era fundamental, al final de ella, se vuelve irrelevante. Con una extraordinaria narración, y con su habilidad de expresión, te hará descubrir cual es el verdadero significado de la vida, y la belleza en cada uno de los días en que vivimos, sin duda una extraordinaria película que te hará comprender el significado de una vida plena.

Gratidão à  Simone Indio por compartilhar.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Vigiar a mente



“Como você sabe, todos os nossos problemas surgem de nós mesmos, por mais que eles possam parecer que vêm de fora; todos nós somos partes do grande todo único, e se você tentar concentrar a sua mente neste facto, e lembrar que aquelas coisas que parecem perturbar você são, na verdade, resultado da sua própria maneira de olhar o mundo e a vida, você provavelmente terá mais contentamento em sua mente. É a sua mente que deve vigiar, e não as circunstâncias nas quais está colocado. Outros já estiveram em circunstâncias piores do que as que você pensa que o rodeiam, e não ficaram tão perturbados...”



[1] “Letters That Have Helped Me”, William Judge, Theosophy Company, Los Angeles, 1946, p.176.
 
 

domingo, 19 de junho de 2011

A maneira como você está vivendo cria sua doença



Felicidade é a natureza do homem. Você não precisa se preocupar absolutamente sobre a felicidade, ela já está presente. Ela está em seu coração – você só precisa parar de ser infeliz, você precisa parar o funcionamento do mecanismo que cria a infelicidade.

Contudo, ninguém parece estar preparado para isso. As pessoas dizem, “Quero a felicidade”. Isso é como se você dissesse, ‘Eu quero saúde’ – e você continua se apegando à sua doença e você não permite a doença ir embora.

Se o doutor prescreve o remédio, você o joga fora; você nunca segue nenhuma receita. Você nunca vai para um passeio matinal, você nunca vai nadar, você nunca vai correr na praia, você nunca pratica qualquer exercício. Você continua comendo obsessivamente, você continua destruindo sua saúde – e continuamente você segue perguntando onde encontrar saúde. Mas você não muda o mecanismo que cria a enfermidade.

Saúde não alguma coisa a ser alcançada em algum lugar, ela não é um objeto. Saúde é um jeito de viver totalmente diferente. A maneira que você está vivendo cria enfermidade, a maneira que você está vivendo cria miséria.

Por exemplo, as pessoas chegam para mim e dizem que gostariam de ser felizes, mas elas não podem abandonar seus ciúmes. Se você não pode abandonar seu ciúme, o amor nunca irá crescer – as ervas daninhas do ciúme destruirão a rosa do amor. E quando o amor não cresce, você não pode ser feliz. Porque quem pode ser feliz sem o amor crescer? A menos que essa rosa floresça em você, a menos que essa fragrância seja liberada, você não pode ser feliz.

Agora as pessoas querem felicidade – mas apenas por querer, você não pode obtê-la. Querer não é o bastante. Você terá que penetrar no fenômeno da sua miséria, como você a cria – como em primeiro lugar você se tornou miserável, como você continua se tornando miserável a cada dia – qual é a sua técnica?

Porque felicidade é um fenômeno natural – se alguém está feliz não há nenhuma habilidade nisso, se alguém está feliz, não necessita de nenhum talento para ser feliz.

Os animais são felizes, as árvores são felizes, os pássaros são felizes. Toda a existência é feliz, exceto o homem. Somente o homem é tão engenhoso para criar infelicidade – ninguém mais parece ser tão talentoso. Portanto, quando você está feliz, isso é simples, é inocente, não é nada para se gabar. Mas quando você está infeliz, você está fazendo grandes coisas a si mesmo; você está fazendo algo realmente difícil.


Osho, em "The Path of Paradox"

Fonte: Osho.com
Imagem por clevercupcakes


www.palavrasdeosho.com

domingo, 5 de junho de 2011

O Problema é um tônico para o ego - Osho




O ego não se sente bem, à vontade, com montículos; ele quer montanhas. Mesmo se isso for uma miséria, não deve ser um montículo, deve ser um Everest. Mesmo que isso seja miserável, o ego não quer ser ordinariamente miserável; ele quer ser extraordinariamente miserável.

As pessoas continuam sempre criando grandes problemas do nada. Eu tenho conversado com milhares de pessoas sobre os problemas delas e realmente não encontrei ainda um problema real! Todos os problemas são falsos – você os cria porque sem problemas você se sente vazio. Não há nada para fazer, nada com o que lutar, nenhum lugar para ir. As pessoas vão de um guru para outro, de um mestre para outro, de um psicanalista para outro, de um grupo de encontros para outro, porque se não forem, eles se sentem vazios e subitamente, sentem que a vida é insignificante. Você cria os problemas para que você possa sentir que a vida é um grande trabalho, um crescimento, e que você precisa lutar muito.

O ego só pode existir quando existe luta, lembre-se – quando ele luta. E se lhe digo, ‘Mate três moscas e você ficará iluminado, você não irá acreditar em mim. Você dirá, ‘Três moscas? Isso não parece muito. E ficarei iluminado? Isso não parece ser inverossímil. Se eu disser que você terá que matar setecentos leões, é claro que isso parece mais! Quanto maior o problema maior o desafio...E com o desafio surge seu ego, ele paira nas alturas. Você cria os problemas. Eles não existem.

Os padres, os psicanalistas e os gurus – eles estão felizes porque todo o negócio deles existe por sua causa. Se você não criar montículos do nada e você não transformar seus montículos em montanhas, qual o sentido de gurus lhe ajudarem? Primeiro você precisa estar na condição de ser auxiliado.Os mestres verdadeiros dizem outra coisa. Eles dizem, “Por favor, vejam o que você está fazendo, que bobagem você está fazendo. Primeiro você cria um problema, depois você vai em busca de uma solução. Apenas veja que você está criando o problema, exatamente no princípio, quando você estiver criando o problema, essa é a solução – não o crie!” Mas isso não lhe agradará porque então você está subitamente voltando para si mesmo. Nada para fazer? Nada de iluminação? Nada de satori? Nada de samadhi? E você está profundamente cansado, vazio, tentando preencher-se com qualquer coisa.

Você não tem nenhum problema; somente isso precisa ser entendido. Agora mesmo você pode deixar todos os problemas porque eles são criações suas. Dê outra olhada nos seus problemas: quanto mais profundamente você olhar, menores eles parecerão. Continue olhando para eles e aos poucos, eles começarão a desaparecer. Prossiga olhando e subitamente você descobrirá que há uma vacuidade... Uma bela vacuidade lhe cerca. Nada para fazer, nada para ser, porque você já é isso.Iluminação não é algo a ser alcançado, é somente para ser vivido. Quando digo que alcancei a iluminação, estou simplesmente dizendo que decidi viver isso. Já chega! E desde então tenho vivido-a. É uma decisão de que agora toda essa besteira de criar problemas e encontrar soluções acabou.Toda essa bobagem é um jogo que você está jogando consigo mesmo: você mesmo está escondendo e você mesmo está procurando, você é ambas as partes. E vocês sabem disso! Eis porque quando digo isso vocês riem, dão risadas. Não estou falando sobre alguma coisa ridícula; vocês o compreendem. Vocês estão rindo de si mesmos. Apenas observem a si mesmos rindo, apenas olhem para seus próprios sorrisos; vocês o compreendem! Isso tem que ser assim porque é seu próprio jogo: você está escondendo e esperando que você mesmo seja capaz de procurar e encontrar a si mesmo.Você pode encontrar a si mesmo agora porque é você que está escondendo. Eis porque os mestres Zen prosseguem batendo. Sempre quando alguém chega e diz, “Eu gostaria de ser um Buda”, o mestre fica muito zangado. Porque ele está pedindo uma bobagem, ele é um Buda. Se Buda chegar para mim e perguntar como ser um Buda, que devo fazer? Irei bater na cabeça dele. “A quem você pensa que está enganando? Você é um Buda!”Não crie problemas desnecessários para você. E o entendimento descerá sobre você se você observar como você torna um problema cada vez maior, como você o engendra, e como você ajuda a roda a girar cada vez mais rápido. Assim de repente, você está no topo da sua miséria e você está necessitando da simpatia do mundo inteiro.

O ego precisa de problemas. Se você compreender isso, na própria compreensão as montanhas viram montículos novamente, e então os montículos também desaparecem. Subitamente há vacuidade, pura vacuidade por toda parte. Isso é tudo o que a iluminação é – um profundo entendimento de que problemas não existem.

Assim, sem nenhum problema para resolver, o que você vai fazer? Imediatamente você começa a viver. Você irá comer, irá dormir, irá amar, irá bater papo, irá cantar, irá dançar. O que tem mais para fazer? Você se tornou um deus, você começou a viver!Se as pessoas pudessem dançar um pouco mais, cantar um pouco mais, serem um pouco mais malucas, a energia delas estaria fluindo mais, e os problemas delas irão desaparecer aos poucos. Daí eu insistir tanto na dança. Dance até o orgasmo; deixe que toda a energia se torne dança e subitamente, você verá que você não tem nenhuma cabeça. A energia presa na cabeça se move ao redor, criando belos padrões, pinturas, movimentos. E quando você dança chega um momento que o seu corpo não é mais uma coisa rígida, se torna flexível, fluido. Quando você dança chega um momento quando sua fronteira não está mais tão clara; você se funde e se dissolve com o cosmos, as fronteiras ficam misturadas. Assim você não cria qualquer problema.Viva, dance, coma, durma, faça as coisas tão totalmente quanto possível. E lembre-se sempre: quando você flagrar a si mesmo criando algum problema, dê o fora dele, imediatamente.

Osho, Extraído de: Ancient Music in the Pines

Este texto foi inspirado por: http://conscienciamaxima.blogspot.com/2011/06/de-coracao-coracao-osho-o-problema-e-um.html

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Seus Pontos Fracos - Dr. Wayne Dyer


Já parou pra pensar que você pode estar viciado no sentimento de tristeza, orgulho, medo... Que simplesmente você faz escolhas baseado na sua baixa-estima: no seu complexo de inferioridade? A relevância desse assunto se dá pelo fato de que VOCÊ e não OS OUTROS é o verdadeiro responsável pelas suas escolhas, quer sejam elas boas ou ruins. O fato é que sempre tomamos uma atitude baseados na emotividade do medo. Temos medo de tentar, pois fomos criados sob uma cultura do conformismo. Temos medo de SER pois, quem é, tem que assumir a responsabilidade de ser... Então te pergunto: quais são os seus pontos fracos? sentimento de culpa, medo do desconhecido, fuga das responsabilidades, dependência, viver no passado, sentir-se injustiçado, raiva, se auto-destruir... Quais são as fraquesas que te causam o reflexo do fracasso emocional, financeiro e social? Já pensou que você pode estar sendo prisioneiro de você mesmo, vivendo sob condições de humilhação, medo, angústia e isso tudo porque você cisma em uma auto-preservação, cuja lei foi imposta a você sem uma avalição prévia do que VOCÊ realmente precisa para viver e não o que os outros querem e da forma que eles querem? Ou seja, temos que ter a aprovação dos outros, o tempo dos outros, a forma de vida dos outros. Não estou me referindo a vivermos fora da lei ou implatarmos uma "justiça com as proprias mãos". Vivemos em uma sociedade e como tal somos regidos por ela, sob leis, costumes, tradições... contanto que as mesmas nos deêm a justiça igualitária sob o regimento do respeito humanitário. Mas somos capazes de sermos únicos, com nossos pontos de vistas diferentes e de assumirmos as nossas responsabilidades: emocional, financeira, social. Refino-me aos nossos comportamentos perante a nós mesmos, as nossas ESCOLHAS! A errar e a se levantar, a gostar de si mesmo, a ser mais um realizador do que crítico, a se motivar pelo seu potencial de crescimento e não pela retificação dos seus erros. Você tem uma escolha: ou vive ou morre em vida. Assumir o comando de si próprio abandonando seus medos, suas frustações (onde muitas delas não passam de fantasias suas!) seus traumas. Você é o dono do seu destino. O seu presente é o reflexo do seu futuro onde o passado se faz enterrado. O presente é que é o teu guia. Somos bombardeados por propaganda, por vários outros meios de como temos que nos comportarmos socialmente; desde a roupa, perfumes até o nosso único meio de vida: a mente! A nossa mente é a nossa vida em espirito, alma, essencia.É a força motriz, é a geradora de energia, a fonte de nossas riquesas. E é com ela que podemos  disciplinar-nos de novo, reeducarmos, para atingir as nossas realizações, nossas metas. Lembre-se: A realidade imita a palavra.






quinta-feira, 5 de maio de 2011

quarta-feira, 4 de maio de 2011

A BIOLOGIA DO PENSAMENTO - Bruce Lipton

O cientista que ajudou a revolucionar a biologia, ao examinar as reações químicas nas células apoiado na física quântica, afirma que é a mente que modela a vida das pessoas

Por Mônica Tarantino e Eduardo Araia



Um respeitado pesquisador de células-tronco, o norte-americano Bruce Lipton rompeu as fronteiras da biologia tradicional ao incorporar a ela conceitos da física quântica. Idéias surgidas a partir dessa ótica, como a equivalência da membrana celular ao "cérebro" das células e o controle que o ambiente exerce sobre as células a partir de suas membranas, confirmam a íntima relação mente-corpo e indicam como podemos usar os pensamentos para assumir o controle de nossa vida. Lipton relata sua extraordinária trajetória em "A Biologia da Crença" (Ed. Butterfly), tema da entrevista a seguir.




Bruce Lipton - Biology of Perception 1 of 7

Bruce Lipton ' The Power Of Consciousness'

sexta-feira, 4 de março de 2011

Não deixe que os problemas se tornem seu sentido



Sempre é mais fácil abandonar os problemas do que resolvê-los. E sempre que você puder abandonar um problema, é melhor abandoná-lo que resolvê-lo, porque mesmo se você for bem sucedido na solução dele — o que é muito difícil — alguma coisa dele continuará em uma forma modificada.

Assim, a respeito de problemas, é preciso ser muito, muito específico. Primeira coisa: se você puder abandoná-los, deixá-los de lado, é melhor que resolvê-los. Se eles não puderem ser abandonados, somente então tente resolvê-los.

E a minha compreensão é de que se você estiver pronto para abandoná-los, noventa e nove por cento dos problemas poderão ser abandonados. Não há necessidade alguma de resolvê-los — eles não valem o esforço.

Se você viver muito tempo com os problemas, eles tendem a se tornar parte de seu ser. Então, uma parte de seu ser se agarra a eles e outra parte tenta resolvê-los — existe uma dicotomia. Então você se move para direções diametralmente opostas, porque uma parte tornou-se tão acostumada a eles que sem eles não será capaz de viver.

Eu conheci um casal. O marido era um alcoólatra e por quase quinze anos a esposa esteve continuamente brigando. Aquele era seu único problema. Ela veio a mim e disse: "Esse é o único problema. Se você puder resolvê-lo... E meu marido vem a você — ele é quase um discípulo seu. Ele é louco por você porque quando ele fica bêbado, ele só fala de você — nada mais! Por isso, ajude-me! Eu não desejo nenhuma iluminação," disse a mulher, "Eu não quero paz alguma em minha mente. Se meu marido não ficar mais nesse estado louco, eu estarei perfeitamente feliz."

Assim, eu falei com o marido: "Apenas por sete dias tente não beber e vamos ver o que acontece." Por sete dias ele parou. Em primeiro lugar, a mulher nunca esperava por isso. Ela tinha falado sobre isso, mas não tinha expectativas. O investimento de quinze anos de repente se foi — nada mais havia para falar a respeito, nenhum motivo mais para brigar.

E não era apenas isso — o poder dela, a atitude dela que era 'mais santa que ele'... De repente o marido não era mais aquele companheiro indecente, bêbado, e ela não podia puxá-lo para baixo repetidas vezes por todo o dia.

No sétimo dia eu fui à casa deles e perguntei: "Como você está se sentindo?" Ela disse: "Eu estou me sentindo triste. Isto é estranho — ele realmente parou! Mas eu estou me sentindo muito triste — como se todo o trabalho da minha vida tivesse se perdido. Agora eu não vejo razão pela qual eu devo viver. Aquilo havia se tornado um sentido para mim."

É muito perigoso viver com problemas por muito tempo – eles se tornam o seu sentido. Assim, imediatamente, sempre que existir um problema, a primeira coisa é: se você puder, abandone-o.

Se você não puder abandoná-lo de maneira alguma, então resolva-o. O problema que não pode ser abandonado, merece ser resolvido e você crescerá através disso.


Osho, em "Blessed are the Ignorant"
Tradução: Sw. Bodhi Champak

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Imagine....




Imagine uma nova história para sua vida e acredite nela.

Paulo Coelho

Imagem: Internet

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O que aconteceria se... pudessemos voltar ao passado sabendo o que conhecemos hoje?



O que aconteceria se... pudéssemos voltar ao passado sabendo o que conhecemos hoje?


Todo mundo ao menos uma vez na vida pensou sobre isso. Olhando o que já fizemos, com a maturidade que adquirimos ao longo da vida poderíamos ter tomado decisões erradas porque simplesmente não sabíamos o jeito certo de fazer.

E esse desejo de voltar ao passado sabendo o que conhecemos hoje, surge várias vezes ao longo de anos, principalmente quando sentimos que nossas decisões que prejudicaram outras pessoas, ou a nós mesmos, e que se tivessemos agido com mais sabedoria, e calma, reunindo o conhecimento necessário e agindo estrategicamente, talvez, os problemas que enfrentamos teriam sido evitados.

Ou ainda, voltando ao passado e levando o nosso conhecimento atual, teríamos a chance de conhecer a importância de certos fatos da vida. Saberíamos o que devemos levar a sério e o que deixar de lado. Quando brigar com a pessoa amada era necessário, que podíamos deixar de lado certas idéias - que antigamente eram valiosas - evitar as discussões sem fim, as palavras de raiva e ódio e deixar de exigir a perfeição ideal, que só existe no mundo da imaginação e de Deus.

Poderíamos dar a real importância para as pessoas que entram em nossa vida, abrir mão daquelas que nos fizeram mal e valorizar os momentos especiais daquelas que nos merecem.

Voltando ao passado até teríamos a chance de mudar de vida completamente. Estudar, fazer uma faculdade, trocar de emprego e até de família, não casar com o namorado(a) e vivendo outra vida com a pessoa que conheceríamos anos depois, mas que dexiamos escapar, que agora sabendo tudo isso, podemos mudar e dar uma nova chance para amar.

Seria a chance de fazer o que realmente desejamos. Criar uma novo EU, uma nova vida, cheia de oportunidades, saberia como quebrar as amarras, jogar para o alto tudo que impede, dar um giro que leva-se a realização de todos os sonhos e desejos já imaginados.

Seria maravilhoso, mas tem uma questão que em meio a tudo isso fica circulando em minha mente.

Sempre falamos: "Ah se eu pudesse voltar ao passado sabendo o que sei hoje eu mudaria tudo", mas...

O que você faz HOJE... com o que sabe HOJE?

Mudar o passado talvez ainda não possamos, mas mudar o presente é um poder que está ao alcance de nossas mãos.

Fonte: http://www.revistasextosentido.net/news/o-que-aconteceria-se-pudessemos-voltar-ao-passado-sabendo-o-que-conhecemos-hoje-/

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

DESINTOXICANDO-SE DAS EMOÇÕES VENENOSAS



O psicólogo Marco Aurélio Bilibio fala sobre a função psicológica das emoções e seu papel na autorealização e no adoecimento psíquico. Emoções dão colorido à vida, mas tornam-se tóxicas quando se transformam em feridas afetivas de que não sabemos mais nos libertar. Emoções tóxicas estão na raiz de vidas insatisfatórias e de pouca realização. Quando se tornam epidemias sociais levam à desorganização familiar e comunitária. Na vida profissional podem gerar prejuízos grandes à carreira, levando à relações conflitivas e desmotivação. Além da compreensão da dinâmica emocional, Marco Aurélio focaliza também atitudes e posturas que podemos aprender para nos desintoxicarmos dessas fixações e recobrarmos o fluxo natural de emoções nutritivas, tanto na vida pessoal como na profissional.

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