A paz de Deus vem à mente quieta - UCEM

A paz de Deus vem à mente quieta - UCEM

"Não busque mudar o mundo, mas escolhe mudar a tua mente sobre o mundo" (UCEM)

"Não busque mudar o mundo, mas escolhe mudar a tua mente sobre o mundo" (UCEM)
O Perdão é a chave para a Felicidade... Nada real pode ser ameaçado. Nada irreal existe. Nisso está a Paz de Deus.

Um Curso em Milagres

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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

O "amanhã" não é real. É uma ilusão. A única realidade é "AGORA.




Um guerreiro japonês foi capturado pelos seus inimigos e jogado na prisão.

Naquela noite ele sentiu-se incapaz de dormir pois sabia que no dia seguinte ele iria ser interrogado, torturado e executado.

Então as palavras de seu mestre Zen surgiram em sua mente:

"O "amanhã" não é real. É uma ilusão. A única realidade é "AGORA.
O verdadeiro sofrimento é viver ignorando este Darma".

Em meio ao seu terror subitamente compreendeu o sentido destas palavras, ficou em paz e dormiu tranqüilamente.

( sabedoria Zen )
Imagem: Internet (Abcnews)

domingo, 18 de julho de 2010

Criando e Manipulando Nossa Própria Realidade - Ilusão 3



Devemos aprender a escutar a voz do eu interior e trabalhar com ela. Podemos também simplesmente pedir ao eu interior para disponibilizar numa base consciente, respostas aos problemas. Criamos nossa realidade conforme nossas crenças e expectativas, portanto devemos examiná-las cautelosamente. Se não gostamos de um aspecto de nosso mundo, devemos então examinar nossas próprias expectativas. A formação do nosso mundo é uma réplica fiel de nossos pensamentos... Se tivermos para nós sugestões positivas a nós mesmos sobre uma situação, enviamos nossa própria munição telepática para uso positivo. Devemos aprender como apagar o pensamento negativo ou imagem negativa substituindo-os por seus opostos. Devemos freqüentemente nos dizer "Somente reagirei às sugestões construtivas”. Isso nos dá munição positiva contra nossos próprios pensamentos negativos e os dos outros. Um pensamento negativo, quando não apagado, irá quase que certamente resultar em uma condição negativa. Digamos a nós mesmos "Isto está no passado. Isto é um novo momento agora, este agora novo, já começo a mudar para melhor." Não adianta reprimir pensamentos negativos tais como medos, raiva, ou ressentimentos. Devem ser reconhecidos, enfrentados, e substituídos. Reconheça o ressentimento quando ele é sentido, e então entenda que ele pode ser liberado. O reconhecimento inicial deve ser feito. Então devemos imaginá-lo sendo removido "pela raiz" e substituí-lo com um sentimento positivo. Devemos observar os retratos que pintamos com a nossa imaginação. Nosso ambiente e as condições de nossas vidas a qualquer dado momento é o resultado direto de nossas expectativas íntimas. Se imaginarmos circunstâncias medonhas, saúde ruim ou solidão desesperada, estes serão "automaticamente" materializados, pois estes pensamentos por si só produzem as condições que darão a eles uma realidade em termos físicos. Para termos boas saúdes, devem então imaginá-la tão vívida como medrosamente imaginamos a doença. Criamos nossas próprias dificuldades. Isto é verdadeiro para cada indivíduo. O estado psicológico interno é projetado para o externo, ganhando realidade física - o que quer que possa ser o estado psicológico... As regras se aplicam a todos. Sabendo disso, devemos tentar entender qual o nosso estado psicológico e mudar nossas condições para nosso próprio benefício. Não podemos escapar de nossas próprias atitudes, pois irão formar a natureza do que vemos. Se tiver que ocorrer mudanças, deverão ser de ordem mental e psíquica. Estas serão refletidas em nosso ambiente. Atitudes negativas, receosas, medonhas ou degradantes voltadas para qualquer um, funcionam contra o eu. Se um indivíduo vê somente o mal e a desolação no mundo físico é porque está obcecado com ambos e os projeta para o externo fechando seus olhos aos outros aspectos da realidade. Se desejarmos saber o que pensamos de nós mesmos, devemos nos perguntar o que pensamos dos outros e então acharemos a resposta. O verdadeiro autoconhecimento é indispensável à saúde e a vitalidade. Reconhecer a verdade sobre o eu significa simplesmente que primeiro devemos descobrir o que pensamos de nós mesmos de modo subconsciente. Se for uma boa imagem, amplie. Se for uma pobre, reconheça que é somente uma opinião que temos tido de nós mesmos e não um "estado absoluto”. Não somos nossas emoções. Somente fluem através de nós, as sentimos e então desaparecem. Quando tentamos ocultá-las intensificam-se. Somos independentes de nossos pensamentos e emoções. Temos emoções. Utilizamos nossos pensamentos e emoções em nossa composição mental. Devemos aprender a confiar em nossa própria natureza espontânea. O nosso sistema nervoso sabe como reagir. Ele reage espontaneamente quando permitimos a ele fazê-lo. É somente quando tentamos negar as nossas emoções que elas se tornam um problema. Há uma disciplina que nos escapa por completo, e uma ordem além de qualquer uma que conheçamos. A natureza toda é espontânea. Nossos corpos serão automaticamente saudáveis se nós não projetarmos falsas idéias sobre eles. A ação aceita todo estímulo de maneira afirmativa. Eis porque uma doença é aceita por uma estrutura de personalidade, e uma vez ocorrendo isso, um conflito se desenvolve. O eu não quer abrir mão de uma porção sua mesmo enquanto ela possa estar atormentada e desvantajosa. Sintomas físicos são comunicações do eu íntimo, indicações de que estamos cometendo erros mentais de uma forma ou de outra. Não esqueça de que somos uma parte do eu íntimo. ELE NÃO ESTÁ NOS USANDO! O que devemos fazer então é mudar nossa atitude mental, buscar em nós mesmos o problema interno representado pelos sintomas, e medir nosso progresso conforme forem diminuindo. Nos subestimamos ao pensarmos que somos somente um organismo físico vivente dentro dos limites lançados sobre nós pelo tempo e espaço. Devemos aceitar a vida em seus termos e não exigir que ela se comporte de certas maneiras. Devemos aceitá-la alegremente como sua própria razão e causa em nós. A vida é abundante, vigorosa e forte. Cada um de nós possui sua própria defesa contra sugestões negativas e devemos mostrar confiança em nossa própria imunidade. Somos indivíduos singulares. Nós formamos nosso ambiente físico. NÓS CRIAMOS E MUDAMOS NOSSO MUNDO. Somos parte de tudo o que há. Não há um lugar sequer em nós onde a criatividade não exista. Devemos viver na fé de que o nosso propósito é, e será cumprido. A singularidade de nossa própria personalidade é para ser tratada com carinho. Os propósitos particulares de sua presente personalidade só podem ser cumpridos nas presentes circunstancias na forma que melhor abrange tudo. As pessoas que podemos ajudar agora e o bem particular que possamos fazer, jamais serão feitos precisamente da mesma maneira. Ao longo das idades, alguns têm reconhecido o fato de que há autoconsciência e propósito nos estados de sonho e sono, e tem mantido, mesmo na vida desperta, um sentido de continuidade do eu interior. Eles estão muito cônscios de si mesmos como sendo mais. Para tais pessoas não mais é possível identificarem-se com a consciência do ego. Quando tal conhecimento é adquirido, o ego é capaz de aceitá-lo, pois ele descobre para sua surpresa que não é menos consciente, porém mais, e que suas limitações são dissipadas.
R M


Fonte:
http://www.sintoniasaintgermain.com.br/ilusao3.html

A Armadilha do Eu/Ego - Ilusão 2



Podemos achar que nosso intelecto não possui a informação para controlar tudo isso. Então como lidar com isso? No momento que o ego externo manipula no ambiente físico, assim o ego ou o eu interno organiza e manipula na realidade interna. E é este eu interno, fora do conhecimento maciço e do âmbito ilimitado da sua consciência, que forma o mundo físico e supre o estímulo para manter o ego externo na função da percepção. O eu interno organiza, inicia, projeta e controla a transformação da energia psíquica em matéria e objetos. A energia desse eu interno é usada por ele para formar uma contraparte material (nós). Nós então lidamos com a realidade física que é criada e elaboramos nosso próprio papel criativo. O eu interior individual, através de um esforço constante de grande intensidade, coopera com outras entidades como ele próprio, para formar e manter a realidade física que nós conhecemos. O eu interno possui um reservatório virtualmente infinito do qual extrai conhecimento e experiência. Todos os tipos de opções estão disponíveis e, a diversidade da matéria física é um reflexo desta fonte profunda e variedade. Tendo decidido pela realidade física como a dimensão na qual irá expressar-se, o eu interno, primeiro de tudo, toma cuidado para formar e manter a base física sob a qual tudo mais deva depender - as propriedades desta terra que podem ser chamadas de naturais. A mais profunda, mais básica experiência subjetiva é traduzida em elementos naturais: a ampla paisagem que sustenta a vida física. Com as estruturas formadas e mantidas, outras propriedades físicas secundárias são projetadas. Por quê não é mais nítida a natureza de tudo isso? É a ignorância do ego diário e o foco limitado que o faz visualizar a assim chamada atividade inconsciente como sendo caótica. O ego atento (lidando com a realidade física) não tem meios de conhecer todo o material inconsciente diretamente. O ego diário é simplesmente não consciente o bastante para ser capaz de conter o vasto conhecimento que pertence ao eu interno consciente do qual brota. O ego externo recebe tudo mastigado, bem facilitado, sendo dado apenas aquelas emoções e sentimentos, somente aqueles dados com os quais pode lidar. Esses dados são apresentados de uma forma altamente especializada, geralmente em termos de informações adquiridas pelos sentidos físicos. O eu interno não é somente consciente, mas consciente de si mesmo, tanto como uma individualidade e como uma individualidade que é parte de todas as outras consciências. Ele está continuamente ciente de ambos estes parceiros e unicidade. O ego externo não é continuamente ciente deste fato. Ele frequentemente esquece a sua natureza "íntegra". Quando é arrastado por uma forte emoção ele parece perder-se. Quando ele mantém seu senso de individualidade, não é mais ciente de sua unicidade. Se o ego fosse ciente da barragem de comunicações telepáticas que chocam-se com ele, ele teria a maior dificuldade para reter um senso de identidade.

Imagem compartilhada por Helena

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Ilusão 1 - A identidade e a Consciência






Somos como crianças com um jogo, e pensamos que o jogo é jogado por todos. A vida física não é a regra. A identidade e a consciência já existiam bem antes da formação da Terra. Supomos que qualquer personalidade deva aparecer em termos físicos. A consciência é a força por trás da matéria, e ela forma outras realidades além da realidade física. E é, novamente, o nosso ponto de vista que é presentemente tão limitado que nos parece que a realidade física é a regra e o modo da existência. A fonte e o poder de nossa presente consciência jamais foram físicos, e há um ponto na existência onde muitos sequer sabem que tal sistema físico existe. O sistema físico é uma ilusão, porém devemos aceitá-lo e do nosso ponto de vista tentar entender as realidades que existem além dele. Não podemos objetivar as porções íntimas de nossa própria identidade, e então não as percebemos. Tanta de nossa energia é usada em produções físicas que não nos permitimos perceber qualquer realidade além da nossa própria. Como crianças brincando com blocos, focalizamos nossa atenção nos blocos físicos. Os blocos físicos aparentam ser bastante reais quando residimos em sua perspectiva. Outras figuras e formas que podemos perceber, não o fazemos. Ao nos explicar outras realidades, os de consciência mais elevada que buscamos contatar para orientar-nos, tem de usar as palavras 'figuras' e 'formas', do contrário não os entenderemos. Nossa idéia de progresso é construir blocos cada vez maiores, mas um dia iremos colocar os nossos 'brinquedos de criança' de lado. A raça humana é um estágio pelo qual várias formas de consciência viajam... A nossa é um sistema de treinamento para consciências emergentes. Antes de sermos permitidos penetrar em sistemas de realidade que são mais extensivos e abertos, devemos primeiro aprender a manejar a energia e enxergar através da materialização física, o resultado concreto do pensamento e da emoção. Quando deixamos o sistema físico após reencarnações, aprendemos a lição, e literalmente não somos mais membros da raça humana, pois elegemos deixá-la. Somente o eu consciente reside nela em qualquer caso, e outras porções de sua identidade residem simultaneamente em outros sistemas de treinamento. Em sistemas mais avançados, os pensamentos e as emoções são automaticamente e imediatamente convertidos em ação, em qualquer aproximação da matéria que haja. Então as lições devem ser bem ensinadas e bem aprendidas. A responsabilidade pela criação deve ser claramente entendida. Até um certo grau estamos em um quarto isolado e aprova de som. O ódio cria destruição naquele "quarto" e até que as lições sejam aprendidas, destruição segue destruição... Nos termos de outros sistemas aquele tipo de destruição não existe - porém acreditamos que sim, e as agonias da morte são dolorosamente sentidas. Não é que devamos ser ensinados a não destruir, pois a destruição não existe realmente. É que devemos ser treinados a criar responsavelmente. As armas de destruição são coisas óbvias que vemos. Suas contrapartes não são tão evidentes, no entanto são elas que são importantes: a auto-disciplina aprendida, o controle, a compaixão que é despertada finalmente, e a última lição final - o desejo positivo por criatividade e amor sobre ódio e destruição. Uma vez aprendido isto, está terminado o ciclo. O treinamento irá nos servir na existência em uma variedade de sistemas inter-relacionados. Se as aflições e agonias em nossos sistemas não forem sentidos como reais, a lição não será aprendida. Os mestres em nosso sistema são aqueles que estão em sua última encarnação e outras personalidades que já deixaram o sistema mas foram designados a ajudar aqueles que estão ainda nele. O sistema também inclui algumas personalidades fragmentadas que estão entrando pela primeira vez, assim como aqueles em reencarnações tardias. A humanidade sonha o mesmo sonho ao mesmo tempo, e temos nosso mundo en masse. A construção inteira é como uma peça educacional na qual somos os produtores bem como os atores. Há uma peça dentro de uma peça dentro de uma peça.Não há fim para o "dentro de " das coisas. O sonhador sonha, e o sonhador dentro do sonho sonha. Mas os sonhos não são insignificantes, e as ações dentro deles são significantes. O eu inteiro é o observador e o participante nos papéis. Em geral, qual o propósito dessa existência? Em um sentido mais básico, o propósito da vida é ser - em oposição ao não ser. Em nosso sistema de realidade tridimensional estamos aprendendo sobre energia mental (também chamada de energia do pensamento ou psíquica) e como usá-la. O conhecimento da energia mental e seu uso são aprendidos quando constantemente transformamos nossos pensamentos e emoções em forma física (nossa realidade física) e então percebendo e manejando a matéria e os eventos que são formados. Ao fazermos isso, somos supostos a obter uma visão clara de nosso desenvolvimento interior conforme vai sendo refletido pelo ambiente exterior. Tomamos parte na realidade física para que possamos operar e experienciar dentro desta dimensão. Aqui podemos desenvolver as nossas habilidades, aprender, criar, resolver problemas e ajudar os outros. Matéria é o formato que a experiência básica toma quando entra em nosso sistema tridimensional. Nossos sonhos, expectativas, crenças e emoções são literalmente transformados em matéria físicos. Como isto funciona? Cada nervo e fibra em seu corpo possuem um propósito interior despercebido. Os impulsos nervosos viajam para fora do corpo ao longo de vias invisíveis, como fazem dentro do corpo. Estas vias são os transportadores dos pensamentos telepáticos, impulsos e desejos contendo todos os dados codificados necessários para traduzir qualquer pensamento ou imagem em realidade física, alterando eventos aparentemente objetivos. Esta telepatia opera constantemente em um nível "automático" ou subconsciente, provendo comunicação para respaldar os dados sensoriais. A telepatia é a cola que mantém o universo físico no lugar para que possamos concordar com a existência e propriedades dos objetos. Em um aspecto, nosso corpo e todos os objetos físicos saem voando em todas as direções do núcleo central do eu inteiro. O ambiente físico é então tanto quanto uma parte de você quanto seu próprio corpo. O que aparenta ser uma percepção, um evento objetivo concreto independente de nós mesmos, é ao invés disso, uma materialização de nossas próprias emoções, energia e ambiente mental. Eventos e objetos são na verdade pontos focais onde impulsos psíquicos altamente carregados, são transformados em algo que podem ser fisicamente percebidos: um salto para a matéria. A intensidade de um pensamento ou imagem determina largamente a imediação da materialização física. Todas as tais imagens ou pensamentos não são completamente materializadas na nossa percepção, pois sua intensidade pode ser muito fraca.

Texto: R.M

Fonte: http://www.sintoniasaintgermain.com.br//ilusao1.html
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