A paz de Deus vem à mente quieta - UCEM

A paz de Deus vem à mente quieta - UCEM

"Não busque mudar o mundo, mas escolhe mudar a tua mente sobre o mundo" (UCEM)

"Não busque mudar o mundo, mas escolhe mudar a tua mente sobre o mundo" (UCEM)
O Perdão é a chave para a Felicidade... Nada real pode ser ameaçado. Nada irreal existe. Nisso está a Paz de Deus.

Um Curso em Milagres

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

NOW is the time....



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Patricia Cota-Robles www.eraofpeace.org




terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Vá além do ego e do dialogo interno....




"Se você quiser atingir um estado de êxtase, vá além do seu ego e do diálogo interno. Tome uma decisão de renunciar à necessidade de controlar, de ser aprovado e de julgar. Essas são as três coisas que o ego faz o tempo todo. É muito importante estar ciente a respeito delas a cada vez em que elas vem à tona."


Deepak Chopra

Imagem:http://www.yogadevi.org/yoga.html

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

A consciência espiritual cancela o ego



Abordagem sobre Cabala



Ao longo de toda a história da humanidade, religiões, filósofos e poetas deram os mais diversos nomes ao inimigo do ser humano: diabo, lúcifer, senhor das trevas, a besta, etc. Criou-se equivocadamente a imagem de uma entidade de pele vermelha, com rabo, chifres, que segura um tridente e vive no inferno. Na Cabala existe um único e real oponente do ser humano, ele é chamado: Satan. Satan, que em hebraico significa “o adversário”. Na verdade é uma palavra em código para o nosso “comportamento reativo” e nossa “má inclinação” movidos pelo ego. Esse adversário é invisível e vive dentro de nós. Para os hindus, Satan é chamado de MAYA (em sânscrito quer dizer “o que mede”). Para os psicanalistas é a “Sombra”.



O MAIOR TRUQUE DO SATAN FOI CONVENCER A HUMANIDADE DE QUE ELE NÃO EXISTE

Já vimos anteriormente que nossa verdadeira essência é o desejo (ou vontade) e que quando desejamos algo criamos um recipiente (ou receptor) em nós que deve ser preenchido pela Luz (ou Energia). Esse receptor é chamado de “Desejo de receber” que no Sistema Espiritual das Três Colunas fica na coluna da esquerda. Aprendemos também que com o Livre arbítrio (coluna central) podemos escolher se vamos receber a Luz para compartilhar com os outros (coluna da direita) ativando o circuito espiritual ou se vamos reter essa luz apenas para nós mesmos, causando um curto-circuito espiritual.

Esta ação de querer receber energia e reter apenas para si próprio é chamada na Cabala de “Desejo de receber somente para si mesmo”, e é esta justamente a natureza do Satan, uma força invisível dentro de nós, que quer que sejamos reativos, intolerantes, egoístas e individualistas, nos desviando apenas para o mundo da matéria física (Realidade do 1%) ao invés de seguirmos para a verdadeira realidade dos 99% restantes (mundo superior - espiritual). E ao introduzirmos cada vez mais cortinas (ou véus) da ilusão da dualidade entre estes 2 mundos, estaremos cessando o fluxo de energia entre eles, e assim, aumentando proporcionalmente a escuridão e o caos em nossas vidas.

LUZ (Unidade) x SATAN (Dualidade)

De acordo com a Cabala, duas estações de transmissão cósmicas – a Luz e o Satan – emitem sinais para os nossos cérebros. É uma batalha pela audiência da mente. Se pudéssemos aprender a distinguir quais pensamentos vêm da Luz e quais pensamentos têm origem no Satan, poderíamos recuperar o controle de nossas vidas. Um bom ponto de partida é o seguinte:





“Qualquer pensamento que seja imediato, alto e claro e que nos encoraje a reagir a uma situação é o Satan” (Mente racional e lógica – respostas automáticas e reativas vêm do Ego).





“Um pensamento que é dificilmente audível, uma voz fraca e quieta que emana dos recessos de nossas mentes, ele é canção da Luz. Ou se há um súbito clarão de intuição (inspiração), a transmissão está se originando também da Luz” (Mente intuitiva – respostas pró-ativas vêm da Luz).




Geralmente, não estamos em contato com a nossa intuição, e como resultado, o Satan consegue dominar as áreas da nossa mente a maior parte do tempo. Portanto, o segredo para tomarmos controle de nossas vidas é cortar o sinal do Satan. Quando paramos nossos impulsos reativos e impulsos egocêntricos (Desejo de receber somente para si mesmo), literalmente desligamos sua transmissão.

Algumas ferramentas práticas para combater o Satan: Discernimento (VIVEKA em sânscrito) para reconhecer a má inclinação, Oração, Concentração mental, Controle emocional, Meditação (busca do silêncio interior), Compartilhar com o próximo (caridade/compaixão/amor) e outras que poderiam se resumir a uma só: ao esforço espiritual (consciência de transformação) de SER UM COM DEUS (Nós e o Pai somos Um, uma única alma, a Unidade). Na cabala as palavras UM (Echad), AMOR (Ahava) e PREOCUPAÇÃO (Deaga), em hebraico, têm a numerologia 13. O número 13 representa a força acima da natureza universal, transcendendo o 12 que corresponde à fragmentação (12 signos do zodíaco, 12 tribos de Israel).



Uma das armas mais poderosas do Satan é a capacidade de nos confundir, fazendo-nos crer que sempre somos as vítimas de tudo que ocorre de errado conosco, colocando a culpa nos outros ou em agentes externos, quando na verdade, devemos ter sempre a consciência da existência da Lei do Carma (Causa e Efeito), que na Cabala é chamada de Lei do TIKUN (Correção ou Restauração), ou seja, tudo que acontece conosco (de bom ou ruim) é devido a uma ação preexistente (boa ou má) que nós mesmos geramos. Colhemos o que plantamos.

NUNCA COLOQUE A CULPA EM OUTRAS PESSOAS OU EM EVENTOS EXTERNOS.



VOCÊ É SEMPRE RESPONSÁVEL POR TUDO QUE ACONTECE EM SUA VIDA.

No Zohar (Livro do Esplendor) o Criador diz: “Abra para Mim uma pequena abertura, do tamanho do buraco de uma agulha, e Eu abrirei para você os Portões Celestiais”. O Criador quer nos dar tudo, só temos que nos abrir para receber.
Imagem: Internet

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O NASCIMENTO DA EMOÇÃO ( O corpo de dor ) - 2




Além da agitação do pensamento, embora não inteiramente separada dele, existe outra dimensão do ego: a emoção. Isso não quer dizer que todo pensamento e toda emoção pertençam ao ego. Esses elementos se convertem no ego apenas quando nos identificamos com eles ou quando eles assumem o controle sobre nós, isto é, quando se tornam o eu.
O organismo físico, nosso corpo, tem inteligência própria, assim como os organismos de todas as formas de vida. E essa inteligência reage ao que a mente diz, aos pensamentos. Portanto, a emoção é a resposta do corpo à mente. A inteligência do corpo, evidentemente, é uma parte inseparável da inteligência universal, uma das suas incontáveis manifestações. Ela dá coesão temporária aos átomos e às moléculas que constituem o organismo físico. E o princípio organizador por trás do funcionamento de todos os órgãos; da conversão de oxigênio e alimento em energia; dos batimentos cardíacos e da circulação do sangue; do sistema imunológico, que protege o corpo dos invasores; e da conversão das informações sensoriais em impulsos nervosos que são enviados ao cérebro, decodificados e reagrupados num quadro interior coerente com a realidade exterior. Tudo isso, assim como milhares de outras funções que ocorrem ao mesmo tempo, é coordenado com perfeição pela inteligência. Não somos nós que conduzimos o corpo. A inteligência faz isso. Ela também é responsável pelas respostas do organismo ao ambiente.
Isso se aplica a todas as formas de vida. É a mesma inteligência que dá forma física à planta e depois se manifesta como a flor que dela surge, aquela que, de manhã, abre as pétalas para receber os pios de sol e, à noite, as fecha. É a mesma inteligência que se revela como Gaia, o ser vivo complexo que é o planeta Terra.
Essa inteligência faz surgir as reações instintivas do organismo a tudo o que representa uma ameaça ou um desafio. No caso dos animais, ela produz respostas que parecem ter afinidade com as emoções humanas, como raiva, medo e prazer. Essas reações instintivas poderiam ser consideradas formas primordiais de emoção. Em determinadas situações, os seres humanos as manifestam da mesma maneira que os animais. Diante do perigo, quando a sobrevivência do organismo é ameaçada, o coração bate mais rápido, os músculos se contraem, a respiração se acelera numa preparação para a luta ou a fuga. O medo primordial. Quando o corpo se vê sem possibilidade de fuga, uma descarga súbita de energia intensa lhe dá uma força que ele não tinha antes. A raiva primordial. Essas reações instintivas se assemelham às emoções, mas não são emoções no verdadeiro sentido da palavra. A diferença fundamental entre elas é: enquanto a reação instintiva é a resposta direta do corpo a uma situação externa, a emoção é a reação do corpo a um pensamento.
Indiretamente, uma emoção também pode ser uma reação a uma situação ou a um acontecimento real, porém ela será uma reação ao acontecimento que terá passado pelo filtro da interpretação mental, do pensamento, ou seja, dos conceitos de bom e mau, semelhante e diferente, eu e meu. Por exemplo, pode ser que você não sinta nenhuma emoção ao ser informado de que 0 carro de alguém foi roubado. No entanto, caso se trate do seu carro, é provável que fique perturbado. E impressionante a quantidade de emoção que um pequeno conceito mental como "meu" pode gerar.
Embora o corpo seja muito inteligente, ele não consegue diferenciar uma situação real de um pensamento. Por isso reage a todo pensamento como se fosse a realidade. Para o corpo, um pensamento preocupante, assustador, corresponde a "Estou em perigo", e ele responde à altura, embora a pessoa que esteja pensando isso possa estar deitada numa cama quente e confortável. O coração bate mais forte, os músculos se contraem, a respiração se acelera. Forma-se um acúmulo de energia, mas, uma vez que o perigo é apenas uma ficção mental, a energia não flui. Parte dela retorna à mente e dá origem a outros pensamentos ainda mais ansiosos. O resto da energia se converte em toxinas e interfere no funcionamento harmonioso do corpo.
Um Novo Mundo - O despertar de uma nova conciência - Eckhart Tolle
Imagem: Internet

domingo, 23 de maio de 2010

O sentido da vida é criado, não encontrado




"Seu ego é louco por interpretações. Ele interpreta rapidamente os eventos como 'bons' ou 'uns', 'errados' ou 'certos'. Ele nunca deixa de ver o 'quadro menor'. Isso se aplica especialmente em uma 'crise', durante a qual você fica com a mente tão bloqueada pelo medo, pelo julgamento, por ansiedade e pelo pânico que é quase impossível perceber o que é melhor para você.

Sempre que tenho um problema, tento uma mudança de 180 graus. Analiso aquilo que está me incomodando e me pergunto "E se 'ruim' for 'bom', 'errado' for 'certo' e esse 'problema for um 'presente'?". O fato é que "Isto pode significar qualquer coisa". Dar uma guinada desse tipo em meu modo de pensar me ajuda a interromper a fome de medo do ego. Também ajuda a me manter aberto e receptivo a pensamentos mais elevados.

O medo não está na coisas; o medo está apenas no significado que você dá às coisas. A dor não está nas coisas; a dor está no sentido que você atribui às coisas. Mude o sentido, e o medo e a dor se transformarão. Às vezes, o maior medo e a maior dor provêm da sensação de falta de significado na vida. O sentido é uma escolha, não uma busca - apelo para acolhermos a percepção e a verdade superiores.

Pratique agora mesmo a mudança de 180 graus. Pense em um desafio, em alguma coisa 'errada', 'ruim', 'dolorosa' ou 'negativa'. Primeiro passo: declare que 'isso pode significar qualquer coisa'. Segundo passo: pare com qualquer tipo de julgamento e mantenha a mente limpa. Terceiro passo: mantenha-se aberto para uma inspiração superior, uma nova percepção e uma interpretação mais positiva. Faça também a mudança de 180 graus com outra pessoa: pode ser bastante benéfico".


Robert Holden - "Mudanças acontecem"
Texto compartilhado p/ Eliane.
Imagem: Elci

sexta-feira, 14 de maio de 2010

A ESSÊNCIA DO EGO






A maioria das pessoas está tão identificada com a voz dentro da própria cabeça - o fluxo incessante de pensamento involuntário e compulsivo e as emoções que os acompanham - que podemos dizer que esses indivíduos estão possuídos pela mente. Quem se encontra inconsciente disso acredita que aquele que pensa é quem ele é. Essa é a mente egóica. Chamo-a de egóica porque existe uma percepção do eu, do ego, em todos os pensamentos - lembranças, interpretações, opiniões, pontos de vista, reações, emoções. Isso é inconsciência, espiritualmente falando. O pensamento, o conteúdo da mente, é condicionado pelo passado: pela formação, pela cultura, pelos antecedentes familiares, etc. O núcleo central de toda a atividade mental consiste em determinados pensamentos, emoções e padrões reativos repetitivos e persistentes com os quais nos identificamos com mais intensidade. Essa entidade é o próprio ego.
Na maioria dos casos, quando dizemos "eu", é o ego que está falando, e não nós, como temos observado. O ego compõe-se de pensamentos e emoções, de uma série de lembranças que reconhecemos como "eu e minha história", de papéis habituais que desempenhamos sem saber e de identificações coletivas, como nacionalidade, religião, raça, classe social e orientação política. Ele contém ainda identificações pessoais não só com bens, mas com opiniões, aparência exterior, ressentimentos antigos e conceitos sobre nós mesmos como melhores do que os outros ou inferiores a eles, como pessoas bem-sucedidas ou fracassadas.
O conteúdo do ego varia de pessoa para pessoa, no entanto todo ego funciona de acordo com a mesma estrutura. Em outras palavras: os egos diferem apenas na superfície. No fundo, eles são iguais. De que maneira são semelhantes? Eles existem à custa da identificação e da separação. Quando vivemos por meio do eu construído pela mente, que se constitui dos pensamentos e das emoções do ego, a base da nossa identidade é precária porque os pensamentos e as emoções são, por sua própria natureza, efêmeros, instáveis. Assim, todo ego está continuamente lutando pela sobrevivência, tentando se proteger e aumentar de tamanho. Para sustentar o pensamento do eu, ele precisa de algo oposto, que é o pensamento "o outro". O "eu" conceituai não consegue sobreviver sem o "outro" conceituai. Os outros são sobretudo os outros quando os vemos como inimigos. Numa extremidade da escala desse padrão egóico de consciência, situa-se o hábito compulsivo de encontrarmos defeitos nas pessoas e nos queixarmos delas. Jesus referiu-se a isso quando disse: "Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão e não reparas na trave que está no teu olho?"1 No outro extremo da escala, encontram-se a violência física entre indivíduos e as guerras entre países. Embora, na Bíblia, a pergunta de Jesus permaneça sem resposta, ela é, sem dúvida: porque quando critico ou condeno o outro sinto-me maior, superior.
Pág.57 - Um Novo mundo - O despertar de uma nova conciência - Eckart Tolle
Imagem: Internet

QUEIXAS E RESSENTIMENTOS




Queixar-se é uma das estratégias prediletas do ego para se fortalecer. Cada reclamação é uma pequena história que a mente cria e na qual acreditamos inteiramente. Não importa se ela é feita em voz alta ou apenas em pensamento. Alguns egos que talvez não tenham muito mais com o que se identificar sobrevivem apenas com queixas. Quando estamos presos a um ego assim, reclamar, sobretudo de alguém, é algo habitual e, é claro, inconsciente, o que mostra que não sabemos o que estamos fazendo. Uma atitude típica desse padrão é aplicar rótulos mentais negativos às pessoas, seja na frente delas ou, como é mais comum, falando sobre elas com alguém ou até mesmo apenas pensando nelas. Xingar é o modo mais rude de atribuir esses rótulos e de mostrar a necessidade que o ego tem de estar certo e triunfar sobre os outros: "idiota", "desgraçado", "prostituta", todas essas afirmações definitivas contra as quais não se pode argumentar. No nível seguinte, descendo pela escala da inconsciência, estão os gritos. Não muito abaixo disso se encontra a violência física.
O ressentimento é a emoção que acompanha a queixa e a rotulagem mental dos outros. Ele acrescenta ainda mais energia ao ego. Ressentir-se significa ficar magoado, melindrado ou ofendido. Costumamos nos sentir assim em relação à cobiça das pessoas, à sua desonestidade, à sua falta de integridade, ao que estão fazendo no presente, ao que fizeram no passado, ao que disseram, ao que deixaram de dizer, à atitude que deviam ou não ter tomado. O ego adora isso. Em vez de detectarmos a inconsciência nos outros, nós a transformamos em sua identidade. Quem é o responsável por isso? Nossa própria inconsciência, o ego. Algumas vezes, a "falta" que apontamos em alguém nem mesmo existe. Ela pode ser um erro total de interpretação, uma projeção feita por uma mente condicionada a ver inimigos e a se considerar sempre certa ou superior. Em outras ocasiões, a falta pode ter ocorrido; contudo, se nos concentrarmos nela, às vezes excluindo todo o resto, nós a tornamos maior do que é. E dessa maneira fortalecemos em nós mesmos aquilo a que reagimos no outro.
Não reagir ao ego das pessoas é uma das maneiras mais eficazes de não só superarmos nosso próprio ego como também de dissolver o ego humano coletivo. No entanto, só conseguimos nos abster de reagir quando somos capazes de reconhecer o comportamento de alguém como originário do ego, como uma expressão do distúrbio coletivo da espécie humana. Quando compreendemos que não se trata de nada pessoal, a compulsão para reagir desaparece. Não reagindo ao ego, muitas vezes podemos fazer aflorar a sanidade nos outros, que é a consciência não condicionada em oposição à consciência condicionada. Em determinadas ocasiões, talvez precisemos tomar providências práticas para nos proteger de pessoas profundamente inconscientes. Isso é algo que temos condições de fazer sem torná-las nossas inimigas. Nossa maior defesa, contudo, é sermos conscientes. Alguém passa a ser um inimigo quando personalizamos a inconsciência que é o ego. A não-reação não é fraqueza, mas força. Outra palavra para não-reação é perdão. Perdoar é ver além, ou melhor, é enxergar através de algo. E ver, através do ego, a sanidade que há em cada ser humano como sua essência.
O ego adora reclamar e se ressente não só de pessoas como de situações. O que podemos fazer com alguém também conseguimos fazer com uma circunstância: transformá-la num inimigo. Os pontos implícitos são sempre: isso não deveria estar acontecendo, não quero estar aqui, estou agindo contra minha vontade, o tratamento que estou recebendo é injusto. E, é claro, o maior inimigo do ego acima de tudo isso é o momento presente, ou seja, a vida em si.
Não confunda a queixa com a atitude de informar alguém de uma falha ou de uma deficiência para que elas possam ser sanadas. Além disso, abster-se de reclamar não corresponde necessariamente a tolerar algo de má qualidade nem um mau comportamento. Não há interferência do ego quando dizemos ao garçom que a comida está fria e precisa ser aquecida - desde que nos atenhamos aos fatos, que são sempre neutros. "Como você se atreve a me servir uma sopa fria?" Isso é se queixar. Nessa situação, existe um "eu" que adora se sentir pessoalmente ofendido pela comida fria e ele aproveitará esse fato ao máximo, um "eu" que aprecia apontar o erro de alguém. A reclamação a que me refiro está a serviço do ego, e não da mudança. Algumas vezes fica óbvio que o ego não deseja que algo se modifique para que possa continuar se queixando.
Veja se você consegue capturar, ou melhor, perceber, a voz na sua cabeça - talvez no exato instante em que ela esteja reclamando de algo - e reconhecê-la pelo que ela é: a voz do ego, não mais do que um padrão mental condicionado, um pensamento. Sempre que a observar, compreenderá que você não é ela, e sim aquele que tem consciência dela. Na verdade, você é a consciência que está consciente da voz. Atrás, em segundo plano, está a consciência. À frente, se situa a voz, aquele que pensa. Dessa maneira você estará se libertando do ego, livrando-se da mente não observada. No momento em que você se tornar consciente do ego, a rigor ele não será mais o ego, e sim um velho padrão mental condicionado. O ego implica inconsciência. Ele e a consciência não conseguem coexistir. O velho padrão mental, ou hábito mental, pode sobreviver e se manifestar por um tempo porque tem o impulso de milhares de anos de inconsciência humana coletiva atrás de si. No entanto, toda vez que é reconhecido, ele se enfraquece.

Pág. 58 - Um Novo Mundo- O despertar de uma nova conciência- Eckhart Tolle

Imagem: Internet

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Os sete passos para a superação do controle do ego.



1. Pare de se sentir ofendido.O comportamento de outras pessoas não é motivo para se sentir imobilizado.Existe a ofensa apenas quando você se enfraquece.Se procurar por situações que o aborreça, as encontrará em cada esquina.É o ego no controle convencendo você que o mundo não deveria ser do jeito que é.Mas é possível tornar-se um observador da vida e alinhar-se com o Espírito da Criação universal.Não se alcança o poder da intenção sentindo-se ofendido.Procure erradicar, de todas as formas possíveis, os horrores do mundo que emanam da identificação maciça do ego, e esteja em paz.A paz está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz.O Ser está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz.Ficar ofendido cria o mesmo tipo de energia destrutiva que a princípio o feriu, e leva a agressão, ao contra-ataque e a guerra.

2.Abandone o querer vencer.O ego adora nos dividir entre ganhadores e perdedores.A busca pela vitória é a forma infalível de evitar o contato consciente com a intenção.Por quê? Porque basicamente é impossível vencer sempre.Algumas pessoas serão mais rápidas, mais sortudas, mais jovens, mais fortes e mais espertas que você e acabará se sentindo insignificante e sem valor diante delas.Você não se resume as suas conquistas e vitórias.Uma coisa é gostar de competir e se divertir num mundo onde vencer é tudo, mas não precisa ser assim em seus pensamentos.Não há perdedores num mundo onde todos compartilham da mesma fonte de energia.Só se pode afirmar que, em determinado dia, sua atuação esteve num certo nível comparada a outras.Mas cada dia é diferente, com outros competidores e novas situações a serem consideradas.Você continua sendo a infinita presença num corpo que está a cada dia ou a cada década, mais velho.Pare com essa necessidade de vencer, não aceite o conceito de que o contrário de vencer é perder.Esse é o medo do ego.Se seu corpo não está respondendo de forma vencedora, não importa, significa que você não está se identificando unicamente com seu ego.Seja um observador, perceba e aprecie tudo sem a necessidade de ganhar um troféu.Esteja em paz e alinhe-se com a energia da intenção.De forma inusitada, as vitórias aparecerão mais em seu caminho quanto menos as desejá-las.

3. Abandone o querer estar certo.O ego é a raiz de muitos conflitos e desavenças porque o impulsiona julgar as pessoas como erradas.Quando a pessoa é hostil, houve uma desconexão com o poder da intenção.O Espírito de Criação é generoso, amoroso e receptivo; e livre de raiva, ressentimento ou amargura.Cessar a necessidade de ter razão nas discussões e nos relacionamentos é como dizer ao ego:"Não sou seu escravo.Quero me tornar generoso.Quero rejeitar a necessidade de ter razão.Dê a oportunidade de se sentir bem dizendo a outra pessoa que ela está certa, e agradeça-a por lhe direcionar ao caminho da verdade".Ao deixar de querer ter razão, você fortalece a conexão com o poder da intenção.Mas fique atento, pois o ego é um combatente determinado.Tenho visto pessoas terminarem lindos relacionamentos por apego a necessidade de estarem certas.Preste atenção à vontade controlada pelo ego.Quando estiver no meio de uma discussão, pergunte a si mesmo; "Quero estar certo ou ser feliz?"Ao optar por ser feliz, amoroso e predisposto espiritualmente, a conexão com a intenção se fortalecerá.Esses momentos expandem novas conexões com o poder da intenção.A Fonte universal começará a colaborar com você para uma vida criativa ao qual foi predestinado a viver.

4. Abandone o querer ser superior.A verdadeira nobreza não é uma questão de ser melhor que os outros.É uma questão de ser melhor ao que você era.Concentre-se em seu crescimento, consciente de que ninguém neste planeta é melhor que ninguém.Todos nós emanamos da mesma força de vida criadora.Todos temos a missão de realizar nossa pretendida essência, tudo que precisamos para cumprir nosso destino está ao nosso alcance.Mas nada é possível quando nos sentimos superiores aos outros.É um velho ditado e, todavia, verdadeiro: somos todos iguais aos olhos de Deus.Abandone a necessidade de sentir-se superior, perceba a expansão de Deus em cada um.Não julgue as pessoas pelas aparências, conquistas, posses e outros índices do ego.Ao projetar sentimentos de superioridade retorna a você sentimentos de ressentimentos e até hostilidade.Esses sentimentos são veículos que os levam para longe da intenção.A distinção sempre leva a comparações.Baseia-se na falta vista no outro, e se mantém pela procura e ostentação das falhas percebidas.

5. Deixe de querer ter mais.O mantra do ego é "mais".Ele nunca está satisfeito.Não importa o quanto conquistou ou conseguiu, o ego insiste que ainda não é o suficiente.Ele põe você num estado perpétuo de busca e elimina a possibilidade de chegada.Na realidade, você já está lá e a forma que opta para usar esse momento presente da vida é uma escolha.Ao cessar essa necessidade por mais, as coisas que mais deseja começam a chegar até você.Sem o apego da posse, fica mais fácil compartilhar com os outros.Você percebe o pouco que precisa para estar satisfeito e em paz.A Fonte universal é feliz nela mesma, expande-se e cria vida nova constantemente.Nunca obstrui suas criações por razões egoístas.Cria e deixa ir.Ao cessar a necessidade do ego de ter mais, você se unifica com a Fonte.Como um apreciador de tudo que aparece, aprende a lição poderosa de São Francisco de Assis:"É dando que se recebe".Ao permitir que a abundância lhe banhe, você se alinha com a Fonte e deixa essa energia fluir

6. Abandone a idéia de você baseado em seus feitos.É um conceito difícil quando se acredita que a pessoa é o que ela realiza.Deus compõe todas as músicas.Deus constrói todos os prédios.Deus é a fonte de todas as realizações.Posso ouvir os egos protestando em alto e bom som.Mas, vá se afinizando com essa idéia.Tudo emana da Fonte!Você e a Fonte são um só! Você não é esse corpo ou os seus feitos.Você é um observador.Veja tudo ao seu redor e seja grato pelas habilidades acumuladas.Todo crédito pertence ao poder da intenção, o qual lhe fez existir e do qual você é uma parte materializada.Quanto menos atribuir a si mesmo suas realizações, mais conectado estará com as sete faces da intenção, mais livre será para realizar e muito aparecerá em seu caminho.Quando nos apegamos às realizações e acreditamos que as conseguimos sozinhos abandonamos a paz e a gratidão à Fonte.

7. Deixe sua reputação de lado.Sua reputação não está localizada em você.Ela reside na mente dos outros.Você não tem controle algum sobre isso.Ao falar para 30 pessoas, terá 30 imagens.Conectar-se com a intenção significa ouvir o coração e direcionar sua vida baseado no que a voz interior lhe diz.Esse é o seu propósito aqui.Ao preocupar-se demasiadamente em como está sendo visto pelos outros, mostra que seu eu está desconectado com a intenção e está sendo guiando pelas opiniões alheias.É o seu ego no controle.É uma ilusão que se levanta entre você e o poder da intenção.Não há nada a fazer, a não ser que você se desconecte da fonte de poder convencido de que seu propósito é provar o quão poderoso e superior é, desperdiçando sua energia na tentativa de obter uma reputação maior entre outros egos.Faça o que fizer, guie-se sempre pela voz interior conectada e seja grato à Fonte.Atenha-se ao propósito, desapegue-se dos resultados e assuma a responsabilidade do que reside dentro de você: seu caráter.Deixe os outros discutirem sobre a sua reputação, isso não interessa.

Wayne W. Dyer


Texto enviado pela amiga Claúdia.
Imagem da amiga Chris.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Quando o Ego se vai,fica Deus.



A oração nada tem a ver com o que se conhece no mundo como oração. A verdadeira oração não é um ritual.A verdadeira oração não tem a ver com igreja, tempo ou mosteiro. A verdadeira oração não é cristã, nem hindu, nem maometana. A verdadeira oração nada tem a ver com as palavras, ela não é verbal. É a gratidão silenciosa. É uma reverência silenciosa à existência. Portanto, esteja onde estiver, sempre que você sentir vontade de se curvar em reverência à terra, às árvores, ao céu, curve-se. Essa reverência ajudará você a lentamente, lentamente, desaparecer. A oração é um dos melhores métodos para destruir o ego. E, quando o ego se vai, fica Deus. É o ego que esconde Deus em uma nuvem escura. Quando a nuvem se dissipa, o sol brilha em toda a sua glória, beleza, grandeza, esplendor.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

OS SETE PASSOS PARA A SUPERAÇÃO DO CONTROLE DO EGO





Uma mensagem de Wayne W. Dyer
Domingo 19 de Outubro de 2008
Aqui estão sete sugestões para ajudá-lo a transcender os conceitos enraizados do orgulho. Foi escrito com o intuito de preveni-lo contra a falsa identificação com o ego orgulhoso.

1. Pare de se sentir ofendido.
O comportamento de outras pessoas não é motivo para se sentir imobilizado. Existe a ofensa apenas quando você se enfraquece. Se procurar por situações que o aborreça, as encontrará em cada esquina. É o ego no controle convencendo você que o mundo não deveria ser do jeito que é. Mas é possível tornar-se um observador da vida e alinhar-se com o Espírito da Criação universal. Não se alcança o poder da intenção sentindo-se ofendido. Procure erradicar, de todas as formas possíveis, os horrores do mundo que emanam da identificação maciça do ego, e esteja em paz. Assim como nos lembra o
Curso em Milagres (Clique aqui para baixar): a paz está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz. O Ser está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz. Ficar ofendido cria o mesmo tipo de energia destrutiva que a princípio o feriu, e leva a agressão, ao contra-ataque e a guerra.
2. Abandone o querer vencer.
O ego adora nos dividir entre ganhadores e perdedores. A busca pela vitória é a forma infalível de evitar o contato consciente com a intenção. Por quê? Porque basicamente é impossível vencer sempre. Algumas pessoas serão mais rápidas, mais sortudas, mais jovens, mais fortes e mais espertas que você e acabará se sentindo insignificante e sem valor diante delas.
Você não se resume as suas conquistas e vitórias. Uma coisa é gostar de competir e se divertir num mundo onde vencer é tudo, mas não precisa ser assim em seus pensamentos. Não há perdedores num mundo onde todos compartilham da mesma fonte de energia. Só se pode afirmar que, em determinado dia, sua atuação esteve num certo nível comparada a outras. Mas cada dia é diferente, com outros competidores e novas situações a serem consideradas. Você continua sendo a infinita presença num corpo que está a cada dia ou a cada década, mais velho. Pare com essa necessidade de vencer, não aceite o conceito de que o contrário de vencer é perder. Esse é o medo do ego. Se seu corpo não está respondendo de forma vencedora, não importa, significa que você não está se identificando unicamente com seu ego. Seja um observador, perceba e aprecie tudo sem a necessidade de ganhar um troféu. Esteja em paz e alinhe-se com a energia da intenção. De forma inusitada, as vitórias aparecerão mais em seu caminho quanto menos as desejá-las.
3. Abandone o querer estar certo.
O ego é a raiz de muitos conflitos e desavenças porque o impulsiona julgar as pessoas como erradas. Quando a pessoa é hostil, houve uma desconexão com o poder da intenção. O Espírito de Criação é generoso, amoroso e receptivo; e livre de raiva, ressentimento ou amargura. Cessar a necessidade de ter razão nas discussões e nos relacionamentos é como dizer ao ego; "Não sou seu escravo. Quero me tornar generoso. Quero rejeitar a necessidade de ter razão". Dê a oportunidade de se sentir bem dizendo a outra pessoa que ela está certa, e agradeça-a por lhe direcionar ao caminho da verdade".
Ao deixar de querer ter razão, você fortalece a conexão com o poder da intenção. Mas fique atento, pois o ego é um combatente determinado. Tenho visto pessoas terminarem lindos relacionamentos por apego a necessidade de estarem certas. Preste atenção à vontade controlada pelo ego. Quando estiver no meio de uma discussão, pergunte a si mesmo; "Quero estar certo ou ser feliz?" Ao optar por ser feliz, amoroso e predisposto espiritualmente, a conexão com a intenção se fortalecerá. Esses momentos expandem novas conexões com o poder da intenção. A Fonte universal começará a colaborar com você para uma vida criativa ao qual foi predestinado a viver.
4. Abandone o querer ser superior.
A verdadeira nobreza não é uma questão de ser melhor que os outros. É uma questão de ser melhor ao que você era. Concentre-se em seu crescimento, consciente de que ninguém neste planeta é melhor que ninguém. Todos nós emanamos da mesma força de vida criadora. Todos temos a missão de realizar nossa pretendida essência, tudo que precisamos para cumprir nosso destino está ao nosso alcance. Mas nada é possível quando nos sentimos superiores aos outros. É um velho ditado e, todavia, verdadeiro: somos todos iguais aos olhos de Deus. Abandone a necessidade de sentir-se superior, perceba a expansão de Deus em cada um. Não julgue as pessoas pelas aparências, conquistas, posses e outros índices do ego. Ao projetar sentimentos de superioridade retorna a você sentimentos de ressentimentos e até hostilidade. Esses sentimentos são veículos que os levam para longe da intenção. O
Curso em Milagres aborda essa necessidade de se sentir especial e superior. A distinção sempre leva a comparações. Baseia-se na falta vista no outro, e se mantém pela procura e ostentação das falhas percebidas.
5. Deixe de querer ter mais.
O mantra do ego é "mais". Ele nunca está satisfeito. Não importa o quanto conquistou ou conseguiu, o ego insiste que ainda não é o suficiente. Ele põe você num estado perpétuo de busca e elimina a possibilidade de chegada. Na realidade, você já está lá e a forma que opta para usar esse momento presente da vida é uma escolha. Ao cessar essa necessidade por mais, as coisas que mais deseja começam a chegar até você. Sem o apego da posse, fica mais fácil compartilhar com os outros. Você percebe o pouco que precisa para estar satisfeito e em paz.A Fonte universal é feliz nela mesma, expande-se e cria vida nova constantemente. Nunca obstrui suas criações por razões egoístas. Cria e deixa ir. Ao cessar a necessidade do ego de ter mais, você se unifica com a Fonte. Como um apreciador de tudo que aparece, aprende a lição poderosa de São Francisco de Assis: "É dando que se recebe". Ao permitir que a abundância lhe banhe, você se alinha com a Fonte e deixa essa energia fluir.
6. Abandone a idéia de você baseado em seus feitos.
É um conceito difícil quando se acredita que a pessoa é o que ela realiza. Deus compõe todas as músicas. Deus constrói todos os prédios. Deus é a fonte de todas as realizações. Posso ouvir os egos protestando em alto e bom som. Mas, vá se afinizando com essa idéia. Tudo emana da Fonte! Você e a Fonte são um só! Você não é esse corpo ou os seus feitos. Você é um observador. Veja tudo ao seu redor e seja grato pelas habilidades acumuladas. Todo crédito pertence ao poder da intenção, o qual lhe fez existir e do qual você é uma parte materializada. Quanto menos atribuir a si mesmo suas realizações, mais conectado estará com as sete faces da intenção, mais livre será para realizar e muito aparecerá em seu caminho. Quando nos apegamos às realizações e acreditamos que as conseguimos sozinhos abandonamos a paz e a gratidão à Fonte.
7. Deixe sua reputação de lado.
Sua reputação não está localizada em você. Ela reside na mente dos outros. Você não tem controle algum sobre isso. Ao falar para 30 pessoas, terá 30 imagens. Conectar-se com a intenção significa ouvir o coração e direcionar sua vida baseado no que a voz interior lhe diz. Esse é o seu propósito aqui. Ao preocupar-se demasiadamente em como está sendo visto pelos outros, mostra que seu eu está desconectado com a intenção e está sendo guiando pelas opiniões alheias. É o seu ego no controle. É uma ilusão que se levanta entre você e o poder da intenção. Não há nada a fazer, a não ser que você se desconecte da fonte de poder convencido de que seu propósito é provar o quão poderoso e superior é, desperdiçando sua energia na tentativa de obter uma reputação maior entre outros egos. Faça o que fizer, guie-se sempre pela voz interior conectada e seja grato à Fonte. Atenha-se ao propósito, desapegue-se dos resultados e assuma a responsabilidade do que reside dentro de você: seu caráter. Deixe os outros discutirem sobre a sua reputação, isso não interessa. Ou como o título de um livro diz: O que você pensa não me diz respeito!

© 2008 Direitos Autorais Dr. Wayne W Dyer
Fonte em Inglês:
http://spiritlibrary.com/wayne-w-dyer/seven-steps-for-overcoming-ego-s-hold-on-you

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Quatro estágios na transformação da conciência



Do Ego ao Coração - I
Jeshua canalizado por Pamela Kribbe
QUATRO ESTÁGIOS NA TRANSFORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA
Nas mensagens anteriores, descrevemos a base histórica da jornada dos Trabalhadores da Luz, desde a consciência baseada no ego até a consciência baseada no coração. Esta parte será totalmente dedicada às características psicológicas desta transformação. Nós havíamos dividido este processo em quatro passos ou estágios, que vamos recapitular aqui, para maior clareza:
1. Estar insatisfeito com o que a consciência baseada no ego tem para lhe oferecer, desejar “algo mais”: o começo do final.
2. Começar a se conscientizar da sua dependência à consciência baseada no ego, reconhecendo e liberando as emoções e pensamentos que a acompanham: a metade do final.
3. Permitir que as velhas energias baseadas no ego morram dentro de você, jogando fora o casulo, sendo seu novo ser: o final do final.
4. O despertar de uma consciência baseada no coração, dentro de você, motivada por amor e liberdade; ajudar outros a fazerem a transição.
ESTÁGIO UM: O EGO JÁ NÃO SATISFAZ A transição da consciência apoiada no ego para a apoiada no coração começa com a experiência de um vazio interno. Coisas que antes lhe chamavam a atenção ou situações que o perturbavam completamente, agora deixam-no vazio ou sem inspiração. De algum modo, as coisas parecem ter perdido seu significado e propósito usuais. Antes de experimentar esse vazio, a consciência está nas garras do medo e conseqüentemente precisa reafirmar-se constantemente, procurando validação externa, porque não está disposta a enfrentar o medo subjacente da rejeição e da solidão. Esse medo profundo e a necessidade de validação externa podem ficar muito tempo escondidos como o verdadeiro motivo de muitas de suas ações. Toda sua vida pode ser construída em cima disto, sem que você tenha consciência disso. Talvez você esteja consciente de uma vaga intranqüilidade ou tensão interior.
Mas, freqüentemente, um acontecimento mais importante, como a ruptura de um relacionamento, o falecimento de um ser amado ou a perda de um emprego, convida-o a realmente examinar a natureza desta tensão ou intranqüilidade.Quando o ego é o centro de seu ser, sua consciência e sua vida emocional estão em “estado de cãibra”. Você está encolhido de medo e por causa disso está constantemente na defensiva. Quando você está no estágio do ego, você sempre experimenta um estado de carência, uma necessidade de algo mais. A base de seus pensamentos, sentimentos e ações é um buraco negro, um vazio que nunca pode ser preenchido completamente. É um buraco de medo, um lugar coberto por sombras, já que você desvia a sua consciência daí. Nas sombras, há um vazio, do qual você é vagamente consciente, mas você não quer ir lá. Neste estagio, suas relações com Deus, ou Tudo O Que É, estão marcadas por sentimentos de separação. No mais profundo do seu ser, você se sente sozinho e abandonado. Você se sente como um fragmento quebrado, insignificante, sem propósito. E como você oculta o medo que você tem disto, você somente o experimenta indiretamente, como uma sombra. As pessoas têm horror de enfrentar o vazio interno com plena consciência. Têm horror de encontrar sua escuridão interior e investigá-la. Entretanto, se você não a enfrentar, ela continuará ali e você precisará desenvolver “estratégias para lidar com ela”, para tornar sua vida suportável. A estratégia do ego sempre é tratar o problema na periferia, em lugar de fazê-lo no centro. O ego procura resolver o problema voltando a consciência para o exterior, para fora. Ele tenta aliviar a dor interna, alimentando você com energias externas. As energias das quais ele gosta mais são reconhecimento, admiração, poder, atenção, etc. Desse modo, o ego aparentemente cria uma resposta ao desejo profundo da alma por unidade, segurança e amor.
Este desejo, em si mesmo, é inteiramente válido e genuíno. É Deus chamando você. É a sua própria natureza chamando-o. Você é Deus! Deus é a energia da unidade, segurança e amor. Todos anseiam pelo amor incondicional e o abraço da Energia que vocês chamam Deus. Na essência, este anseio é o desejo de estar totalmente consciente do seu próprio Ser Divino e, portanto, ser um com Ele. Sua própria divindade é sua entrada para o amor incondicional. Você só pode encontrá-lo enfrentando o medo e a escuridão que o rodeia, e isso você faz voltando-se para o interior, em vez de para o exterior. Isso você faz empregando sua consciência como uma luz que afugenta as sombras. A consciência é luz. Portanto, ela não precisa lutar com a escuridão; sua simples presença a dissolve. Voltando sua consciência para o interior, os milagres realmente acontecerão para você.O ego, entretanto, procede exatamente de modo contrário. Registra a necessidade de amor e segurança, mas visa responder a esta necessidade sem enfrentar a escuridão e o medo interiores. Para conseguir isto, ele usa um certo “truque”: transforma a necessidade de amor em necessidade de aprovação ou reconhecimento por parte de outras pessoas; transforma a necessidade de unidade e harmonia em necessidade de se sobressair e ser melhor do que os outros. Uma vez que você pense que ser amado é ser admirado por seus feitos, você não precisa mais ir ao seu interior em busca de amor; você simplesmente tem que trabalhar mais duro! Desse modo, o ego se esforça por manter a panela do medo tampada. Seu desejo original por amor e ditosa unidade se apresenta, então, de forma distorcida, como o desejo por reconhecimento. E você está constantemente procurando validação externa, a qual lhe provê, temporariamente, um pouco de segurança. Sua consciência está totalmente focalizada no mundo externo. Você confia no julgamento de outras pessoas e vive muito preocupado com o que os outros pensam de você. Isto é muito importante para você, já que sua auto-estima depende disto.
Na realidade, a sua auto-estima abaixa cada vez mais, já que você está entregando seu poder a forças externas, que o julgam por seus desempenhos externos e não por seu verdadeiro ser. Enquanto isso, o sentimento profundamente arraigado de abandono e solidão não é aliviado. Na realidade, ele piora, já que você se recusa a olhar para ele. Isso que você não quer olhar torna-se o seu “lado sombrio”. O medo, a irritação e a negatividade podem ronda-lo e influenciá-lo, intensificados pela sua recusa de ir para dentro de si.O ego pode ser muito teimoso, quando se trata de suprimir certas dúvidas, suspeitas e sentimentos; ele não deixa o controle facilmente. O que você percebe como “mau” em seu mundo sempre é o resultado do apego ao poder pessoal. É a recusa a entregar o controle e aceitar o medo e a escuridão internos. O primeiro passo para a iluminação é render-se a “o que é”. Iluminação significa permitir que todos os aspectos de seu ser sejam levados à luz da sua consciência. Iluminação não significa que você é completamente consciente de tudo que há dentro de você, mas que você está desejando enfrentar cada aspecto conscientemente. Iluminação é igual a amor. Amor significa: aceite você mesmo tal como você é.A escuridão interior – essa sensação de abandono no mais profundo de sua alma, que todos vocês temem tanto – é temporária. O estágio do ego é apenas um passo no longo desenvolvimento e desdobramento da consciência. Neste estágio, é dado o primeiro salto em direção a uma consciência divina individualizada. O nascimento de uma consciência individual, o seu nascimento como uma “alma separada”, caminha junto com a experiência de ser deixado sozinho, de estar separado de seu Pai/Mãe. É comparável ao trauma do nascimento em seu mundo físico. No útero, o bebê experimenta um sentimento oceânico de unidade com sua mãe. Quando nasce, ele se torna uma unidade em si mesmo.
Por causa desse trauma de nascimento – falando agora do nascimento da alma – a alma leva consigo um sentimento de ter sido despedaçada, pois ela teve que se desprender de tudo em que ela confiava. (Em um capítulo posterior, voltaremos à noção do nascimento da alma; só queremos chamar a atenção aqui para o fato de que também há um aspecto da alma que é eterno e atemporal, portanto não sujeito a nascimento e morte). A alma recém-nascida anseia por um retorno ao estado de semiconsciência de unidade, de onde ela vem e que ela considera o seu Lar. Como isto é impossível, ela experimenta grande temor e sentimentos de desolação e dúvida. Este temor interno e desorientação gradualmente formarão a terra fértil para a tomada de poder por parte do ego. A alma tem que lidar com o medo e a dor, e o ego promete providenciar uma solução. O ego exibe a perspectiva de poder e controle à consciência da alma. A alma, sentindo-se impotente e perdida, entrega-se e coloca o ego no comando.O ego é essa parte da alma que está voltada para o material, para o mundo externo. Em essência, o ego é o instrumento da alma para se manifestar como um ser físico, dentro do tempo e do espaço. O ego provê a consciência com foco. Ele faz com que a consciência seja específica em vez de oceânica, “aqui e agora” em vez de “em todo lugar”. O ego traduz impulsos internos em formas materiais específicas. É essa parte de você que faz a ponte sobre o vazio entre a sua parte não física (espiritual) e a parte física.Para a alma, como um ser espiritual não físico, é totalmente anti-natural estar fixada em tempo e espaço. A alma é essencialmente independente de qualquer forma (material). Quando você sonha que está voando por aí, você está contatando essa parte de você mesmo, que é independente e livre. O ego, por outro lado, prende e fixa. Ele o capacita a funcionar na realidade física. Como tal, o ego tem um papel muito valioso, que não tem nada que ver com “bom” ou “mau”.
Quando funciona em uma situação equilibrada, ele é uma ferramenta neutra e indispensável para a alma que habita um corpo físico na Terra. Entretanto, quando o ego começa a governar a consciência da alma, em lugar de funcionar como sua ferramenta, a alma se desequilibra. Quando o ego se impõe sobre a alma (característica típica da consciência baseada no ego), ele não traduz simplesmente os impulsos internos para a forma material, mas controla e suprime seletivamente esses impulsos. O ego então lhe apresenta uma imagem distorcida da realidade. O ego desequilibrado sempre está perseguindo o poder e o controle e, sob este prisma, interpreta todos os fatos como positivos ou negativos. É bastante instrutivo descobrir suas próprias motivações baseadas em poder e controle, no seu dia a dia. Tente observar quão freqüentemente você quer que as coisas ou as pessoas se dobrem à sua vontade, mesmo que seja por uma causa nobre. Quão freqüentemente você se chateia porque as coisas não caminham como você quer? É importante perceber que, sob a necessidade de controlar, sempre existe o medo de perder o controle. Portanto, pergunte a si mesmo: “Qual é o risco de liberar o controle, de deixar ir a necessidade da previsibilidade? Qual é o meu medo mais profundo?”O preço que você está pagando agora por manter as coisas “sob controle” é que suas atitudes em relação à vida são tensas e reprimidas. Quando se atrever a viver sob a inspiração interna e só fizer o que lhe trouxer alegria, será criada uma ordem natural e verdadeira em sua vida. Você se sentirá relaxado e feliz, sem a necessidade de moldar o fluxo da vida. Isto é viver sem medo, é viver com plena confiança no que a vida lhe trará. Você pode fazer isso?Para uma alma jovem, a armadilha da consciência baseada no ego é quase inevitável. O ego oferece uma saída para o problema (de medo e abandono); ele desvia sua atenção daquilo “que está no interior” para aquilo “que você pode obter do mundo externo”.
Esta não é a solução real para o problema, mas parece trazer alívio por um tempo. Exercer poder e controle sobre as coisas ao seu redor pode lhe dar uma satisfação temporária ou “estímulo”. Há um breve sentimento de ser amado, admirado e respeitado. Alivia sua dor por um tempo. Mas isso dura pouco e você tem que se esforçar outra vez para se destacar, para ser melhor ainda, mais atraente ou mais útil. Por favor, observe que, sob a bandeira do ego, você pode ser tanto meigo quanto maldoso, tanto doador quanto recebedor, tanto dominador quanto servil. Muito daquilo que se dá aparentemente com generosidade é um chamado inconsciente de atenção, amor e reconhecimento em direção a quem recebe o presente. Quando você está sempre cuidando e doando aos outros, você está simplesmente se escondendo de si mesmo. Portanto, para entender o que significa a dominação do ego, você não tem necessariamente que pensar em tiranos cruéis, tais como Hitler ou Saddam Hussein. Simplifique: observe-se em sua vida diária. A presença da dominação do ego pode ser reconhecida pela necessidade de controlar as coisas – querer que certa pessoa se comporte de um modo determinado, por exemplo. Para conseguir que isto aconteça, você exibe certos tipos de comportamento. É condescendente e meigo, por exemplo, e trata de jamais ferir os sentimentos de outra pessoa. Há uma necessidade de controle por trás deste comportamento. “Porque quero que você me ame, eu nunca estarei contra você”. Esta linha de pensamento é baseada no medo – o medo de depender de si mesmo, o medo de ser rejeitado ou abandonado. O que parece ser doçura e simpatia, na realidade é uma forma de auto-negação. Isto é o ego trabalhando. Enquanto o ego governar sua alma, você precisará se alimentar da energia de outras pessoas, para se sentir bem. Sentirá como se tivesse que merecer a aceitação de outras pessoas, de uma autoridade exterior a você.
Entretanto, o mundo que o rodeia não é fixo nem estável. Você nunca pode confiar na fidelidade permanente daquele em quem confia, seja ele o cônjuge, o chefe ou os pais. É por isto que você tem que “trabalhar” o tempo todo, estando sempre atento às “porções de aprovação” que vêm para você. Isto explica porque a mente de quem está no estágio do ego se encontra em permanente estado de tensão e nervosismo. O ego não pode supri-lo com verdadeiro amor e auto-estima. A solução que ele oferece para o trauma do abandono é, na verdade, um poço sem fundo. A verdadeira missão da consciência da alma jovem é tornar-se os pais que ela perdeu. Por favor, observe que a estrutura da vida na Terra – considerando o processo de começar como um bebê desamparado e crescer até se transformar num adulto independente – freqüentemente o convida a fazer exatamente isso. Muito freqüentemente, a chave para a verdadeira felicidade em sua vida consiste nisto: que você transforme-se nos seus próprios pai e mãe e dê a si mesmo o amor e a compreensão que você perdeu e que está sentindo falta nos outros. No nível mais amplo e metafísico, no qual estamos falando, isto significa: entenda que você é Deus, não uma de suas pequenas ovelhas perdidas. Esta é a compreensão que o levará de volta ao lar. Esta é a compreensão que o levará ao âmago de quem você é – que é amor e poder divino. O final do estágio do ego surge quando a alma se dá conta de que está sempre repetindo o mesmo ciclo de ações e pensamentos. O ego perde seu domínio quando a alma se sente esgotada e aborrecida por se esforçar o tempo todo por um tesouro eternamente fugaz. A alma começa então a suspeitar que as promessas do jogo do qual participa são falsas e que, na realidade, não há nada ali para ela ganhar. Quando a alma se cansa de tentar e de estar em cima disso o tempo todo, ela deixa ir um pouco o controle. Com menos energia sendo gasta no controle dos pensamentos e do comportamento, abre-se um espaço energético que permite experiências novas e diferentes.
No começo, quando você entra neste estágio, pode sentir-se muito cansado e vazio por dentro. As coisas que antes você considerava importantes, agora podem lhe parecer totalmente sem sentido. Inclusive, podem vir à tona medos que não tenham nenhuma causa clara ou imediata. Podem ser vagos temores de morrer ou de perder seus entes queridos. Também pode aflorar uma raiva, relacionada com situações em seu trabalhos ou em seu casamento. Tudo o que parecia ser óbvio, agora está sob dúvida.Aquilo que a consciência apoiada no ego tentava prevenir, finalmente acontece. Gradualmente, a tampa da panela se levanta e todo tipo de emoções incontroláveis e medos aparecem e entram na sua consciência, semeando dúvida e confusão em sua vida. Até aquele momento, você estava funcionando quase sempre no piloto automático. Muitos padrões de pensamentos e de sentimentos dentro de você aconteciam automaticamente; você permitia que eles acontecessem sem questionar. Isto deu unidade e estabilidade à sua consciência. Entretanto, quando sua consciência cresce e se expande, sua personalidade se divide em duas. Uma parte de você quer manter-se nos velhos padrões, a outra parte questiona esses padrões, e você se confronta com sentimentos desagradáveis como raiva, medo e dúvida. Por isso, a expansão da consciência que ocorre no final do estágio do ego é freqüentemente experimentada como um desmancha-prazeres, um intruso mal recebido, que estraga o jogo. Esta nova consciência desacomoda tudo o que antes parecia óbvio e desperta emoções dentro de você, com as quais você não sabe lidar. Quando você começa a duvidar dos padrões de pensamento e ação baseados no ego, uma nova parte de você penetra sua consciência. É a parte de você que ama a verdade ao invés do poder.
Viver de acordo com as imposições do ego é muito repressivo. Você está servindo a um pequeno – medroso – ditador, que aspira ao poder e ao controle, não só sobre o seu ambiente, mas especialmente sobre você. Seus fluxos espontâneos de sentimento e intuição são reprimidos por ele. O ego não gosta muito da espontaneidade. Ele o impede de expressar livremente seus sentimentos, já que os sentimentos e as emoções são incontroláveis e imprevisíveis, o que é perigoso para o ego. O ego trabalha com máscaras. Se seu ego lhe ordenar: “seja doce e gentil, para ganhar a simpatia das pessoas”, você sistematicamente suprimirá os sentimentos de desagrado e raiva de dentro si. Se começar a duvidar da viabilidade desta ordem, as emoções suprimidas aparecerão imediatamente. Os sentimentos não se eliminam ao serem suprimidos. Eles continuam vivendo e ganham intensidade quanto mais são suprimidos.Uma vez que a alma experimenta o vazio e a dúvida, tão característicos do final do estágio do ego, é possível encontrar e enfrentar todos os sentimentos e emoções que antes estavam escondidos na escuridão. Estes sentimentos e emoções contidos são a porta de entrada para o seu Eu Superior. Ao explorar o que você realmente sente, em vez daquilo que se supõe que deva sentir, você recupera sua espontaneidade e integridade, essa parte de você que freqüentemente é chamada de sua “criança interior”. Entrar em contato com seus verdadeiros sentimentos e emoções, faz com que você se coloque no caminho da liberação. E assim começa a transição para a consciência baseada no coração.
© Pamela Kribbe http://www.jeshua.net/
Tradução para o português: Vera Corrêa



sábado, 31 de outubro de 2009

Ego - Um disturbio coletivo



"Reconheça o ego pelo que ele é: um distúrbio coletivo, a insanidade da mente humana. Quando o identificamos pelo que ele é, deixamos de interpretá-lo erroneamente como a identidade de uma pessoa. E temos mais facilidade em não adotar uma atitude reativa em relação a ele. Já não o tomamos como algo pessoal. Não existe queixa, culpa, acusação nem ação equivocada. Ninguém está errado. É apenas o ego em alguém, só isso. A compaixão surgem quando compreendemos que todas as pessoas sofrem do mesmo distúrbio mental, algumas delas de forma mais aguda do que outras. Assim, paramos de nutrir o conflito que faz parte de todos os relacionamentos egóicos. E o que o alimenta? A atitude reativa: com ela, o ego prospera".

Eckhart Tolle - "O Despertar de uma nova consciência"
A imagem é um mimo da amiga Leonilda
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