A paz de Deus vem à mente quieta - UCEM

A paz de Deus vem à mente quieta - UCEM

"Não busque mudar o mundo, mas escolhe mudar a tua mente sobre o mundo" (UCEM)

"Não busque mudar o mundo, mas escolhe mudar a tua mente sobre o mundo" (UCEM)
O Perdão é a chave para a Felicidade... Nada real pode ser ameaçado. Nada irreal existe. Nisso está a Paz de Deus.

Um Curso em Milagres

Mostrando postagens com marcador Amar é libertar-se do medo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Amar é libertar-se do medo. Mostrar todas as postagens

domingo, 10 de outubro de 2010

Eu nunca estou transtornado pela razão que imagino



"O que aconteceria se acreditássemos que o que vemos é determinado pelos pensamentos de nossa mente? Talvez pudéssemos acalentar uma idéia que, nesse momento, parece pouco natural e estranha para nós, isto é, que nossos pensamentos são a causa e o que vemos é o efeito. Nesse caso, não faria sentido acusar o mundo, nem os que habitam nele, das misérias e sofrimentos que sentimos, porque, então, seria possível considerar a percepção como um "espelho e não um fato".
Imagine também que a mente pode ser comparada a uma câmera de cinema que projeta nossos estados interiores para o mundo. Quando a mente está cheia de pensamentos desagradáveis, vemos o mundo e seus habitantes como desagradáveis. Por outro lado, quando a mente está em paz, o mundo e seus habitantes nos dão a impressão de estarem em paz. Podemos escolhar acordar de manhã e ver um mundo acolhedor por meio de óculos que filtram tudo, exceto o Amor.

Talvez conviesse questionar a nossa necessidade de tentar controlar o mundo externo. Podemos, em vez disso, controlar permanentemente o nosso mundo interior escolhendo os pensamentos que queremos ter na cabeça. A paz da mente começa com os nossos próprios pensamentos e estende-se para fora. É a partir da nossa paz da mente (causa) que surge uma percepção da paz do mundo (efeito)."
.

Gerald Jampolsky - "Amar é libertar-se do medo"
 
Texto compartilhado por Eliane
Imagem: Internet

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Amar é libertar-se do medo




"Muitos de nós sentimos de vez em quando que estamos irremediavelmente presos na armadilha do mundo que vemos. Por mais que tentemos, simplesmente não conseguimos mudar o mundo e escapar de seus limites aparentes. Se nos lembrarmos de que são os nossos pensamentos que constroem o mundo, então podemos mudá-los. Mudamos o mundo que vemos mudando os nossos pensamentos a respeito dele. Ao mudar os nossos pensamentos, estamos, na verdade, mudando a causa. E, então, o mundo que vemos - o efeito - muda automaticamente. Um sistema de idéias transformado pode inverter o processo de causa e efeito tal como o conhecemos. Para a maioria de nós, esse é um conceito muito difícil de aceitar, devido à nossa reistência a renunciar à previsibilidade por nossos pensamentos, sentimentos e reações. Uma vez que sempre olhamos para dentro de nós antes de ver fora de nós, podemos perceber o ataque fora de nós somente depois de torná-lo real dentro de nós"
.
(Gerald Jampolsky)

Compartilhado por Eliane.

Imagem: businessinsider.com

domingo, 7 de março de 2010

Eu poderia ver a paz em vez disso




"A maioria de nós passa pela vida com o sistema de crenças que diz que a nossa felicidade ou a nossa miséria é determinada em grande parte pelos acontecimentos do nosso ambiente e pelas reações das outras pessoas a nós. Muitas vezes sentimos que a nossa felicidade depende de boa ou má sorte, pela qual temos pouca responsabilidade.
Esquecemo-nos de instruir nossa mente para mudar percepções do mundo e de tudo o que existe nele. Esquecemo-nos de que a paz da mente é mais um estado interior e que é a partir dessa paz da mente que percebemos o mundo como um lugar cheio de paz.
A tentação de reagir com raiva, depressão ou excitação existe por causa das interpretações que fazemos dos estímulos externos do nosso ambiente. Essas interpretações se baseiam essencialmente numa percepção incompleta.
Quando remoemos longamente os eventos passados ou antecipamos acontecimentos futuros, estamos vivendo no reino da fantasia. O que quer que seja real em nossa vida só pode ser experienciado agora. Bloqueamos a possibilidade de experiências novas e diferentes quando procuramos reviver no presente as lembranças de episódios do passado, tanto os dolorosos quanto os agradáveis. Estamos, por isso mesmo, em estado de conflito permanente em relação aos acontecimentos concretos do presente do presente e incapazes de perceber diretamente as oportunidades de felicidade que estão à nossa volta.
repita para si mesmo sempre que sentir sua paz ameaçada por alguma coisa ou por alguém: 'Escolho ver a unidade da paz em vez da fragmentação do medo'.
Eu poderia ver a paz em vez disso".
Gerald Jampolsky - "Amar é libertar-se do medo"
Texto enviado pela amiga Eliane.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Ataque e defesa




"Quando percebemos que alguém está nos atacando, em geral, partimos para a defesa e encontramos uma forma, direta ou indireta, de revidar. O ataque sempre nasce do medo e da culpa. Ninguém ataca, a não ser que se sinta ameaçado e acredite que, com essa atitude, vai conseguir demonstrar sua força, à custa da vulnerabilidade do outro. Na verdade, o ataque e uma forma de defesa e, como todas as formas de defesa destinadas a manter a culpa e o medo fora da nossa consciência, ele, na verdade, alimenta o problema. A maioria de nós apega-se á crença de que atacar pode realmente nos dar algo que queremos. Parece que esquecemos que atacar e defender não trazem paz interior.
Para sentir paz em vez de conflito, é necessário mudar a nossa percepção. Em lugar de ver os outros nos atacando, podemos vê-los com medo. sempre estamos expressando Amor ou medo. O medo é, na realidade, um pedido de ajuda e, por conseguinte, um convite ao Amor. Aí então fica evidente que, para sentir paz, somos obrigados a reconhecer que temos uma opção de determinar o que percebemos.
Muitas de nossas tentativas de corrigir os outros, mesmo quando acreditamos estar fazendo uma crítica construtiva, são realmente tentativas de atacá-los, demonstrando o quanto estão errados e o quanto estamos certos. Seria conveniente examinarmos nossas motivações. Estamos ensinando o Amor ou realizando um ataque?
Quando os outros não mudam de acordo com as nossas expectativas, em geral os consideramos culpados e, desse modo, reforçamos nossa crença na culpa. a paz da mente provém da atitude de não querer mudar os outros, mas de simplesmente os aceitar tais como são. A verdadeira aceitação nunca faz exigências, nem tem expectativas.
Só conseguimos a paz interior quando praticamos o perdão. Perdoar é libertar-se do passado e constitui, portanto, o meio de corrigir as concepções equivocadas".

Gerald Jampolsky - "Amar é libertar-se do medo"


texto enviado p/ Eliane
Imagem: Internet

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Eu estou determinando a ver as coisas de modo diferente




"O mundo que vemos e que parece tão insano pode ser o resultado de um sistema de crenças que não está funcionando. O sistema de crenças afirma que o passado cheio de medo vai se estender até um futuro igualmente cheio de medo, tornando passado e futuro uma coisa só. É a lembrança do medo e da dor que nos deixa tão vulneráveis. É esse sentimento de vulnerabilidade que nos faz querer controlar e prever o futuro a todo o custo.
O antigo sistema de crenças supõe que a raiva ocorre porque fomos atacados. Supõe também que o contra-ataque, por sua vez, e justificado e que somos responsáveis por "proteger" a nós mesmos, mas não somos responsáveis pela necessidade de nos proteger.
Mas é possível mudar o sistema de crenças. Para isso é necessário olhar de outra maneira cada uma das nossas amadas suposições e valores do passado. Isso significa abandonar todo e qualquer investimento no apego ao medo, à raiva, á culpa e ao sofrimento; significa deixar o passado ir embora suavemente e, com ele, todos os antigos medos que continuamos estendendo até o presente e o futuro.
"Estou determinado a ver as coisas de modo diferente" significa que estamos verdadeiramente dispostos a nos livrar do passado e do futuro a fim de viver o agora tal como ele realmente é.
A maior parte da minha vida, agi como se fosse um robô, reagindo ao que as outras pessoas diziam ou faziam. Agora reconheço que minhas reações são determinadas somente pelas minhas decisões. Reivindico minha liberdade exercendo o poder de tomar a decisão de ver as pessoas e os eventos com Amor em vez de medo.
Todas as vezes em que se sentir tentado a ver com os olhos do medo, repita a si mesmo com determinação:
'Não sou um robô - sou livre. Estou determinado a ver as coisas de modo diferente'".
Gerald Jampolsky - "Amar é libertar-se do medo"
By Eliane
Imagem: Internet

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Tudo o que dou é dado a mim mesmo...


"Dar é receber é a lei do Amor. Segundo essa lei, quando damos amor aos outros, ganhamos, e o que damos recebemos ao mesmo tempo. A lei do Amor é baseada na abundância; estamos completamente repletos de Amor o tempo todo e nossas reservas de Amor estão sempre cheias e transbordantes. Quando damos Amor aos outros incondicionalmente, sem expectativas de retorno, o Amor de dentro se estende, expande-se e une. Desse modo, dando Amor, aumentamos o Amor que existe dentro de nós e todos ganham.
A lei do mundo, por outro lado, diz que perdemos quando damos alguma coisa. Isso é o mesmo que dizer que, quando damos alguma coisa, não podemos tê-la mais e sofremos sua perda.
A lei do mundo baseia-se na crença da escassez. Diz que nunca estamos realmente satisfeitos. Continuamos nos sentindo vazios enquanto tentamos, em vão, nos sentir inteiros procurando o Amor e a paz em qualquer forma externa através da qual passamos a considerá-los desejáveis.
O problema, naturalmente, é que nada do nosso mundo exterior vai nos satisfazer de forma contínua e total. De acordo com a lei do mundo, buscamos incessantemente, mas nunca encontramos o que queremos. Achamos muitas vezes que o nosso poço interior está vazio e que estamos passando necessidade. E então procuramos satisfazer nossas necessidades imaginárias por meio de outras pessoas.
Quando esperamos que os outros satisfaçam nossos desejos e eles nos decepcionam, inevitavelmente sofremos. Esse sofrimento pode assumir a forma de frustração, desapontamento, raiva, depressão ou doença. Por causa disso, é provável que nos sintamos presos numa armadilha, limitados, rejeitados ou atacados.
Quando estamos sentindo que não somos amados, quando nos encontramos deprimidos e vazios por dentro, encontrar alguém que nos dê Amor não é realmente a solução. O que ajuda é Amar alguém totalmente e sem expectativas. Esse Amor é, ao mesmo tempo, dado a nós mesmos. O outro não tem que mudar, nem nos dar coisa alguma".
Gerald Jampolsky - "Amar é libertar-se do medo"
By Eliane

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Todos nós somos ilimitados




"Somos aquilo em que acreditamos. Nosso sistema de crenças se baseia na experiência passada, que está sendo constantemente revivida no presente, antecipando o futuro como uma cópia do passado. Nossas percepções presentes são tão influenciadas pelo passado que nos tornamos incapazes de ver os acontecimentos imediatos da nossa vida sem distorções e limitações. Com boa vontade, podemos reexaminar quem pensamos que somos a fim de obter uma visão nova e mais profunda da nossa verdadeira identidade.
Para ter a sensação de liberdade total, é importante afastar-nos das preocupações com o passado e o futuro e optar por viver agora. Ser livre significa também não estar confinado à realidade que parece limitada por nossos sentidos físicos. Ser livres nos permite participar do Amor que partilhamos com todos os outros. Não seremos livres enquanto não disciplinarmos e retreinarmos a nossa mente.
Embora todos nós queiramos o Amor, muitos de nós parecemos incapazes de vivê-lo. Os medos provenientes de um passado cheio de culpa bloqueiam nossa capacidade de dar e receber Amor no presente. O medo e o Amor nunca podem ser experienciados ao mesmo tempo. A nós cabe escolher que emoções desejamos sentir. Ao optar pelo Amor com mais freqüência em detrimento do medo, podemos mudara natureza e a qualidade dos nossos relacionamentos.
Quando percebemos que alguém está nos atacando, em geral partimos para a defesa e encontramos uma forma, direta ou indireta, de revidar. O ataque sempre nasce do medo e da culpa. Ninguém ataca a não ser que se sinta ameaçado e acredite que, com essa atitude, vai conseguir demonstrar sua força, à custa da vulnerabilidade de outro. Na verdade, o ataque é uma forma de defesa, e, como todas as formas de defesa destinadas a manter a culpa e o medo fora da nossa consciência, ele, na verdade, alimenta o problema.
Para sentir paz em vez de conflito, é necessário mudar a nossa percepção".

Gerald Jampolsky - "Amar é libertar-se do medo"
Partilhado por Eliane

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Hoje, permita-se ter o único objetivo de sentir paz interior...




"Acho que a maioria de nós consegue se identificar com o homem que entra num restaurante chique para jantar e descobre que o serviço é simplesmente horrível, e a garçonete, estúpida, grosseira e hostil. Também nos identificamos com o que parece ser uma raiva justificada, um ressentimento sensato, fantasias de hostilidade, e o fato de não deixar gorjeta para a garçonete.
Para ter paz interior como nosso único objetivo, precisamos corrigir a crença equivocada de que a raiva ou ressentimento justificados nos deixam em paz. A raiva e os pensamentos de ataque simplesmente não trazem paz nenhuma.
Vamos encenar de novo esse pequeno drama. Dessa vez, sussurro no ouvido do cliente assim que ele se senta que o marido da garçonete morreu há dois dias e que ela tem cinco filhos em casa que dependem exclusivamente dela para serem sustentados.
Agora ele consegue ver que a garçonete está assustada e reconhecer que ela está pedindo Amor. Ele agora pode responder vendo a força e a devoção dela, e descobre que pode ignorar (perdoar_ seu comportamento. Agora a resposta ele é uma atitude amorsa de aceitação, que ele demonstra deixando uma gorjeta bem grande.
A forma externa do que é visto com os olhos e ouvidos é a mesma em ambos os casos. No entanto, no primeiro roteiro, os eventos são vistos pela janela do medo e, no segundo, pela janela do Amor.
Hoje, permita-se ter o único objetivo de sentir paz interior, pondo toda a sua atenção aos seguintes pensamentos: hoje vou ver sem julgar tudo o que acontecer. Todos os eventos me dão mais uma oportunidade de sentir Amor em vez de medo".
Gerald Jampolsky - "Amar é libertar-se do medo"
By Eliane

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Amar é libertar-se do medo - introdução




"Ensinamos aquilo que queremos aprender, e quero aprender a ter paz interior.

Em 1975, o mundo exterior me via como um psiquiatra de sucesso que parecia ter tudo o que desejava. mas o meu mundo interior estava caótico, vazio, triste e hipócrita. Meu casamento de vinte anos havia terminado num divórcio doloroso. eu estava bebendo muito e tinha adquirido uma dor nas costas crônica que me deixava relativamente incapaz - a forma que encontrei de lidar com a culpa.
Foi nessa época que me deparei com alguns textos intitulados Um Curso em Milagres. O Curso poderia ser descrito como uma espécie de psicoterapia espiritual para autodidatas. Talvez seja eu quem mais tenha se surpreendido ao me envolver com um sistema de idéias que usas as palavras Deus e Amor. Eu achava que seria a última pessoa do mundo a me interessar por esses textos. Sempre havia sido extremamente crítico com as pessoas que tomavam o caminho espiritual; via-as como criaturas medrosas e achava que não estavam usando a inteligência de maneira adequada.
Quando comecei a fazer o Curso, tive uma experiência supreendente, mas também muito reconfortante. Ouvi uma voz interior - talvez fosse mais preciso dizer que tive a impressão de ouvir uma voz - que me dizia: 'Médico, cura-te a ti mesmo: esse é o seu caminho de volta'.
Achei o Curso essencial para a minha luta pela transformação pessoal. Ele me ajudou a reconhecer que eu tinha de fato a opção de sentir paz ou conflito e que essa opção é sempre entre a verdade e a ilusão. A verdade oculta para todos nós é que a essência de nosso ser é Amor.
O Curso afirma que existem apenas 2 emoções: o amor e o medo. A primeira é nossa herança natural e a outra, a nossa cabeça fabrica. O Curso sugere que podemos aprender a nos livrar do medo praticando perdoar e ver a todos, incluindo a nós mesmos como pessoas sem culpa e sem medo. Ao aplicar os conceitos do Curso tanto à minha vida profissional quanto pessoal, comecei a ter períodos de paz que nunca sonhei que fossem possíveis".
Gerald Jampolsky
By Eliane
Related Posts with Thumbnails