A paz de Deus vem à mente quieta - UCEM

A paz de Deus vem à mente quieta - UCEM

"Não busque mudar o mundo, mas escolhe mudar a tua mente sobre o mundo" (UCEM)

"Não busque mudar o mundo, mas escolhe mudar a tua mente sobre o mundo" (UCEM)
O Perdão é a chave para a Felicidade... Nada real pode ser ameaçado. Nada irreal existe. Nisso está a Paz de Deus.

Um Curso em Milagres

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

O poder do amor....

"Não há poder maior do que o poder do amor. O amor lava o coração e faz você compartilhar. Quando mais você dá, mais recebe. Quanto mais você dá, mais o amor cresce. O sinal do amor real é que quanto mais amor você tem, mais desapegado você fica em relação às atrações das coisas materiais.

Brahma Kumaris

Um amigo...






"Um amigo vem e segura a sua mão ou te abraça. Não perca essa oportunidade - porque Deus veio na forma da mão, do abraço, na forma do amigo".

(Osho)

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Um papagaio é um papagaio








A não ser que você tenha corrido atrás de seus desejos, a não ser que você tenha visto a inutilidade de correr atrás deles, tropeçar, cair e se machucar, você não será capaz de compreender.Somente através da experiência de desejar, o desejo se torna inútil. Esgote-o e ele cairá quebrado; e neste momento de ausência de desejos você compreenderá que aquilo que você tem procurado já aconteceu.Do contrário, você ficará repetindo como um papagaio. Não fará a menor diferença se você for um papagaio hindu, ou um papagaio islâmico, ou um jaina, ou um cristão ou um budista; um papagaio é um papagaio. Um papagaio pode recitar a Bíblia ou o Corão. Um papagaio é um papagaio, ele continuará repetindo.



Osho, em "Enlightenment: The Only Revolution"

Um olhar puro...








Em seu famoso Sermão da Montanha, Jesus afirmou que a candeia do corpo são os olhos. Também disse que, se os olhos forem bons, todo o corpo terá luz. Mas se eles forem maus, todo o corpo será trevoso. A candeia era um utensílio utilizado para iluminação. Devia ser colocada em local alto e de destaque, a fim de que sua luz se espraiasse ao longe. Consoante antigos ditados populares, os olhos são a janela ou o espelho da alma. Esses adágios revelam a importante correlação existente entre os olhos e a essência da criatura. De ordinário, é preferencialmente por eles que o ser humano percebe a realidade que o cerca. A partir dessa percepção, ordena seu sentir e seu proceder. O que ele focaliza, o que elege como importante para prestar atenção, dá o tom de seu viver. Como disse Jesus, se os olhos são bons, todo o corpo é luminoso. O mundo é rico de distrações. Sem uma orientação firme, é possível perder-se nelas e tornar-se alguém fútil. Novelas e séries de TV, Internet e revistas são apenas alguns dos passatempos à disposição. Não possuem nada de intrinsecamente errado, mas não constituem o objetivo da existência. Justamente por isso, não podem consumir tempo em excesso. O Espírito não toma um corpo de carne para se distrair, mas para se aperfeiçoar. O tempo mais bem aproveitado é o despendido no burilamento intelectual e moral. Em conversas instrutivas, no aconchego da família, com os amigos do coração. Ou no aprendizado de uma língua, na meditação sobre um texto de moral ou filosofia. Também possui grande valor a dedicação a uma causa, a atenção dada a pessoas carentes ou enfermas. Entretanto, não é apenas com o excesso de distrações que se deve ter cautela. Pior do que gastar tempo com banalidades é fixar a atenção em coisas deletérias. Vive-se na Terra uma época de grande permissividade e vigora o discurso de que quase tudo é normal. Assim, pode não parecer chocante gostar de pornografia, manter conversas picantes ou ficar acordado por conta de noitadas. Mas é preciso cuidado com aquilo em que se fixa detidamente o olhar, para não comprometer a própria dignidade. O gosto pela podridão, ainda que socialmente aceito, conspurca a essência do ser. Para não ter um corpo trevoso, conforme o dizer evangélico, importa ter bons olhos. Ou seja, focar a atenção no que de belo e puro há no mundo. Tomar gosto por conversações e leituras sadias. Gastar o próprio tempo em atividades construtivas e dedicar-se a obras sociais. O resultado dessa opção pelo bem será uma formosa luz que revestirá todo o ser. Pensemos nisso.




Momento de reflexão...

Olhando para o céu azul...




Olhe para o céu azul e continue olhando.
Não pense sobre isso; não diga que isso é lindo. Não diga, “Que amor!” Não aprecie a cor; não comece a pensar. Se você começar a pensar, você parou. Agora seus olhos não estão se movendo no azul, no azul infinito. Apenas movimente, apenas olhe – não pense. Não crie palavras; elas se tornarão barreiras. Nem mesmo “céu azul” deve ser dito. Não verbalize.
Deve haver só um olhar puro, inocente no céu azul. Isso nunca acaba. Você continua, e vai, vai, vai, e subitamente, devido a que não há nenhum objeto, apenas um vácuo, subitamente você ficará cônscio de si mesmo. Por quê? Porque se há algum vácuo seus sentidos ficarão inúteis. Sentidos só são úteis quando há um objeto.
Se você estiver olhando para uma flor, então você está olhando para algo – a flor está lá. O céu não está lá. O que queremos dizer por um céu? Aquilo que não está lá. Céu significa o espaço. Todos os objetos estão no céu, mas o céu não está num objeto. É apenas um vácuo, o espaço no qual os objetos podem existir. O céu em si mesmo é apenas pura vacuidade. Veja isso.
O que acontecerá? Na vacuidade, não há nenhum objeto para ser agarrado pelos sentidos. Porque não há nenhum objeto para ser agarrado, para apegar-se. Os sentidos se tornam fúteis. E se você estiver olhando para o céu azul sem pensar, subitamente você sentirá que tudo desapareceu; não há nada. Nesse desaparecimento você ficará cônscio de si mesmo. Olhando para essa vacuidade, você ficará vazio.
Se você estiver olhando para a vacuidade, não há nada para ser refletido – ou só o céu azul infinito. Se isso for refletido, se você sentir o infinito céu azul dentro, você se tornará sereno, você encontrará serenidade.
Na vacuidade, como a mente pode funcionar? Ela para, ela desaparece. Nesse desaparecimento da mente – a mente que está tensa, preocupada, repleta de pensamentos que são relevantes, irrelevantes – nesse desaparecimento da mente, serenidade.
Osho, em "The Book of Secrets"
Imagem por Fabio Marini
http://www.palavrasdeosho.com/

Poder de ajustar-se




“O poder de ajustar-se é o poder que aceita, inclui, abraça. Ao invés de exigir a mudança do outro, aquele que é flexível busca mudança em si. Ele se deixa moldar mas não a ponto de perder seus princípios. Aquele que se ajusta é leve, simples e fácil. Ele é como o bambu, que verga com o vento mas não quebra. Para aumentar o poder de ajustamento é preciso humildade e auto respeito. Apenas aqueles que reconhecem o valor em si e nos outros podem ajustar-se.”


BK

Tudo o que dou é dado a mim mesmo...


"Dar é receber é a lei do Amor. Segundo essa lei, quando damos amor aos outros, ganhamos, e o que damos recebemos ao mesmo tempo. A lei do Amor é baseada na abundância; estamos completamente repletos de Amor o tempo todo e nossas reservas de Amor estão sempre cheias e transbordantes. Quando damos Amor aos outros incondicionalmente, sem expectativas de retorno, o Amor de dentro se estende, expande-se e une. Desse modo, dando Amor, aumentamos o Amor que existe dentro de nós e todos ganham.
A lei do mundo, por outro lado, diz que perdemos quando damos alguma coisa. Isso é o mesmo que dizer que, quando damos alguma coisa, não podemos tê-la mais e sofremos sua perda.
A lei do mundo baseia-se na crença da escassez. Diz que nunca estamos realmente satisfeitos. Continuamos nos sentindo vazios enquanto tentamos, em vão, nos sentir inteiros procurando o Amor e a paz em qualquer forma externa através da qual passamos a considerá-los desejáveis.
O problema, naturalmente, é que nada do nosso mundo exterior vai nos satisfazer de forma contínua e total. De acordo com a lei do mundo, buscamos incessantemente, mas nunca encontramos o que queremos. Achamos muitas vezes que o nosso poço interior está vazio e que estamos passando necessidade. E então procuramos satisfazer nossas necessidades imaginárias por meio de outras pessoas.
Quando esperamos que os outros satisfaçam nossos desejos e eles nos decepcionam, inevitavelmente sofremos. Esse sofrimento pode assumir a forma de frustração, desapontamento, raiva, depressão ou doença. Por causa disso, é provável que nos sintamos presos numa armadilha, limitados, rejeitados ou atacados.
Quando estamos sentindo que não somos amados, quando nos encontramos deprimidos e vazios por dentro, encontrar alguém que nos dê Amor não é realmente a solução. O que ajuda é Amar alguém totalmente e sem expectativas. Esse Amor é, ao mesmo tempo, dado a nós mesmos. O outro não tem que mudar, nem nos dar coisa alguma".
Gerald Jampolsky - "Amar é libertar-se do medo"
By Eliane

domingo, 17 de janeiro de 2010

As máscaras





"Todos nós fomos fisicamente feridos na infância; fomos vistos e amados imperfeitamente. A máscara é o eu que construímos para esconder a criança vulnerável e ferida que fomos um dia. Ao colocar um falso eu entre os outros e a nossa vulnerabilidade interior, procuramos impedir o contato próximo demais com os outros que poderia nos expor outra vez à possibilidade de sermos feridos, com na infância. É o nosso modo de tentar controlar a vida.
Criada como reação à dor e à rejeição, a máscara se destina a tentar agradar, afastar ou controlar outras pessoas. Quando estamos no eu-máscara, nossa atenção se volta para a forma como vamos reagir aos outros, e assim cortamos a ligação com a fonte interior. O eu-máscara nos separa da energia do eu real e espontâneo, tanto negativo como positivo. Quando estamos no eu-máscara, culpamos os outros pelas nossas desgraças, em vez de assumirmos a responsabilidade pelo que sentimos. Assim, a máscara produz a crença na nossa vitimização, o falso conceito de que outra pessoa é responsável pela nossa felicidade ou infelicidade.
Por baixo da máscara está o eu inferior - a fonte de negativismo e destrutividade dentro de nós. Nossa negatividade é a verdadeira causa da nossa infelicidade. o Eu inferior normalmente é inconsciente, no todo ou em parte, porque é difícil admitir a negatividade. Na infância, fizeram-nos sentir vergonha do eu inferior, e tínhamos medo de que a honestidade sobre os sentimentos negativos provocasse a rejeição por parte de nossos pais. Dessa forma, encobrimos esses sentimentos com uma máscara que, conforme esperávamos, será a garantia de receber amor.
O Eu superior é um local dentro de nós onde a corrente da energia vital universal flui livremente. O Eu superior é a nossa verdadeira natureza como expressões individualizadas de Deus. No entanto, na esfera humana, as camadas que escondem o Eu superior - as camadas da máscara e do eu inferior - também são verdadeira, e precisam ser penetradas em primeiro lugar".

Susan Thesenga - "O eu sem defesas"
By Eliane

Sombras...






"Enquanto estão caminhando ao longo de uma estrada, vocês podem observar sua sombra passando sobre a lama ou a sujeira, por altos e baixos, por espinhos ou areia, trechos de terra encharcados ou secos. Vocês não são afetados pela sina de sua sombra, não é verdade? Tampouco sua sombra torna se suja por isso. Não importa nem ao mínimo onde ela caia ou o que atravesse. Nós sabemos que a sombra e suas experiências não são eternas ou verdadeiras. Da mesma forma, é preciso que se convençam de que “vocês” são apenas a sombra do Absoluto e de que não são essencialmente “vocês”,mas o próprio Absoluto. Esse é o remédio para a tristeza, a agonia e a dor."

Sai Baba



Texto recebido do amigo Gilberto.

sábado, 16 de janeiro de 2010

O DISCERNIMENTO E A VERDADE por Maitreya




Perguntaram-me se eu irei falar sobre o discernimento.Uma alma disse: "Talvez o Mestre fale sobre como discernir a verdade na era da confusão."No meu artigo, Verdade, eu escrevi sobre cada homem ter sua própria verdade.Cada alma encontrará seu próprio modo de discernir a verdade.Cada um tem seu próprio caminho astrologicamente.Alguns precisam encontrar a verdade através da descoberta do falso, tal como o meu canal, a Margaret. Nos primeiros anos do seu desenvolvimento espiritual, ela escolheu ir a um Centro de Cura que deixava muito a desejar no modo como funcionava. Para Margaret, parecia que o dinheiro era o motivo, não o serviço. Ela escolheu não voltar.Muito depois, quando o Espírito Guardião dela, Argos, tornou sua Presença conhecida, ela perguntou: "Por que você me mandou para aquele centro de cura?" e a resposta foi: "Como você iria saber que não deveria correr para um centro de cura?"O Serviço deve ser sempre o motivo se o espiritual reside no interior.Outras almas têm que aprender de outras formas, mas cada alma será guiada e orientada para onde e quem tem o que ensinar a ela. Não há acidentes; tudo é perfeito no mundo.Geralmente almas que tiveram experiências devastadoras depois dizem:"Estou feliz por ter experienciado aquilo, pois eu cresci por causa disso."Não há experiências "ruins", apenas oportunidades de aprendizado.Cada alma escolhe e é guiada por nós dos reinos espirituais para aquilo que é preciso aprender.Toda alma será guiada para a sua própria verdade.


Maitreya
Uma imagem linda e uma dica valiosa da amiga Denise, encontrada no blog:http://stelalecocq.blogspot.com/2009/12/maitreya-o-discernimento-e-verdade-e.html
Related Posts with Thumbnails